Assessoria
Painel SMM: o que é, como funciona e como escolher (2025)
Published
11 meses agoon
Este guia explica, de forma objetiva e profissional, o funcionamento de um painel SMM — a infraestrutura por trás da compra e revenda de serviços como comprar seguidores, comprar curtidas e comprar visualizações. Se você é criador, social media ou agência, entender a operação, os riscos e as métricas é essencial para decisões sustentáveis.
Sumário
- Conceito e componentes de um painel SMM
- Fluxo operacional: do pedido à entrega
- Integração por API: o que observar
- Qualidade, SLA e prazos
- Precificação e margens de revenda
- Riscos, compliance e boas práticas
- Métricas que importam
- Perguntas frequentes (FAQ)
Conceito e componentes de um painel SMM
Um painel SMM é uma plataforma que concentra oferta e demanda de serviços de redes sociais. Na prática, ele conecta clientes a diversos fornecedores por meio de integrações e automatiza a execução dos pedidos. O objetivo é dar escala, previsibilidade e preços competitivos. Entre os principais componentes, destacam-se:
- Catálogo de serviços: seguidores, curtidas, visualizações, comentários, salvamentos, compartilhamentos.
- Módulo de pedidos: formulário com link do perfil/post, quantidade, velocidade, origem (ex.: Brasil) e observações.
- Carteira/saldo: depósito, créditos e histórico financeiro.
- Roteamento de fornecedores: seleção automática/manual do provedor com melhor custo/benefício.
- Monitoramento: status do pedido (em andamento, concluído, reembolsado), taxa de queda e reposições.
- Relatórios e exportação: métricas de entrega, custos, margens e performance por serviço.
Plataformas consolidadas, como a Popular Hoje, também oferecem documentação clara de serviços, prazos e políticas de reposição, reduzindo fricção no atendimento.
Fluxo operacional: do pedido à entrega
- Cadastro e saldo: o cliente cria conta e adiciona créditos.
- Criação do pedido: informa link, quantidade, velocidade e segmentação (quando disponível).
- Roteamento: o painel escolhe o fornecedor com base em preço, capacidade e SLA.
- Execução: o fornecedor recebe o pedido via API e inicia a entrega.
- Monitoramento: o painel acompanha status, taxas de queda e confirmações parciais.
- Fechamento: pedido concluído; em caso de queda, aciona-se a reposição conforme política.
Esse fluxo, quando bem implementado, garante previsibilidade para demandas pontuais (lançamentos) e recorrentes (calendarização mensal de conteúdo).
Integração por API: o que observar
As integrações viabilizam escala. Ao avaliar um provedor ou painel com API SMM, observe:
- Autenticação e segurança: uso de chaves, rate-limits e logs.
- Endpoints essenciais: criação de pedido, status, balance, serviços, cancelamento e reposição.
- Velocidade e granularidade: controle de drip, limites por minuto/hora e janela de execução.
- Versionamento e documentação: changelog, exemplos claros e canais de suporte.
Uma boa API reduz erros manuais, acelera atendimento e permite construir dashboards próprios — úteis para agências que operam revenda em alto volume.
Qualidade, SLA e prazos
Os serviços variam em velocidade, retenção e consistência. Defina SLAs e expectativas realistas:
- Velocidade: instantânea vs. gradual (drip). Uso tático depende do objetivo do post.
- Retenção: estabilidade de seguidores/curtidas ao longo dos dias.
- Reposição: prazo e condições em caso de queda acima do normal.
- Suporte: canais e tempo de resposta.
Relate por que determinados serviços custam mais: origem segmentada (ex.: Brasil), retenção superior e suporte dedicado impactam preço e margem.
Precificação e margens de revenda
Para agências e revendedores, a precificação precisa equilibrar competitividade e saúde financeira. Considere:
- CPM/CPU por 1.000 unidades: base de custo do fornecedor.
- Taxas de pagamento: cartão, Pix intermediado, gateways.
- Custo de suporte: atendimento, reembolsos, reposições.
- Impostos e compliance: regime tributário e notas fiscais.
- Descontos por volume: tiers para clientes recorrentes.
