Com o objetivo de criar um impacto positivo no dia a dia das pessoas, através de melhorias na qualidade de vida, o Pestana Hotel Group apoia a comunidade Guaranys, parte integrante da Cidade de Deus, localizada na Zona Oeste do Rio de Janeiro, através do projeto social “Obrigado Por Ajudar”, que faz parte do programa de sustentabilidade do grupo, Planet Guest, campanha lançada nos hotéis em todo o mundo e Pousadas de Portugal – Ao contribuir com 1 Real no momento do Check Out, os Hotéis Pestana ajudam com mais 1 Real.
Em parceria com a TETO, o grupo fez uma doação de R$86.429,00 à comunidade para ajudar na construção de moradias mais dignas à população desta localidade.
No mês de maio, parte da equipe de colaboradores do Pestana Rio Atlântica visitaram a sede da TETO na comunidade Guaranys, na companhia da líder comunitária Maria Luiza, conhecida como “Mãezona” e da representante da TETO, Aryana Eyer.
Além da entrega do cheque, a equipe do Pestana Hotel Group conheceu como será a estrutura das novas casas comunitárias a partir de 2023, uma experiência enriquecedora para todos.
“Ficamos extremamente orgulhosos em poder contribuir para uma melhor vida das comunidades e esta ação reflete o compromisso do Pestana Hotel Group no apoio à comunidade local. Vamos continuar apostando nesta iniciativa em que os nossos hóspedes também têm um papel fundamental”, ressalta Gustavo Jarussi, diretor de operações do grupo na América do Sul.
Sobre o Pestana Hotel Group:
Com um percurso de 50 anos de sucesso, o Grupo tem e gere mais de 100 hotéis em Portugal e no estrangeiro, onde se dedica a proporcionar a 3,5 milhões de hóspedes por ano ‘The Time of Your Life’. Na hotelaria, o seu principal negócio, opera com quatro marcas: Pestana Hotels & Resorts, Pestana Collection Hotels, Pestana Pousadas de Portugal e Pestana CR7 Lifestyle Hotels. Presente em 16 países, tem mais de 12.000 quartos disponíveis na Europa, África e América e uma equipa global de sete mil colaboradores, sendo o maior grupo hoteleiro multinacional de origem portuguesa. Com o objetivo de oferecer produtos completos e mais atrativos, o Grupo opera ainda em outras áreas de negócio: hotelaria, imobiliário turístico, turismo vocacional, golfe, casinos, indústria e serviços.
O Pestana Hotel Group integra o programa Pestana Sustainability Program: Planet Guest – “Somos apenas hóspedes do Planeta” – que incorpora todas as iniciativas que promovem a sustentabilidade. O Planet Guest transmite a posição do Grupo e dos seus colaboradores no que diz respeito à sustentabilidade do Planeta em que vivemos e o foco do PHG na extrema preocupação perante as gerações futuras. Tem como objetivo criar valor no longo prazo para a empresa, desenvolvendo a sua atividade com respeito pelo meio ambiente, comunidades locais, colaboradores, clientes e todos os stakeholders relevantes no exercício da sua atividade.
A TETO trabalha pela construção de um país justo e sem pobreza. Em associação com a organização internacional TECHO, presente em 18 países da América Latina, está há 15 anos no Brasil, mobilizando voluntários e voluntárias para atuar lado a lado de moradores e moradoras em comunidades precárias de diferentes Estados. Juntos, constroem soluções concretas e emergenciais que proporcionam melhorias nas condições de moradia e habitat destes territórios.
Serviço:
Pestana Hotel Groupa
Endereço: Pestana Rio Atlântica – Avenida Atlântica, 2964 – Copacabana – Rio de Janeiro
Empresa consolida presença binacional, lança sistema de franquias e reforça a profissionalização da administração condominial com governança, método e responsabilidade institucional.
Foto Divulgação
A Apolo Síndicos Profissionais foi reconhecida com o Prêmio Empresa Inovadora de Síndico Profissional Brasil e EUA de 2025, título que confirma a consolidação de um modelo administrativo sustentado por governança, metodologia moderna e gestão humanizada. Com presença estruturada em diferentes estados brasileiros e comunidades americanas, a empresa adotou práticas alinhadas ao compliance internacional, interpretação das particularidades regionais, sistemas de controle, mediação administrativa e responsabilidade institucional.
Esse reconhecimento ocorre após uma trajetória marcada por decisões orientadas por técnica, não por improviso. A Apolo trabalha com compreensão real das demandas condominiais e mantém foco em segurança jurídica, prevenção de conflitos, convivência equilibrada e valorização patrimonial. A gestão condominial passa a ser compreendida não apenas como manutenção de estruturas, mas como condução de ambientes coletivos que exigem previsibilidade, clareza documental, escuta qualificada e rigor administrativo.
