Com três unidades em São Paulo e faturamento mensal de R$ 1,5 milhão, rede aposta em tecnologia, gestão de excelência e mentoria para dentistas empreendedores
Em apenas alguns anos, a Tiger Odontologia Digital se transformou em um dos maiores cases de sucesso do setor de saúde no Brasil. Fundada do zero pelos dentistas Dr. Luiz Fernando Coli e Dr. Daniel Sene, a rede alcançou um faturamento mensal de R$ 1,5 milhão com apenas três clínicas em São Paulo — e se destaca por um modelo de operação altamente tecnológico, integrado e replicável, que está atraindo a atenção de investidores e empreendedores do setor odontológico.
Desenvolvimento: Desde a primeira unidade, a Tiger nasceu com um propósito claro: oferecer odontologia de altíssimo nível, aliando agilidade, precisão e experiência digital completa para o paciente. Hoje, todas as unidades contam com equipamentos de ponta como raio-X panorâmico, escâneres intraorais e radiografias digitais de alta resolução. A digitalização permite diagnósticos mais rápidos, tratamentos mais previsíveis e entrega de próteses em tempo recorde, graças ao laboratório interno de prótese dentária totalmente integrado aos fluxos clínicos.
Mas a inovação não para na tecnologia. A Tiger desenvolveu uma operação de gestão clínica refinada, com processos robustos, equipe própria de marketing, atendimento especializado de leads e treinamentos constantes. Essa estrutura garante escalabilidade e um padrão de atendimento elevado em todas as unidades, posicionando a rede anos à frente do modelo tradicional de clínicas odontológicas.
“A Tiger é resultado de uma obsessão por excelência em todas as etapas da jornada do paciente. Criamos uma estrutura que combina o que há de mais moderno em odontologia com uma operação de negócios que entrega resultado real, mês a mês”, explica o cofundador Dr. Luiz Fernando Coli.
Tiger Odontologia Digital – Crédito da Foto: Divulgação
Mentoria e expansão Com o sucesso da operação, os sócios criaram um programa de mentoria presencial para dentistas empreendedores, revelando os bastidores do modelo Tiger e capacitando profissionais para replicarem esse padrão de gestão e inovação. O programa já conta com dezenas de mentorados em formação e é um dos pilares da estratégia de expansão da rede.
Ainda em 2025, a Tiger Odontologia planeja abrir novas unidades por meio de parcerias estratégicas. O plano de crescimento arrojado inclui a seleção de dentistas-investidores com perfil empreendedor, dispostos a aplicar o modelo Tiger com o suporte direto dos fundadores.
“Acreditamos que a odontologia pode ser muito mais do que clínica: ela pode ser um negócio sólido, rentável e transformador. Nossa missão agora é expandir esse modelo com parceiros certos e estrutura completa para crescer com qualidade”, afirma Dr. Daniel Sene.
Tiger Odontologia Digital – Crédito da Foto: Divulgação
Sobre a Tiger Odontologia Digital Com unidades em Moema, Vila Mariana e Tatuapé, a Tiger Odontologia Digital já atendeu milhares de pacientes com uma proposta de valor única: tecnologia de ponta, gestão eficiente e atendimento humanizado. A rede é hoje referência no setor e símbolo de uma nova era da odontologia no Brasil.
Médico dermatologista Dr. Lourenço Azevedo alerta população que diagnóstico atrasado pode transformar procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa da doença
Os recordes históricos das altas temperaturas registradas, no último mês de dezembro, marcaram o início da estação climática mais aguardada pelos brasileiros: o verão. Os registros iniciais confirmam que os termômetros ficarão aquecidos até o até o início do outono, ou seja, período que deve ser mantido o alerta para os cuidados à prevenção do câncer de pele, enfermidade que segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, com mais de 220 mil novos casos anuais.
O uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o emprego de barreiras físicas — como chapéus e roupas com proteção ultravioleta — e a evitação da exposição solar entre 10h e 16h seguem sendo medidas essenciais, sobretudo em um período marcado visitação de praias, a utilização de piscinas, a prática de esportes ao ar livre e o lazer sob o sol, quando a incidência dos raios ultravioleta é mais intensa e constante.
De acordo com o médico dermatologista e tricologista. Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166292/SP), no Brasil, os registros que indicam câncer de pele apontam para três tipos da enfermidade: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. O especialista destaca que o CBC é o tipo mais frequente entre os brasileiros e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
“Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma “feridinha que não cicatriza”, uma pápula brilhante ou rosada”, destaca. “Já o CEC tem o risco maior de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, de se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção”, acrescenta.