Estratégias comuns incluem margem variável por serviço (maior para serviços críticos e com SLA robusto) e pacotes combinados (ex.: comprar seguidores + comprar curtidas + comprar visualizações) com ticket médio mais alto.
Riscos, compliance e boas práticas
- Promessas irreais: “entrega 100% real e instantânea sempre” indica risco; prefira transparência.
- Anomalias de sinais: muitos números em pouco tempo podem parecer artificiais; ajuste drip e volumes.
- Dependência: evite operar com um único fornecedor; mantenha redundância.
- Políticas das plataformas: use moderação, evite automações agressivas e preserve a experiência do usuário final.
Boas práticas incluem educação do cliente, alinhamento de expectativas, relatórios claros e orientação sobre conteúdo de qualidade. Lembre-se: o painel é um meio. O valor para o cliente vem da combinação entre entrega, estratégia e suporte.
Métricas que importam
- Taxa de sucesso do pedido: proporção de pedidos concluídos sem intervenção.
- Tempo médio de atendimento: da criação à conclusão.
- Taxa de queda e reposição: saúde dos serviços entregues.
- NPS/satisfação: percepção do cliente sobre suporte e consistência.
- Margem média por pedido: rentabilidade por tipo de serviço.
Para criadores, avalie também alcance de não seguidores, ER por post e conversões (leads, vendas, mensagens). Para agências, mensure LTV, churn e ticket médio por cliente.
Perguntas frequentes (FAQ)
O que é um painel SMM?
É uma plataforma que centraliza serviços de engajamento (seguidores, curtidas, visualizações, etc.), automatizando pedidos a fornecedores por API.
Como funciona a integração por API?
O painel envia pedidos para o fornecedor por endpoints autenticados, recebe status e consolida tudo para o cliente final em tempo quase real.
Como escolher um painel?
Priorize estabilidade, prazos, política de reposição, reputação e suporte responsivo. Evite promessas impossíveis e falta de transparência.
Qual risco para o perfil do cliente?
Volumes abusivos, fontes de baixa qualidade e sinais inconsistentes podem reduzir alcance. Use moderação e combine com conteúdo de valor.
É possível revender com lucro?
Sim. Calcule custos completos (fornecedor, taxas, suporte, impostos) e adote margens por serviço e descontos por volume.
Onde encontrar serviços confiáveis?
Plataformas consolidadas como a Popular Hoje publicam catálogos, prazos e políticas claras, além de oferecer suporte e reposição quando necessário.
Conteúdo editorial produzido pela equipe Popular Hoje para profissionais, criadores e agências que querem entender como um painel SMM opera em 2025.
Assessoria
Vibra Brasil redefine o conceito de cachaça ao unir origem, propósito e crescimento acelerado no mercado
Published
2 semanas agoon
17 de março de 2026
Marca brasileira transforma tradição em experiência premium e ganha destaque entre consumidores exigentes
O mercado de bebidas premium no Brasil vive um momento de transformação, e a cachaça símbolo nacional passa por um reposicionamento importante. Nesse contexto, a Vibra Brasil surge como uma marca que não apenas acompanha essa evolução, mas ajuda a liderá-la.
Com uma proposta que vai além do convencional, a Vibra Brasil se apresenta como uma cachaça diferenciada, construída a partir de valores como autenticidade, origem e propósito. A marca tem suas raízes no Cerrado Mineiro, região reconhecida pela qualidade da produção agrícola e pelas características únicas que influenciam diretamente no perfil sensorial do destilado.
De acordo com o portal Mapa da Cachaça, iniciativas como a da Vibra Brasil refletem uma nova geração de produtores que enxergam a bebida como expressão cultural e não apenas como produto de consumo. Isso significa um olhar mais atento à cadeia produtiva, à sustentabilidade e à experiência do consumidor.
Esse cuidado se traduz em uma bebida que entrega mais do que qualidade: entrega história. Cada garrafa carrega elementos que remetem ao Brasil profundo, às origens da cana-de-açúcar e à tradição dos alambiques, mas com uma abordagem moderna e alinhada às exigências do mercado atual.
