O número de casos de Dengue neste ano está cerca de 50% maior do que no ano passado, quando o país registrou recorde histórico no número de mortes pela doença.
O pneu indevidamente descartado no meio ambiente acumula água parada e já foi um dos grandes vilões do combate à Dengue até o final da década de 90, quando não havia um sistema de reaproveitamento de pneus velhos.
Na sequência uma série de normas ambientais estabeleceram responsabilidades pela destinação do resíduo e deram estímulo econômico à reciclagem possibilitando a venda de créditos ambientais das recicladoras para importadores e fabricantes de pneus.
Entretanto, representantes do setor alertam que apenas o comércio do crédito não paga a operação, e a logística reversa do pneu acaba se viabilizando apenas em regiões do país onde existe demanda pela produção das recicladoras, normalmente nas proximidades de cimenteiras ou indústrias de asfalto.
Nas regiões do Brasil onde a atividade não se viabilizou, mesmo com toda a fiscalização por parte de secretarias de meio ambiente e do Ministério Público, os pneus acabam atirados indevidamente em lixões públicos ou em áreas clandestinas. O problema não se restringe a pequenas cidades distantes, a capital do Amazonas, Manaus, por exemplo, até hoje não tem um sistema de reciclagem nas proximidades.
Para procurar resolver esses gargalos, a Associação Brasileira das Empresas de Reciclagem de Pneus Inservíveis (Abrerpi), que está presente em 135 municípios de 16 estados brasileiros recolhendo e reciclando mais de 180 mil toneladas de pneus anualmente, está em tratativas com técnicos do Ministério do Meio Ambiente para agendar uma audiência com a ministra Marina Silva.
De acordo com o presidente da entidade, Joel Custodio, o objetivo da reunião será apresentar a evolução da reciclagem de pneus no Brasil e mostrar o que ainda precisa ser feito para implantar a economia circular do pneu em todo o território.
“Entendemos que alcançar 100% da reciclagem de pneus deve ser prioridade absoluta de qualquer governo. O pneu é um resíduo volumoso, gerado todos os dias numa escala enorme, de difícil transporte e processamento de alto custo. Onde não houver viabilidade econômica, não será reciclado e fatalmente acabará descartado indevidamente. Um problema de todos porque o Mosquito da Dengue não respeita fronteiras, vai afetar a população de todos os estados, inclusive daqueles que já tem um tratamento adequado para o resíduo”, explicou Custodio.
Na avaliação do presidente da Abrerpi, não faz sentido o governo tributar a venda da produção das recicladoras. Segundo ele, o pneu já recolheu todos os impostos possíveis em seu ciclo de utilização, mas ao final da vida útil, quando triturado, precisaria de incentivo para voltar ao ciclo produtivo.
“Acabamos pagando imposto ‘cheio’ para prestar um serviço de utilidade pública, importantíssimo do ponto de vista ambiental e sanitário. Isto ocorre porque a nossa matéria prima, o pneu inservível, é recolhido, e não comprado. Então, a indústria de reciclagem não tem créditos para descontar e acaba pagando ICMS integral, além de PIS, Cofins e toda carga tributária”, explicou o líder do setor.
Na avaliação dele, “desonerar a indústria de reciclagem impulsionaria a atividade e evitaria gastos do poder público com recolhimento e armazenagem do resíduo, além do esforço de fiscalização e tratamento de doenças relacionadas”.
Evolução da logística reversa do pneu
A logística reversa de pneus inservíveis teve início no Brasil em 1999 com a resolução Conama nº 258 que responsabilizou os geradores do resíduo pela destinação dos pneus colocados em circulação. Dez anos depois a resolução 416/09 ampliou a responsabilidade para toda a cadeia do pneu e estabeleceu parâmetros de armazenagem e controle da destinação. A Política Nacional de Resíduos Sólidos, em 2010, consagrou a noção de responsabilidade compartilhada de toda a sociedade pela logística reversa.
