Cada vez mais pessoas buscam imersões na natureza para reconectar-se com o ambiente natural e encontrar uma pausa do ritmo agitado da vida contemporânea. Segundo pesquisa da Global Wellness Institute – GWI, divulgada pelo ministério do turismo, houve um crescimento do segmento em todo o mundo e prevê-se que o mercado atinja 1,1 trilhão de dólares em 2025. Essas atividades têm o potencial de contribuir para a redução da ansiedade, do estresse e da depressão, ao mesmo tempo que promovem o bem-estar tanto físico quanto mental. O conceito de imersões na natureza envolve participar de atividades que permitam um contato profundo com o meio ambiente, como retiros de yoga e meditação, viagens de ecoturismo e experiências de permacultura. Outros benefícios são a melhora do humor, o aumento da sensação de bem-estar, o fortalecimento do sistema imunológico e a redução do risco de doenças crônicas. Ao optar por uma imersão na natureza é crucial levar em consideração os próprios interesses, o nível de experiência e o orçamento disponível. Tais atividades estão amplamente disponíveis em várias partes do mundo.
Anderson Zanchin – Crédito da Foto: By ComunicaZan / Produtora de Conteúdo
O estrategista em Personal branding e Marketing pessoal Anderson Zanchin, viu nos retiros e imersões uma oportunidade de relaxar a mente. “Desfrutar da serenidade e beleza da Casa Bacarirá é essencial para minha revitalização e aprimoramento profissional. O ritmo frenético dos atendimentos, aulas e palestras tende a consumir minhas energias. Entretanto, neste enclave de tranquilidade, encontro meu refúgio. O contato íntimo com a natureza me renova e me possibilita retornar ao trabalho com renovada concentração e perspicácia. Conhecer Sofia Widmer e dona Regin Valentim, e testemunhar seu estilo de vida acolhedor, redefine minha visão de mundo. A imersão na natureza tem catalisado uma nova perspectiva sobre meu trabalho, permitindo-me identificar áreas de aprimoramento e conceber estratégias inovadoras para minha clientela. O resultado? Clientes mais satisfeitos e um crescimento empresarial exponencial. Sinto-me profundamente grato por ter descoberto a Casa Bacarirá e por ter vivenciado essa transformação pessoal e profissional.” – revela Anderson Zanchin.
Regina Valentim – Crédito da Foto: By ComunicaZan / Produtora de Conteúdo
Situada em São Sebastião, São Paulo, a Casa Bacarirá, conhecido sitio da região é reconhecida como um local de retiro para os indivíduos que desejam estabelecer uma conexão equilibrada com o meio ambiente. Com uma extensão de mais de vinte hectares de Mata Atlântica preservada, o espaço proporciona uma variedade de atividades voltadas ao turismo sustentável e ao bem-estar físico e mental.
Sítio Bacarirá: um refúgio para quem busca viver em harmonia com a natureza
O sítio foi fundado em 1979 pelo Friedrich Widmer, engenheiro agrônomo e ecólogo alemão, que veio ao Brasil fascinado com as florestas tropicais e por sua esposa, Regina Valentim, uma estudante de dança, alemão e psicologia, que também se interessava pelas matas e rios.
Inicialmente, o sítio sobrevivia com a produção agroflorestal de banana e nesta época chegaram a abrigar o primeiro centro cultural comunitário da região. Contudo, em 2000, com o auxílio de um investidor inglês, foi transformado no Camburi Hostel, Albergue da Juventude, filiado à Rede Hostelling International. O hostel foi administrado pela família por uma década, mas enfrentou desafios e mudanças que levaram a uma pausa temporária entre 2011 e 2014.
Já em 2015, a família resolveu inaugurar a Casa Bacarirá, uma hospedagem focada em turismo sustentável, saúde e bem-estar.
A Casa também possui foco em realizar e receber retiros, imersões e eventos ligados a saúde e bem-estar, autoconhecimento, yoga, meditação, alimentação consciente, música, cultura, arte, ecologia interior e expansão da consciência, além de oferecer experiências como o banho de floresta, banhos de argila e de ervas, cerimônia de cacau e as rodas de Tambores Xamânicos, para proporcionar uma reconexão com a natureza.
Sofia Widmer- Crédito da Foto: By ComunicaZan / Produtora de Conteúdo
A oferta de uma alimentação consciente, vegana e baseada em vegetais com inspiração na macrobiótica é uma das experiências mais aclamadas do local, conforme ressaltado por Sofia Widmer, filha dos fundadores.
Segundo Sofia, filha dos fundadores e anfitriã do espaço, “a alimentação encanta a todos, sendo uma das experiências mais transformadoras que a Casa Bacarirá possui”.
Nos últimos anos, a família Bacarirá tem explorado uma variedade de terapias integrativas e optou por divulgar aquelas que mais ressoaram com eles. De fato, Sofia Widmer lidera vivências e experiências acolhedoras, recebendo visitantes de diversas origens para compartilhar ensinamentos de yoga, nutrição vegana, práticas de bem-estar e cerimônia de cacau.