Em relação ao tipo Melanoma, o médico alerta que é o tumor mais grave da pele, sendo que responde pela maior parte das mortes. “Ele pode aparecer como um novo sinal ou como uma mudança em uma pinta já existente. Assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida são sinais de alerta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença — quando descoberto no início, as taxas de cura são muito altas”, explica o Dr. Lourenço Azevedo.
Embora o sol seja o principal agente causador de um câncer de pele, outros fatores também aumentam o risco. O especialista destaca que é importante ter conhecimento sobre o histórico familiar ao melanoma, cuidados redobrados às pessoas de pele clara, olhos claros, cabelo ruivo ou loiro, que queimam com facilidade, a presença de muitas pintas ou nevos atípicos, entre outros alertas.
“A consulta dermatológica é fundamental, porquê muitos cânceres de pele passam despercebidos pelo paciente nos estágios iniciais, período quando a chance de cura é maior. O dermatologista faz o chamado exame de corpo inteiro, identifica lesões suspeitas, acompanha pintas e orienta medidas preventivas personalizadas. Além disso, pode realizar a dermatoscopia, que aumenta muito a precisão do diagnóstico”, ressalta o médico.
É importante frisar que quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento simples e cura.“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, finaliza o especialista que orienta que a população em geral deve visitar o consultório médico anualmente e as pessoas de risco aumentado a cada seis meses.
Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ortopedia avalia técnica que reconstrói ligamentos sem agredir áreas de crescimento e oferece estabilidade do joelho a pacientes jovens
Um estudo conduzido por especialistas brasileiros em ortopedia projeta novos caminhos para o tratamento da instabilidade patelar em crianças e adolescentes, condição que provoca deslocamentos recorrentes da rótula e afeta mobilidade, autonomia e participação social.
Entre os autores da pesquisa está o ortopedista Dr. Maurício Armede, referência nacional ortopedia e traumatologia e um dos nomes mais atuantes na consolidação de técnicas seguras para pacientes pediátricos.
A investigação, divulgada na Revista Brasileira de Ortopedia, avaliou uma abordagem cirúrgica desenhada especificamente para crianças e jovens ainda em desenvolvimento ósseo, um desafio histórico da ortopedia. O método combina a reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o ligamento patelotibial medial, estruturas fundamentais para impedir o deslocamento da patela. A técnica evita perfurações ósseas e reduz o risco de dano às cartilagens de crescimento, responsáveis pelo desenvolvimento do membro ao longo da infância e adolescência.
O procedimento utiliza o tendão semitendíneo como enxerto e é realizado por pequenas incisões com apoio de radioscopia, o que reduz agressões à articulação.
Para o Dr. Maurício Armede, a preservação do crescimento é um pilar ético e técnico no atendimento pediátrico. “O objetivo é estabilizar a patela sem comprometer o crescimento. Essa técnica permite alcançar esse equilíbrio”, explica o ortopedista, que acompanha casos de instabilidade recidivante e observa impactos físicos e emocionais significativos em pacientes jovens.
O estudo monitorou sete pacientes, com idade média de 11 anos e histórico de múltiplos episódios de luxação da patela. Após 12 meses de acompanhamento clínico, nenhum deles apresentou recidiva. A pesquisa registrou melhora na mobilidade, evolução dos escores funcionais internacionais e desaparecimento completo do sinal de apreensão, marcador clássico da instabilidade patelar. O desempenho sugere que estabilizar o joelho em idade escolar pode evitar afastamentos de atividades físicas e reduzir limitações sociais associadas à dor e insegurança na marcha.
Os autores avaliam que a reconstrução combinada dos ligamentos pode se consolidar como alternativa segura e eficiente, inclusive em crianças que apresentam características anatômicas predisponentes.
A equipe reforça que o acompanhamento médico continua indispensável até o término do crescimento ósseo, já que alguns casos podem demandar novas intervenções com o avanço da adolescência.
Ao participar da pesquisa, o Dr. Armede reafirma a contribuição científica brasileira para a ortopedia pediátrica, área em que a oferta de técnicas adaptadas ao crescimento ainda é restrita. O estudo reforça que estabilizar o joelho significa devolver locomoção, segurança, confiança e qualidade de vida, elementos que interferem diretamente na socialização e no desenvolvimento saudável na infância.
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