Alguns fatores determinantes para alavancar o setor de reciclagem foram a Instrução Normativa 9 de 2021 do IBAMA, que criou a possibilidade da venda de créditos ambientais pelas recicladoras aos fabricantes e importadores, e o avanço das pesquisas que mostraram maior resistência e durabilidade do asfalto produzido com adição do farelo de pneu.
Dr. Lucas Minari explica como o equipamento pode potencializar a hipertrofia e auxiliar na transição pós-emagrecimento
O uso de tecnologias como aliadas nos protocolos médicos de performance corporal tem ganhado espaço em clínicas especializadas. Entre essas inovações está o CM Slim, equipamento que vem sendo incorporado aos protocolos do Dr. Lucas Minari, médico, como um recurso complementar para ganho de massa magra, melhora do tônus muscular e estabilidade metabólica.
Segundo o médico, a tecnologia chega como um reforço estratégico para pacientes que já seguem acompanhamento clínico e desejam aprimorar a qualidade muscular de forma segura.
Como funciona o CM Slim
O CM Slim atua por meio de contrações musculares profundas e de alta intensidade, superiores às contrações voluntárias realizadas durante o treino convencional.
Esse estímulo promove:
ativação muscular intensa
aumento de força e firmeza
estímulo à hipertrofia e à qualidade do músculo
“O CM Slim não substitui o treino físico, mas potencializa o estímulo muscular quando usado dentro de um protocolo bem indicado”, explica o Dr. Lucas Minari.
Efeito também na gordura localizada
Além do impacto direto sobre a musculatura, a ativação intensa aumenta a demanda energética local, favorecendo a liberação e a quebra de ácidos graxos na região tratada.
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O resultado clínico é a combinação de:
maior tônus muscular
redução de gordura localizada
melhora do contorno corporal
Indicação estratégica após o emagrecimento
De acordo com o médico, o CM Slim é especialmente útil para pacientes que já passaram pelo processo de emagrecimento e entram na fase de manutenção e construção de massa muscular — um período considerado crítico para o risco de reganho de gordura.
“Essa transição precisa ser bem conduzida. O CM Slim ajuda a tornar o processo mais eficiente, com melhor estímulo muscular e maior estabilidade metabólica”, afirma.
Tecnologia dentro de um protocolo médico individualizado
O Dr. Lucas Minari reforça que o uso do CM Slim faz parte de uma estratégia mais ampla, que leva em conta:
fase metabólica do paciente
alimentação e treino
histórico clínico
objetivos individuais
“Cada fase do processo exige uma estratégia diferente. Quando o corpo recebe o estímulo correto, no momento certo, ele responde melhor”, destaca.
Conclusão
O CM Slim se consolida como uma ferramenta complementar dentro de protocolos médicos de hipertrofia e definição muscular, auxiliando na melhora do tônus, na redução de gordura localizada e na transição segura entre emagrecimento e ganho de massa — sempre com indicação individualizada e acompanhamento médico.
Psicóloga explica como o transtorno pode afetar a comunicação do casal — e como é possível reconstruir a conexão
Muitos relacionamentos terminam não por falta de amor, mas por uma sensação constante de desgaste emocional. Discussões frequentes, promessas não cumpridas e a impressão de que o carinho foi engolido pela rotina fazem parte da queixa de muitos casais. Em parte desses casos, o que está por trás do conflito é o TDAH — Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade — ainda pouco compreendido na vida a dois.
Segundo a Dra. Sandra Villela, psicóloga, o TDAH pode interferir profundamente na dinâmica do relacionamento quando não é reconhecido.
“O transtorno embaralha a comunicação, distorce intenções e mina a paciência dos dois lados. Aos poucos, o casal deixa de se conectar e passa a se defender”, explica.
Quando a comunicação vira conflito
Em relacionamentos onde o TDAH está presente, é comum que conversas simples evoluam para discussões recorrentes. Isso acontece porque o transtorno afeta funções como atenção, organização emocional, impulsividade e memória de trabalho.
Quem não tem TDAH pode se sentir ignorado, não priorizado ou pouco valorizado. Quem tem o transtorno, por outro lado, vive em constante estado de alerta, tentando não errar, não frustrar e não decepcionar.