Outro ponto de destaque é o crescimento da marca. Em um segmento altamente competitivo, a Vibra Brasil vem ampliando sua presença e conquistando novos públicos, especialmente entre consumidores que buscam produtos exclusivos e com identidade. Esse crescimento é impulsionado por uma estratégia bem definida, que une branding, storytelling e presença digital.

A comunicação da marca, especialmente nas redes sociais, reforça esse posicionamento. No Instagram oficial
👉 https://www.instagram.com/cachaca.vibrabrasil
É possível acompanhar conteúdos que valorizam o lifestyle, a experiência de consumo e a conexão emocional com o público.
Além disso, a Vibra Brasil acompanha uma tendência global: a valorização de produtos com origem e propósito. Assim como vinhos e whiskies premium, a cachaça ganha espaço como uma bebida sofisticada, capaz de competir em mercados internacionais.
A proposta da marca é clara: mostrar que a cachaça brasileira pode ser premium, moderna e, ao mesmo tempo, fiel às suas raízes.
Para quem deseja conhecer mais sobre a Vibra Brasil ou adquirir o produto, a empresa disponibiliza canais diretos:
📞 Telefone comercial: (11) 98868-0461
📧 E-mail: cachacavibrabrasil@gmail.com
Com identidade forte, crescimento consistente e uma proposta diferenciada, a Vibra Brasil se consolida como uma marca que representa o novo momento da cachaça no Brasil, um momento em que tradição e inovação caminham lado a lado para conquistar o mundo.
Assessoria
O que o BBB e a literatura sem filtro revelam sobre a nossa hipocrisia?
Published
4 semanas agoon
27 de fevereiro de 2026
Em tempos em que o BBB 26 escancara nossas contradições, obra “Sem Vergonha na Cara” nos ensina a encará-las sem hipocrisia
Em meio às discussões acaloradas nas redes sociais a cada nova edição do Big Brother Brasil, uma pergunta volta a circular: somos realmente tão coerentes e politicamente corretos quanto gostaríamos de parecer?
O reality show, considerado por muitos um verdadeiro laboratório social, expõe conflitos, contradições, julgamentos precipitados e cancelamentos instantâneos. Em poucas horas, participantes são elevados ao status de heróis ou rebaixados à condição de vilões nacionais. O tribunal da internet não dorme, e raramente pondera.
É justamente nesse cenário que o livro “Sem Vergonha na Cara”, da escritora Silvia Pilz, ganha força e atualidade.
A obra reúne crônicas e contos que funcionam como um espelho incômodo, mas não moralista. Ao abordar comportamento, sexo, educação e as camadas mais frágeis da natureza humana, Silvia desmonta o “mundinho engessado” das aparências e questiona a ilusão daqueles que se imaginam fora da caixinha, quando, na verdade, apenas habitam outra caixa socialmente aceita.
Diferente de autores que apontam o dedo e expõem o leitor ao constrangimento, Silvia apoia o espelho na parede e se coloca ao lado dele. Ela não escreve do alto de uma superioridade moral. Pelo contrário: reconhece-se parte da mesma manada que critica.
O politicamente correto como performance
Se o BBB evidencia como somos rápidos em julgar, e ainda mais rápidos em cancelar, “Sem Vergonha na Cara” lembra que a hipocrisia não é exclusividade de quem está sob as câmeras. Ela está nas conversas privadas, nos julgamentos silenciosos e nas contradições que tentamos esconder debaixo do tapete.
A chamada “ditadura do politicamente correto”, tema presente no livro, não é tratada como defesa de discursos ofensivos, mas como crítica à performance social. Quantas opiniões são genuínas? Quantos posicionamentos são apenas estratégias de aceitação?
Normalizar a imperfeição
Em uma era em que deslizes são eternizados por prints e cortes virais, a obra convida o leitor a rir de si mesmo, exercício cada vez mais raro. Para apreciar os textos, é preciso disposição para reconhecer falhas, contradições e desejos pouco nobres sem recorrer imediatamente à indignação pública.
O livro não busca absolver comportamentos questionáveis nem relativizar responsabilidades. Mas provoca uma reflexão necessária: ninguém é perfeitamente coerente o tempo todo. Somos complexos, moldados por crenças, valores, medos e impulsos que nem sempre cabem em narrativas simplificadas de certo e errado.
