Nos últimos anos, a aromaterapia tem se tornado cada vez mais popular entre as práticas terapêuticas. Baseada no poder dos aromas naturais extraídos de óleos de plantas, a prática é uma opção para quem busca complementar os cuidados com o bem-estar físico, emocional e mental, especialmente no cuidado materno-infantil. Essa prática, que utiliza óleos essenciais para equilibrar corpo e mente, vem ganhando cada vez mais adeptos, destacando-se como uma solução complementar para lidar com desafios físicos e emocionais da maternidade.
Pense nos cheiros que trazem as melhores lembranças para você. É na memória olfativa que se baseia a aromaterapia — prática terapêutica feita por meio de óleos essenciais que busca o bem-estar e equilíbrio do corpo e da mente. Para saber tudo sobre o assunto, falamos com a Nat Silvestre especialista em Aromaterapia.
Segundo especialistas, a aromaterapia pode ajudar a aliviar desconfortos comuns da gestação, promover relaxamento no período pós-parto e até mesmo contribuir no cuidado de crianças com necessidades específicas. “A sociedade está buscando caminhos mais naturais para lidar com as dores e desafios do dia a dia, e a aromaterapia se encaixa perfeitamente nesse espaço”, explica Nat Silvestre, aromaterapeuta certificada e especialista no ciclo materno-infantil.
Atuando há oito anos na área, Nat vê na prática um potencial transformador, tanto para as famílias quanto para os profissionais que escolhem essa carreira. Além dos atendimentos individuais, ela se dedica à formação de novos aromaterapeutas, enfatizando a importância de uma abordagem qualificada e ética. “Os bons profissionais se destacam porque a aromaterapia exige conhecimento técnico e empatia. Por isso faço questão de formar alunas com excelência”, reforça.
Segundo Nat, aromaterapia é uma prática terapêutica em que os óleos essenciais são utilizados para melhorar e contribuir com o bem-estar, trazendo mais equilíbrio. “Funciona como coadjuvante em muitos tratamentos, desde a difusão do aroma até a diluição dos óleos essenciais em cremes”, explica a aromaterapeuta.
A experiência de Nat como doula e educadora perinatal complementa sua atuação como aromaterapeuta, trazendo um olhar amplo para as gestantes e mães que atende. “Já acompanhei quase 100 partos e gestações. Amo cuidar de mulheres e crianças, e acredito que cada mãe merece um cuidado que respeite sua individualidade”, conta.
Esse cuidado se estende também ao uso da aromaterapia com crianças, incluindo casos de condições como o transtorno do espectro autista (TEA). Nat compartilha que utiliza os óleos essenciais com seu filho de 8 anos, diagnosticado com TEA, como parte de sua rotina de autocuidado e suporte emocional. “Os óleos essenciais ajudam meu filho a ter momentos de calma e equilíbrio. É um recurso que faz diferença no dia a dia.”
O mercado da aromaterapia tem mostrado crescimento significativo, impulsionado pela maior conscientização sobre saúde e bem-estar. Para profissionais da área, isso representa uma oportunidade de unir paixão e carreira. Graduada em Administração, Nat também utiliza sua formação para incentivar suas alunas a enxergarem o potencial empreendedor da profissão. “Faço questão de mostrar para as mulheres que elas podem crescer profissionalmente com a aromaterapia. É uma profissão que pode transformar vidas, inclusive a delas próprias”, afirma.
Nat chama carinhosamente suas alunas e seguidoras de “Lavandinhas”, criando uma comunidade de apoio e aprendizado mútuo. A ideia é empoderar essas mulheres para que possam oferecer um trabalho diferenciado no mercado, garantindo qualidade e segurança no uso dos óleos essenciais.
Com a sociedade cada vez mais inclinada a adotar práticas sustentáveis e naturais, a aromaterapia ocupa um lugar de destaque como uma aliada na saúde física e mental. Para as mulheres no ciclo materno-infantil, ela oferece não apenas alívio para os desconfortos do corpo, mas também um espaço de cuidado emocional e conexão com o bebê.
