A busca pelo equilíbrio emocional nunca foi tão urgente. Em um mundo acelerado, onde a cobrança pelo sucesso profissional, a vida pessoal e as responsabilidades diárias se misturam, cresce a necessidade de entender e gerenciar as próprias emoções. Questões como estresse, ansiedade e burnout tornaram-se frequentes na rotina de milhões de pessoas, exigindo um olhar mais atento para a saúde mental.
Nos últimos anos, a psicologia baseada em evidências tem ganhado espaço, oferecendo abordagens mais eficazes para lidar com os desafios do cotidiano. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), por exemplo, são ferramentas valiosas para ajudar indivíduos a enfrentarem dificuldades emocionais, mudando padrões de pensamento e comportamento que geram sofrimento.
A psicóloga Laís Schwarz (CRP 09/20032), professora universitária e pós-graduanda em Psicopatologia e Psicologia Baseada em Evidências, explica que muitas pessoas enfrentam um conflito interno ao tentar conciliar todas as demandas da vida. “A pressão pelo alto desempenho em todas as áreas pode gerar um desgaste emocional enorme. Muitas vezes, o problema não está apenas no excesso de tarefas, mas na forma como nos relacionamos com essas responsabilidades”, afirma.
A adaptação a mudanças também é um fator essencial na saúde mental. O medo do novo, a frustração diante de desafios inesperados e a dificuldade de aceitar erros são aspectos que afetam diretamente o bem-estar emocional. No mercado de trabalho, por exemplo, as transições de carreira são cada vez mais comuns, mas podem gerar insegurança e ansiedade.
A própria experiência de Laís ilustra esse cenário. Formada em Direito, ela passou por uma transição de carreira aos 30 anos, conciliando a maternidade com dois filhos e uma perda gestacional durante a graduação com os estudos e a construção de uma nova trajetória profissional. “Mudar de área depois dos 30 é desafiador. Você se questiona, sente medo e lida com julgamentos. Mas entender que a vida não é linear e que recomeços fazem parte do processo é essencial para o crescimento pessoal”, compartilha.
Esse tipo de experiência reforça a importância de desenvolver habilidades emocionais, como resiliência e flexibilidade, para enfrentar períodos de transformação sem perder a saúde mental.
Outro ponto de atenção na atualidade é o impacto das redes sociais na percepção de sucesso e felicidade. A comparação constante com vidas aparentemente perfeitas pode gerar sentimentos de inadequação e ansiedade, criando uma falsa impressão de que o sucesso é imediato e sem esforço.
Vemos muitas pessoas se sentindo frustradas porque acham que não estão ‘onde deveriam estar’ na vida. Mas o que esquecemos é que cada um tem um tempo e uma trajetória própria. A comparação exagerada só alimenta a insatisfação, alerta Laís.
A psicóloga enfatiza que é preciso aprender a filtrar conteúdos e estabelecer limites saudáveis no uso das redes sociais. Além disso, buscar ajuda profissional para entender melhor as próprias emoções e padrões de pensamento pode fazer uma grande diferença na qualidade de vida.
Cuidar da saúde mental não significa apenas evitar crises, mas construir uma rotina que favoreça o bem-estar. Práticas como terapia, exercícios físicos, momentos de lazer e autoconhecimento são essenciais para manter o equilíbrio emocional diante dos desafios da vida adulta.
A psicologia moderna tem mostrado que pequenas mudanças podem gerar grandes impactos na forma como lidamos com o mundo. Como Laís destaca, “o sofrimento faz parte da experiência humana, mas aprender a manejá-lo e encontrar sentido em meio às dificuldades é o que nos fortalece.”
Para acompanhar conteúdos sobre saúde mental, Laís Schwarz compartilha seu trabalho e experiências no Instagram: @laisschwarz.