Talvez o verdadeiro incômodo não esteja nas atitudes dos confinados do reality show, mas no fato de que, fora da casa mais vigiada do Brasil, também desempenhamos papéis — com filtros, máscaras e discursos estrategicamente ajustados.
“Sem Vergonha” surge, assim, como leitura oportuna para um tempo em que o julgamento é instantâneo, mas a autocrítica é rara. Um convite à honestidade emocional, ao riso desconcertado e, principalmente, à coragem de admitir: somos todos imperfeitos.
E talvez esteja mais do que na hora de normalizar isso.
Assessoria
Brazil Connection completa 10 anos: CEO destaca padrão operacional no turismo receptivo do Rio
Published
1 mês agoon
19 de fevereiro de 2026
A Brazil Connection completa 10 anos de atuação no Rio de Janeiro com uma marca construída na rotina: operação diária, processos claros e um padrão de atendimento que prioriza previsibilidade. Em um destino intenso e dinâmico, onde logística pode virar estresse em poucos minutos, a empresa se consolidou ao transformar organização em tranquilidade para quem chega.
Ao longo de uma década, o turismo mudou e o Rio também. A jornada do viajante ficou mais digital, a exigência por clareza aumentou e a tolerância a falhas diminuiu.
Nesse cenário, o receptivo passou a ser cada vez mais decisivo para a experiência final: não basta o destino ser desejado, é preciso que tudo funcione do ponto de encontro ao retorno.
À frente desse percurso, o CEO da Brazil Connection, Bruno Mann, conduziu a empresa com foco em método, padronização e melhoria contínua, fortalecendo também a relação com parceiros B2B que dependem de execução consistente para proteger sua própria reputação.
Método para escalar sem perder qualidade
Crescer no turismo receptivo exige mais do que aumentar volume: exige consistência. Para o CEO, o que sustenta uma operação saudável é a combinação de rotina bem desenhada, time treinado e comunicação objetiva, com orientações simples e verificáveis. Em vez de depender de improviso, a empresa estruturou processos para reduzir ruídos, antecipar dúvidas e manter a experiência estável mesmo em dias de alta demanda.
Essa disciplina se traduz em pequenas decisões que fazem diferença: confirmação clara, instrução de embarque que evita desencontro, definição de janelas de horário realistas e um padrão de suporte que não desaparece depois que o serviço começa. O objetivo é que o cliente se sinta seguro desde o primeiro contato — não apenas quando entra no veículo.
O modelo também amadureceu com o aprendizado de campo. Em dez anos, a operação atravessou diferentes contextos e picos de fluxo, precisando ajustar rotas, janelas e formatos de orientação. Essa evolução contínua virou cultura interna: revisar o que pode melhorar, simplificar o que está complexo e manter o que funciona.
Em depoimento pela Brazil Connection, Bruno Mann resume a lógica por trás do método: “O melhor receptivo é aquele em que a logística não vira protagonista. Quando a informação chega certa e a operação é consistente, o viajante relaxa e a experiência acontece.”
Na prática, a empresa entende que qualidade precisa ser “replicável”. Por isso, o foco é fazer com que o padrão se mantenha independentemente do horário, do fluxo do dia ou do volume de atendimentos — um cuidado essencial quando o receptivo deixa de ser um serviço pontual e vira uma operação contínua.
Turismo do Rio em alta e um viajante mais exigente
O momento de 10 anos também coincide com um ciclo positivo do turismo no estado, com aumento do fluxo de visitantes e retomada mais intensa da presença internacional. Esse crescimento traz oportunidades, mas também eleva o nível de cobrança. Quanto maior for o volume, maior o impacto de pequenos erros e mais necessário se torna operar com padrão.
O perfil do turista mudou. Hoje, o viajante compara informações em tempo real, espera respostas rápidas e valoriza transparência: o que está incluso, como funciona, qual é o ponto de encontro, qual o tempo estimado, o que fazer em caso de alteração. Ou seja: experiência não é só o passeio em si — é o antes, o durante e o depois.
São por esses motivos que o receptivo deixou de ser “apenas transporte” e passou a ser uma etapa estratégica da viagem. Quando a operação é clara, a cidade fica mais leve para quem visita. Quando é confusa, a frustração aparece antes mesmo do roteiro começar.