Como aponta Nat Silvestre, o diferencial está na abordagem humanizada e no desejo de levar bem-estar para cada família. “A aromaterapia não é só sobre óleos essenciais, é sobre acolher, cuidar e transformar vidas. É isso que me inspira todos os dias.”
Dr. Lucas Minari explica como o equipamento pode potencializar a hipertrofia e auxiliar na transição pós-emagrecimento
O uso de tecnologias como aliadas nos protocolos médicos de performance corporal tem ganhado espaço em clínicas especializadas. Entre essas inovações está o CM Slim, equipamento que vem sendo incorporado aos protocolos do Dr. Lucas Minari, médico, como um recurso complementar para ganho de massa magra, melhora do tônus muscular e estabilidade metabólica.
Segundo o médico, a tecnologia chega como um reforço estratégico para pacientes que já seguem acompanhamento clínico e desejam aprimorar a qualidade muscular de forma segura.
Como funciona o CM Slim
O CM Slim atua por meio de contrações musculares profundas e de alta intensidade, superiores às contrações voluntárias realizadas durante o treino convencional.
Esse estímulo promove:
ativação muscular intensa
aumento de força e firmeza
estímulo à hipertrofia e à qualidade do músculo
“O CM Slim não substitui o treino físico, mas potencializa o estímulo muscular quando usado dentro de um protocolo bem indicado”, explica o Dr. Lucas Minari.
Efeito também na gordura localizada
Além do impacto direto sobre a musculatura, a ativação intensa aumenta a demanda energética local, favorecendo a liberação e a quebra de ácidos graxos na região tratada.
Créditos da Foto: Divulgação
O resultado clínico é a combinação de:
maior tônus muscular
redução de gordura localizada
melhora do contorno corporal
Indicação estratégica após o emagrecimento
De acordo com o médico, o CM Slim é especialmente útil para pacientes que já passaram pelo processo de emagrecimento e entram na fase de manutenção e construção de massa muscular — um período considerado crítico para o risco de reganho de gordura.
“Essa transição precisa ser bem conduzida. O CM Slim ajuda a tornar o processo mais eficiente, com melhor estímulo muscular e maior estabilidade metabólica”, afirma.
Tecnologia dentro de um protocolo médico individualizado
O Dr. Lucas Minari reforça que o uso do CM Slim faz parte de uma estratégia mais ampla, que leva em conta:
fase metabólica do paciente
alimentação e treino
histórico clínico
objetivos individuais
“Cada fase do processo exige uma estratégia diferente. Quando o corpo recebe o estímulo correto, no momento certo, ele responde melhor”, destaca.
Conclusão
O CM Slim se consolida como uma ferramenta complementar dentro de protocolos médicos de hipertrofia e definição muscular, auxiliando na melhora do tônus, na redução de gordura localizada e na transição segura entre emagrecimento e ganho de massa — sempre com indicação individualizada e acompanhamento médico.
Psicóloga explica como o transtorno pode afetar a comunicação do casal — e como é possível reconstruir a conexão
Muitos relacionamentos terminam não por falta de amor, mas por uma sensação constante de desgaste emocional. Discussões frequentes, promessas não cumpridas e a impressão de que o carinho foi engolido pela rotina fazem parte da queixa de muitos casais. Em parte desses casos, o que está por trás do conflito é o TDAH — Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade — ainda pouco compreendido na vida a dois.
Segundo a Dra. Sandra Villela, psicóloga, o TDAH pode interferir profundamente na dinâmica do relacionamento quando não é reconhecido.
“O transtorno embaralha a comunicação, distorce intenções e mina a paciência dos dois lados. Aos poucos, o casal deixa de se conectar e passa a se defender”, explica.
Quando a comunicação vira conflito
Em relacionamentos onde o TDAH está presente, é comum que conversas simples evoluam para discussões recorrentes. Isso acontece porque o transtorno afeta funções como atenção, organização emocional, impulsividade e memória de trabalho.
Quem não tem TDAH pode se sentir ignorado, não priorizado ou pouco valorizado. Quem tem o transtorno, por outro lado, vive em constante estado de alerta, tentando não errar, não frustrar e não decepcionar.