Dr. Lucas Minari explica como o equipamento pode potencializar a hipertrofia e auxiliar na transição pós-emagrecimento
O uso de tecnologias como aliadas nos protocolos médicos de performance corporal tem ganhado espaço em clínicas especializadas. Entre essas inovações está o CM Slim, equipamento que vem sendo incorporado aos protocolos do Dr. Lucas Minari, médico, como um recurso complementar para ganho de massa magra, melhora do tônus muscular e estabilidade metabólica.
Segundo o médico, a tecnologia chega como um reforço estratégico para pacientes que já seguem acompanhamento clínico e desejam aprimorar a qualidade muscular de forma segura.
Como funciona o CM Slim
O CM Slim atua por meio de contrações musculares profundas e de alta intensidade, superiores às contrações voluntárias realizadas durante o treino convencional.
Esse estímulo promove:
ativação muscular intensa
aumento de força e firmeza
estímulo à hipertrofia e à qualidade do músculo
“O CM Slim não substitui o treino físico, mas potencializa o estímulo muscular quando usado dentro de um protocolo bem indicado”, explica o Dr. Lucas Minari.
Efeito também na gordura localizada
Além do impacto direto sobre a musculatura, a ativação intensa aumenta a demanda energética local, favorecendo a liberação e a quebra de ácidos graxos na região tratada.
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O resultado clínico é a combinação de:
maior tônus muscular
redução de gordura localizada
melhora do contorno corporal
Indicação estratégica após o emagrecimento
De acordo com o médico, o CM Slim é especialmente útil para pacientes que já passaram pelo processo de emagrecimento e entram na fase de manutenção e construção de massa muscular — um período considerado crítico para o risco de reganho de gordura.
“Essa transição precisa ser bem conduzida. O CM Slim ajuda a tornar o processo mais eficiente, com melhor estímulo muscular e maior estabilidade metabólica”, afirma.
Tecnologia dentro de um protocolo médico individualizado
O Dr. Lucas Minari reforça que o uso do CM Slim faz parte de uma estratégia mais ampla, que leva em conta:
fase metabólica do paciente
alimentação e treino
histórico clínico
objetivos individuais
“Cada fase do processo exige uma estratégia diferente. Quando o corpo recebe o estímulo correto, no momento certo, ele responde melhor”, destaca.
Conclusão
O CM Slim se consolida como uma ferramenta complementar dentro de protocolos médicos de hipertrofia e definição muscular, auxiliando na melhora do tônus, na redução de gordura localizada e na transição segura entre emagrecimento e ganho de massa — sempre com indicação individualizada e acompanhamento médico.
Psicóloga explica como o transtorno pode afetar a comunicação do casal — e como é possível reconstruir a conexão
Muitos relacionamentos terminam não por falta de amor, mas por uma sensação constante de desgaste emocional. Discussões frequentes, promessas não cumpridas e a impressão de que o carinho foi engolido pela rotina fazem parte da queixa de muitos casais. Em parte desses casos, o que está por trás do conflito é o TDAH — Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade — ainda pouco compreendido na vida a dois.
Segundo a Dra. Sandra Villela, psicóloga, o TDAH pode interferir profundamente na dinâmica do relacionamento quando não é reconhecido.
“O transtorno embaralha a comunicação, distorce intenções e mina a paciência dos dois lados. Aos poucos, o casal deixa de se conectar e passa a se defender”, explica.
Quando a comunicação vira conflito
Em relacionamentos onde o TDAH está presente, é comum que conversas simples evoluam para discussões recorrentes. Isso acontece porque o transtorno afeta funções como atenção, organização emocional, impulsividade e memória de trabalho.
Quem não tem TDAH pode se sentir ignorado, não priorizado ou pouco valorizado. Quem tem o transtorno, por outro lado, vive em constante estado de alerta, tentando não errar, não frustrar e não decepcionar.
“O relacionamento deixa de ser um espaço de troca e passa a ser um campo de proteção emocional”, afirma a psicóloga.