Esse é um ponto que a empresa reforça como prioridade: orientar bem para evitar ansiedade, alinhar expectativas para evitar sensação de “propaganda enganosa” e manter um suporte consistente para reduzir insegurança, especialmente com turistas que chegam ao Rio pela primeira vez.
O diferencial do receptivo da Brazil Connection: previsibilidade, orientação e suporte
No turismo receptivo, detalhe não é detalhe. Uma orientação mal explicada pode causar atraso; um ponto de encontro confuso pode gerar estresse; uma janela de horário mal planejada pode comprometer o dia inteiro do viajante. Por isso, a Brazil Connection estruturou rotinas que valorizam clareza e previsibilidade como parte do serviço.
A lógica é simples: se o cliente entende o que vai acontecer, ele se organiza melhor e aproveita mais. Isso inclui mensagens objetivas, orientações de embarque sem linguagem difícil, confirmação com antecedência e um suporte que realmente resolve — não apenas responde.
Quando o viajante compra experiências com agenda apertada, a precisão passa a ser ainda mais importante. Em muitos casos, o cliente está encaixando roteiros, conexões e horários de visita, e a fluidez da operação define se o dia vai render ou virar uma sequência de contratempos. É nesse ponto que entram também os passeios no Rio de Janeiro, em que a expectativa é alta e o tempo costuma ser curto.
Em fala institucional, Bruno Mann explica o foco da operação: “A gente trabalha para reduzir fricção. O cliente não quer ‘descobrir’ como funciona no susto. Ele quer entender antes, se sentir seguro e simplesmente viver o Rio.”
E é por isso que a empresa prioriza uma experiência que começa na informação: quanto mais clara for a orientação, menos ansiedade o viajante sente — e mais o Rio se transforma em vivência, não em logística.
Confiança como ativo: reputação construída na entrega repetida
Em receptivo, confiança é um ativo real e não se constrói com um bom dia isolado. Ela nasce da entrega repetida: pontualidade coerente, orientação correta, transparência sobre prazos e suporte quando existe imprevisto. Isso é ainda mais relevante em destinos urbanos, onde fatores externos podem interferir no tempo e na logística.
Por essa razão, a empresa investe em padronização operacional e em uma cultura de atendimento que prioriza o que é mais sensível para o viajante: previsibilidade e cuidado. A experiência do cliente melhora quando ele não precisa “adivinhar” e quando percebe que existe organização por trás do serviço.
Esse padrão também sustenta o relacionamento B2B. Agências e operadoras que vendem o destino dependem de parceiros que executem com consistência, porque a avaliação final recai sobre quem vendeu, mesmo quando a falha foi operacional. Quando a execução é sólida, a parceria se fortalece e o destino fica mais fácil de comercializar.
Em depoimento, Bruno Mann reforça o valor da consistência: “Confiança não nasce de promessa, nasce de entrega. O parceiro precisa ter certeza de que o padrão vai se repetir, porque é isso que protege a experiência do cliente final.”
Na visão da empresa, esse compromisso é o que sustenta uma reputação de longo prazo: repetir o básico muito bem feito, ajustar rapidamente quando necessário e manter o suporte como parte do serviço — não como um extra.
10 anos de Brazil Connection: o próximo ciclo do receptivo no Rio
O aniversário de 10 anos marca um fechamento de ciclo e, ao mesmo tempo, um ponto de partida. Com o turismo em retomada e o Rio ganhando novo fôlego em fluxo de visitantes, a tendência é que a demanda por operações mais profissionais aumente ainda mais, especialmente em períodos de alta temporada e grandes eventos.
O próximo passo, portanto, não é “mudar tudo”, mas fortalecer o que sustenta a experiência: mais padronização, mais clareza na comunicação e mais aprofundamento de relacionamento com parceiros. É um crescimento pensado para manter consistência, sem perder o cuidado com a jornada do passageiro.
Em vez de ampliar apenas volume, a proposta é evoluir qualidade: reduzir ruídos, encurtar o caminho da informação, tornar o suporte mais previsível e manter a experiência fluida do primeiro contato ao fim do serviço.
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