“O relacionamento deixa de ser um espaço de troca e passa a ser um campo de proteção emocional”, afirma a psicóloga.
Não é desinteresse, é funcionamento neurológico
A Dra. Sandra Villela reforça que muitos comportamentos interpretados como desleixo, frieza ou falta de compromisso não têm relação com ausência de amor.
“O problema não é o sentimento. É a falta de informação, de recursos e de estratégias adequadas para lidar com o impacto do TDAH no cotidiano da relação.”
A ausência de diagnóstico ou de psicoeducação costuma gerar um ciclo de frustração, culpa e mal-entendidos, que se retroalimentam ao longo do tempo.
Quando a compreensão entra, a relação muda
De acordo com a psicóloga, quando o casal passa a compreender como o TDAH funciona, a dinâmica começa a se transformar. O foco deixa de ser a culpa e passa a ser o ajuste.
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Esse processo envolve:
comunicação mais clara e objetiva
expectativas mais realistas
acordos práticos para o dia a dia
desenvolvimento de empatia dos dois lados
“Com informação e estratégias, o relacionamento fica mais leve. O casal aprende a se adaptar ao transtorno, em vez de lutar contra ele”, explica.
Reconstruir é possível
A especialista destaca que lidar com o TDAH no relacionamento não significa desistir de quem se ama, mas aprender a amar de uma forma mais consciente e estruturada.
Conclusão
O TDAH, quando não reconhecido, cria ruídos que afastam. Quando compreendido, abre espaço para reconstrução, respeito e conexão real. Amor continua sendo essencial — mas, sozinho, ele não resolve. Informação e estratégia fazem toda a diferença.
Negócio liderado pelo optometrista Bruno Costa aposta em atendimento humanizado e experiência técnica para se consolidar no setor
A Ótica Sonho dos Olhos nasceu com uma proposta clara: transformar o cuidado com a saúde visual em um serviço acessível, técnico e centrado nas pessoas. Fundada pelo empresário Bruno Costa, a empresa foi estruturada a partir de quase duas décadas de experiência no setor óptico e de uma estratégia voltada à construção de valor de longo prazo.
“O ponto de partida foi o desejo de promover o cuidado com a saúde visual dos nossos clientes. Acreditamos que oferecemos uma segunda visão”, afirma Costa. Segundo ele, a falta de óculos adequados, especialmente para pessoas com graus mais elevados, pode comprometer diretamente a autonomia e a qualidade de vida. “A ausência de óculos pode significar a perda da capacidade de enxergar. Nosso objetivo sempre foi proporcionar cuidado, atenção e amor à saúde visual.”
A trajetória da Sonho dos Olhos se desenvolve em um momento de expansão do mercado óptico no Brasil. Em 2024, o setor alcançou cerca de R$ 27 bilhões em faturamento, com mais de 71 mil pontos de venda em operação, registrando crescimento em relação a 2023. Já em 2025, a expectativa do mercado é de continuidade dessa curva positiva, impulsionada pelo envelhecimento da população, pelo aumento do tempo de exposição a telas e pela maior conscientização sobre saúde visual.
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Apesar do cenário favorável, os primeiros anos de operação exigiram resiliência. “O principal desafio foi a consolidação da marca e o reconhecimento no mercado”, explica Costa. “Mesmo estando em avenidas de grande visibilidade, éramos uma marca nova, e a construção do branding inicial foi um dos maiores obstáculos.”
A estratégia adotada para superar essa fase passou pela combinação de atendimento personalizado, rigor técnico e posicionamento claro. A empresa apostou em relacionamento próximo com o cliente e na entrega de soluções ópticas adequadas às necessidades individuais, o que contribuiu para o fortalecimento da marca no mercado local.
Hoje, a Sonho dos Olhos acompanha uma tendência crescente no varejo de saúde: negócios que unem gestão estratégica, conhecimento técnico e propósito desde a sua origem. Em um setor cada vez mais competitivo e profissionalizado, a experiência do cliente e a confiança construída no atendimento seguem como diferenciais decisivos para a expansão sustentável.