Não é desinteresse, é funcionamento neurológico
A Dra. Sandra Villela reforça que muitos comportamentos interpretados como desleixo, frieza ou falta de compromisso não têm relação com ausência de amor.
“O problema não é o sentimento. É a falta de informação, de recursos e de estratégias adequadas para lidar com o impacto do TDAH no cotidiano da relação.”
A ausência de diagnóstico ou de psicoeducação costuma gerar um ciclo de frustração, culpa e mal-entendidos, que se retroalimentam ao longo do tempo.
Quando a compreensão entra, a relação muda
De acordo com a psicóloga, quando o casal passa a compreender como o TDAH funciona, a dinâmica começa a se transformar. O foco deixa de ser a culpa e passa a ser o ajuste.
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Esse processo envolve:
comunicação mais clara e objetiva
expectativas mais realistas
acordos práticos para o dia a dia
desenvolvimento de empatia dos dois lados
“Com informação e estratégias, o relacionamento fica mais leve. O casal aprende a se adaptar ao transtorno, em vez de lutar contra ele”, explica.
Reconstruir é possível
A especialista destaca que lidar com o TDAH no relacionamento não significa desistir de quem se ama, mas aprender a amar de uma forma mais consciente e estruturada.
Conclusão
O TDAH, quando não reconhecido, cria ruídos que afastam. Quando compreendido, abre espaço para reconstrução, respeito e conexão real. Amor continua sendo essencial — mas, sozinho, ele não resolve. Informação e estratégia fazem toda a diferença.
Negócio liderado pelo optometrista Bruno Costa aposta em atendimento humanizado e experiência técnica para se consolidar no setor
A Ótica Sonho dos Olhos nasceu com uma proposta clara: transformar o cuidado com a saúde visual em um serviço acessível, técnico e centrado nas pessoas. Fundada pelo empresário Bruno Costa, a empresa foi estruturada a partir de quase duas décadas de experiência no setor óptico e de uma estratégia voltada à construção de valor de longo prazo.
“O ponto de partida foi o desejo de promover o cuidado com a saúde visual dos nossos clientes. Acreditamos que oferecemos uma segunda visão”, afirma Costa. Segundo ele, a falta de óculos adequados, especialmente para pessoas com graus mais elevados, pode comprometer diretamente a autonomia e a qualidade de vida. “A ausência de óculos pode significar a perda da capacidade de enxergar. Nosso objetivo sempre foi proporcionar cuidado, atenção e amor à saúde visual.”
A trajetória da Sonho dos Olhos se desenvolve em um momento de expansão do mercado óptico no Brasil. Em 2024, o setor alcançou cerca de R$ 27 bilhões em faturamento, com mais de 71 mil pontos de venda em operação, registrando crescimento em relação a 2023. Já em 2025, a expectativa do mercado é de continuidade dessa curva positiva, impulsionada pelo envelhecimento da população, pelo aumento do tempo de exposição a telas e pela maior conscientização sobre saúde visual.
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Apesar do cenário favorável, os primeiros anos de operação exigiram resiliência. “O principal desafio foi a consolidação da marca e o reconhecimento no mercado”, explica Costa. “Mesmo estando em avenidas de grande visibilidade, éramos uma marca nova, e a construção do branding inicial foi um dos maiores obstáculos.”
A estratégia adotada para superar essa fase passou pela combinação de atendimento personalizado, rigor técnico e posicionamento claro. A empresa apostou em relacionamento próximo com o cliente e na entrega de soluções ópticas adequadas às necessidades individuais, o que contribuiu para o fortalecimento da marca no mercado local.
Hoje, a Sonho dos Olhos acompanha uma tendência crescente no varejo de saúde: negócios que unem gestão estratégica, conhecimento técnico e propósito desde a sua origem. Em um setor cada vez mais competitivo e profissionalizado, a experiência do cliente e a confiança construída no atendimento seguem como diferenciais decisivos para a expansão sustentável.