A Casa Bacarirá é um espaço de acolhimento e partilha, onde as pessoas podem encontrar paz, tranquilidade e bem-estar. É um lugar onde é possível se reconectar com a natureza e com a sua essência.
Para mais informações sobre hospedagem ou para agendar um retiro ou evento, os interessados podem acessar o link na bio no Instagram,@casabacarira, solicitar uma cotação através do formulário de contato ou entrar em contato pelo WhatsApp (12) 97404-6877.
As imersões na natureza representam uma oportunidade de reconexão e de pausa em meio ao ritmo acelerado da vida moderna, principalmente para aqueles que buscam melhorar sua saúde física e mental.
Evento propõe olhar multidisciplinar sobre políticas públicas, justiça, comunicação e rede de proteção às vítimas
O enfrentamento à violência contra a mulher será tema de uma mesa redonda que reunirá especialistas de diferentes áreas no próximo dia 10 de março, em Salvador. O debate propõe uma reflexão multidisciplinar sobre os desafios e avanços na proteção dos direitos das mulheres, reunindo profissionais da segurança pública, do direito, da comunicação e da gestão pública.
O encontro será realizado no auditório do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) em Gestão Severino Vieira e contará com duas sessões de debate, programadas para as 14h e às 18h40. A atividade é voltada principalmente para estudantes dos cursos profissionalizantes da unidade e busca ampliar o conhecimento sobre as diferentes formas de violência de gênero e os caminhos para seu enfrentamento.
A mesa redonda, idealizada e organizada pela professora e advogada Isabele Pereira, tem como tema “Perspectiva Multidisciplinar no Enfrentamento à Violência contra a Mulher” e pretende discutir o papel das instituições, das políticas públicas e da sociedade na construção de ambientes mais seguros e respeitosos para as mulheres.
Entre os assuntos que estarão em pauta estão a violência doméstica, a desigualdade de gênero no ambiente de trabalho, a atuação do sistema de justiça, os riscos de revitimização durante processos judiciais e a importância da rede de proteção e acolhimento às vítimas.
Convidadas especiais
Na sessão vespertina, às 14h, participam a delegada plantonista da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), Argimária Soares, que abordará a violência doméstica e a aplicação da Lei Maria da Penha; a secretária da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), Fernanda Lordêlo, que apresentará as políticas públicas municipais voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher; e a professora e advogada trabalhista Isabele Pereira, que discutirá a violência e a desigualdade de gênero no ambiente de trabalho.
Também integram a mesa Joana Rodrigues, coordenadora do Comitê de Acompanhamento e Capacitação sobre o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, que falará sobre a revitimização de mulheres no sistema de justiça; a jornalista e comunicadora Driele Veiga, que trará reflexões sobre empoderamento feminino e o papel da comunicação no enfrentamento à violência; e a defensora popular Carine Morais, que abordará a importância da rede de proteção às mulheres vítimas de violência.
Sessão noturna
A segunda rodada de debates acontece às 18h40 e contará novamente com a participação da delegada Argimária Soares e da advogada Isabele Pereira. A programação também terá a presença da diretora de Políticas para Mulheres da SPMJ, Fernanda Cerqueira, que apresentará ações e estratégias do município voltadas ao enfrentamento da violência de gênero.
Também participam da sessão a advogada trabalhista e doutoranda Samantha Lins, que discutirá o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero; a jornalista e apresentadora Adriana Planzo, que abordará a repercussão de casos de violência contra a mulher na mídia e o impacto da cobertura jornalística na percepção pública sobre o tema; além da defensora popular Carine Morais, que retorna ao debate para tratar da rede de proteção e do acolhimento às vítimas.
Objetivos do evento
Além de promover informação e reflexão, a mesa redonda busca ampliar o debate sobre as diversas formas de violência contra a mulher e fortalecer a conscientização sobre a importância da prevenção e do enfrentamento coletivo ao problema.
A proposta também é estimular o diálogo entre diferentes áreas de atuação e incentivar a construção de ambientes mais seguros, inclusivos e respeitosos para as mulheres, reforçando o papel da educação, das políticas públicas e da sociedade na defesa dos direitos das Mulheres.
Serviço
Mesa redonda: “Perspectiva Multidisciplinar no Enfrentamento à Violência contra a Mulher” Data: 10 de março de 2026 Horários: 14h e 18h40 Local: Auditório do CEEP em Gestão Severino Vieira Idealização e organização: professora e advogada Isabele Pereira Público: estudantes dos cursos profissionalizantes da instituição e comunidade acadêmica.
A conquista do primeiro lugar em uma competição de dança abriu portas para uma experiência internacional na trajetória da jovem bailarina Eduarda Colonese Caccavale, conhecida artisticamente como Duda Colonese. Integrante do Studio de Dança Vania Molla, ela participou de apresentações em Orlando, nos Estados Unidos, incluindo performances na Disney, na Universal Studios e na abertura de um jogo da NBA.