“O relacionamento deixa de ser um espaço de troca e passa a ser um campo de proteção emocional”, afirma a psicóloga.
Não é desinteresse, é funcionamento neurológico
A Dra. Sandra Villela reforça que muitos comportamentos interpretados como desleixo, frieza ou falta de compromisso não têm relação com ausência de amor.
“O problema não é o sentimento. É a falta de informação, de recursos e de estratégias adequadas para lidar com o impacto do TDAH no cotidiano da relação.”
A ausência de diagnóstico ou de psicoeducação costuma gerar um ciclo de frustração, culpa e mal-entendidos, que se retroalimentam ao longo do tempo.
Quando a compreensão entra, a relação muda
De acordo com a psicóloga, quando o casal passa a compreender como o TDAH funciona, a dinâmica começa a se transformar. O foco deixa de ser a culpa e passa a ser o ajuste.
Créditos da Foto: Divulgação
Esse processo envolve:
comunicação mais clara e objetiva
expectativas mais realistas
acordos práticos para o dia a dia
desenvolvimento de empatia dos dois lados
“Com informação e estratégias, o relacionamento fica mais leve. O casal aprende a se adaptar ao transtorno, em vez de lutar contra ele”, explica.
Reconstruir é possível
A especialista destaca que lidar com o TDAH no relacionamento não significa desistir de quem se ama, mas aprender a amar de uma forma mais consciente e estruturada.
Conclusão
O TDAH, quando não reconhecido, cria ruídos que afastam. Quando compreendido, abre espaço para reconstrução, respeito e conexão real. Amor continua sendo essencial — mas, sozinho, ele não resolve. Informação e estratégia fazem toda a diferença.
Negócio liderado pelo optometrista Bruno Costa aposta em atendimento humanizado e experiência técnica para se consolidar no setor
A Ótica Sonho dos Olhos nasceu com uma proposta clara: transformar o cuidado com a saúde visual em um serviço acessível, técnico e centrado nas pessoas. Fundada pelo empresário Bruno Costa, a empresa foi estruturada a partir de quase duas décadas de experiência no setor óptico e de uma estratégia voltada à construção de valor de longo prazo.
“O ponto de partida foi o desejo de promover o cuidado com a saúde visual dos nossos clientes. Acreditamos que oferecemos uma segunda visão”, afirma Costa. Segundo ele, a falta de óculos adequados, especialmente para pessoas com graus mais elevados, pode comprometer diretamente a autonomia e a qualidade de vida. “A ausência de óculos pode significar a perda da capacidade de enxergar. Nosso objetivo sempre foi proporcionar cuidado, atenção e amor à saúde visual.”
A trajetória da Sonho dos Olhos se desenvolve em um momento de expansão do mercado óptico no Brasil. Em 2024, o setor alcançou cerca de R$ 27 bilhões em faturamento, com mais de 71 mil pontos de venda em operação, registrando crescimento em relação a 2023. Já em 2025, a expectativa do mercado é de continuidade dessa curva positiva, impulsionada pelo envelhecimento da população, pelo aumento do tempo de exposição a telas e pela maior conscientização sobre saúde visual.
Créditos da Foto: Divulgação
Apesar do cenário favorável, os primeiros anos de operação exigiram resiliência. “O principal desafio foi a consolidação da marca e o reconhecimento no mercado”, explica Costa. “Mesmo estando em avenidas de grande visibilidade, éramos uma marca nova, e a construção do branding inicial foi um dos maiores obstáculos.”
A estratégia adotada para superar essa fase passou pela combinação de atendimento personalizado, rigor técnico e posicionamento claro. A empresa apostou em relacionamento próximo com o cliente e na entrega de soluções ópticas adequadas às necessidades individuais, o que contribuiu para o fortalecimento da marca no mercado local.
Hoje, a Sonho dos Olhos acompanha uma tendência crescente no varejo de saúde: negócios que unem gestão estratégica, conhecimento técnico e propósito desde a sua origem. Em um setor cada vez mais competitivo e profissionalizado, a experiência do cliente e a confiança construída no atendimento seguem como diferenciais decisivos para a expansão sustentável.