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De acordo com a mãe da bailarina, Marcia Regina Colonese Caccavale, a oportunidade surgiu após o grupo conquistar o 1º lugar em uma competição na modalidade jazz em 2023. Como parte da premiação, as bailarinas receberam a oportunidade de participar de uma programação artística em Orlando, com apresentações em parques temáticos e atividades voltadas ao aprimoramento na dança.
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A viagem ocorreu em 2025 e reuniu apresentações e workshops com profissionais ligados ao universo artístico da Disney. Segundo Marcia, a experiência proporcionou à jovem o contato com diferentes culturas e metodologias de ensino da dança, além da vivência em palcos de grande visibilidade. “Foi uma experiência única e transformadora, não só artisticamente, mas também pessoalmente. Ver todo o empenho dela sendo reconhecido dessa forma foi emocionante para toda a família”, afirma.
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A trajetória de Duda Colonese na dança começou ainda na infância. Segundo a mãe, ela iniciou aulas de ballet aos 3 anos, na escola, e demonstrou interesse pela atividade desde cedo. Com o passar dos anos, o envolvimento com a dança se intensificou e levou a família a buscar formação em escolas especializadas, onde passou a treinar com maior frequência e participar de festivais e competições.
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De acordo com Marcia, a rotina de preparação inclui aulas técnicas semanais, especialmente de ballet e jazz, além de ensaios voltados às coreografias apresentadas em festivais. A formação envolve acompanhamento de professoras especializadas, que trabalham aspectos como postura, expressão corporal, condicionamento físico e interpretação artística.
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Para os próximos anos, a família avalia novas oportunidades de desenvolvimento na dança e também no teatro musical, área com a qual a jovem também tem afinidade. Entre as possibilidades está a participação no Festival de Dança de Joinville, considerado uma das principais referências do setor no país.
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Segundo Marcia, o apoio da família e da escola de dança tem sido fundamental para a continuidade do projeto artístico. “Nosso objetivo é continuar proporcionando oportunidades para que a Duda se desenvolva como artista e como pessoa, sempre incentivando que siga construindo sua história na dança”, afirma.
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Para acompanhar mais sobre a trajetória da bailarina e atriz em formação Duda Colonese, acesse o Instagram @duda.colonese. Conteúdos especiais também podem ser conferidos no YouTube, no programa Os Donos da Festa.
A importância da produção adequada de provas no processo penal tem sido tema central nos debates sobre a efetividade da Justiça e a proteção das garantias fundamentais. Para especialistas da área, investigações mal conduzidas podem gerar consequências graves e duradouras na vida de pessoas submetidas a acusações criminais, mesmo quando não há prova técnica suficiente.
Segundo a advogada criminalista Dra. Elcania Francisca da Silva, inscrita na OAB/SP 402.517 e especializada em Direito Processual Penal pela Escola Paulista da Magistratura, qualquer pessoa pode se tornar ré sem a existência de provas robustas.
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De acordo com ela, investigações iniciadas de forma inadequada tendem a resultar em denúncias frágeis e processos prolongados. “No fim pode haver absolvição, mas o dano à reputação, ao trabalho e à família já aconteceu”, afirma a profissional, que atua na defesa das garantias fundamentais no processo penal, elabora pareceres e análises jurídicas e acompanha de perto os impactos humanos e jurídicos de investigações mal conduzidas, defendendo a centralidade da prova técnica e do devido processo legal como pilares da Justiça penal.
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Embora o inquérito policial não seja considerado prova suficiente para uma condenação, ele exerce influência direta sobre o andamento do processo penal. Para a Dra. Elcania Francisca, o inquérito molda a narrativa dos fatos, direciona diligências e impacta a formação da denúncia apresentada pelo Ministério Público. “Se o inquérito nasce ruim, o processo muitas vezes já começa contaminado”, explica.
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A advogada destaca que condenações legítimas exigem provas consistentes, mas alerta que, na prática, provas frágeis podem sustentar prisões cautelares, exposição pública e longos processos judiciais. Segundo ela, essa realidade acaba gerando uma punição antecipada. “Muita gente é punida antes do julgamento. O processo vira pena”, ressalta.
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Ao abordar as garantias legais previstas no ordenamento jurídico, a Dra. Elcania Francisca reforça que instrumentos como ampla defesa, contraditório e cadeia de custódia não dificultam a atuação do sistema de Justiça. Para ela, essas garantias asseguram a confiabilidade da prova produzida e a legitimidade da persecução penal. “Essas garantias só atrapalham investigações mal feitas. Sem elas, vira um vale tudo”, afirma.
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Para a advogada, tanto a impunidade quanto a persecução de inocentes representam problemas graves, mas o erro contra quem não deveria ser processado compromete a credibilidade do sistema de Justiça. “Quando o sistema erra com o inocente, ele perde legitimidade, e a sociedade inteira paga o preço”, conclui.
Mais informações sobre a atuação da advogada podem ser acompanhadas pelo Instagram @dra_elcaniaadv.