Nos Estados Unidos, a empresa incorporou protocolos que são adotados em comunidades de governança mais rígida, exigindo documentação precisa, transparência administrativa e validação formal de cada decisão. No Brasil, tornou-se referência pela capacitação de síndicos e administradores, promovendo formação continuada, mentorias, orientação jurídica e operacional, com ênfase em postura técnica e legitimidade de atuação.
A consolidação dessa estrutura permitiu o lançamento do sistema de franquias Apolo, voltado a profissionais que desejam atuar com padrão técnico supervisionado, suporte contínuo e metodologia aplicada. O modelo não busca expansão massiva, mas preservação da integridade da gestão, padronização de procedimentos e fortalecimento da função do síndico como agente administrativo, e não apenas como representante condominial.
Para Sérgio Roberto Craveiro da Silva Junior, presidente da CONASI – Confederação Nacional dos Síndicos, a relevância do prêmio está diretamente ligada à transformação do setor. “A administração condominial deixou de ser execução de tarefas e passou a representar responsabilidade técnica, jurídica e institucional”, afirma.
Ele explica: “O condomínio não é apenas um endereço. É uma comunidade com regras, patrimônio e decisões que precisam ser justificadas com base técnica.”
A consolidação da Apolo Síndicos Profissionais no Brasil e nos Estados Unidos não encerra seu percurso. CEO da empresa Raphael Voltolini afirma que a empresa estrutura novas frentes de atuação para 2026, com participação em congressos internacionais, iniciativas voltadas à gestão condominial profissionalizada e campanhas com artistas de grande notoriedade, alinhadas ao posicionamento institucional da empresa.
Ele explica que essa próxima etapa será marcada por presença institucional, articulação técnica e ampliação do diálogo com síndicos, administradores e representantes do mercado imobiliário. Para acompanhar esses desdobramentos, a orientação é seguir o perfil oficial da empresa onde são divulgadas agendas, conteúdos técnicos e atualizações sobre os projetos já em andamento: @sejaapolo
Com a aprovação no Parlamento e à espera de promulgação presidencial, a revisão da Lei da Nacionalidade marca uma virada no modelo português de integração de estrangeiros. A medida, aliada à nova Lei de Imigração já em vigor, impõe prazos maiores, novos exames e mais filtros para quem pretende viver no país ou adquirir nacionalidade. Se sancionadas integralmente, as mudanças devem afetar diretamente a comunidade brasileira, atualmente a maior população estrangeira em Portugal.
O tempo mínimo de residência legal para solicitar nacionalidade portuguesa, hoje de cinco anos, passará a ser de sete anos para cidadãos da União Europeia e dos países de língua portuguesa, como o Brasil, e de dez anos para os demais estrangeiros. Além disso, quem pedir a cidadania precisará comprovar não apenas domínio da língua portuguesa, mas também conhecimentos sobre história, cultura e símbolos nacionais, por meio de certificação ou exame oficial, uma exigência inédita no país.
A legislação também endurece critérios relacionados a antecedentes criminais. Quem tiver condenação igual ou superior a dois anos de prisão ficará impedido de solicitar nacionalidade. E, em casos de punições a partir de quatro anos, juízes poderão determinar a perda da nacionalidade já concedida. A lei prevê ainda a revogação da cidadania obtida de forma fraudulenta, reforçando controles documentais.
As regras também mudam para crianças nascidas em território português. Para ter direito automático à nacionalidade, os pais deverão comprovar residência legal no país por, no mínimo, cinco anos. Atualmente, bastava comprovar um ano de residência, mesmo que irregular. Na prática, deixa de existir a possibilidade de naturalização automática de filhos de imigrantes sem documentação válida.
Em paralelo, a Lei n.º 61/2025 endurece o regime de imigração e já está em vigor. O diploma reforça critérios para concessão e renovação de autorizações de residência, exigindo comprovação mais robusta de meios financeiros, alojamento adequado e, em alguns casos, formação compatível com a atividade profissional.
Além disso, o reagrupamento familiar só poderá ser solicitado depois de dois anos de residência legal e mediante comprovação de coabitação prévia.
Para a advogada Luciane Tomé, especialista em Direito Internacional e Nacionalidade Portuguesa, as mudanças representam uma alteração estrutural na forma como o país encara a imigração. “Portugal adota uma postura mais restritiva e de maior controle. Integração passa a significar mais tempo, mais documentação e mais barreiras administrativas”, afirma. Ela ainda destaca a capacidade operacional do Estado como fator de preocupação: “Sem reforço na estrutura da AIMA, há risco de aumento na morosidade e insegurança jurídica.”
Na avaliação da especialista, os brasileiros, que representam cerca de 30% dos estrangeiros residentes no país, devem se preparar para um cenário mais exigente. “Planejamento, organização documental e acompanhamento profissional tornam-se essenciais. Quem não conhecer as novas regras ou não se preparar adequadamente pode enfrentar indeferimentos e atrasos.”
Enquanto aguarda decisão do Presidente da República, Portugal se aproxima de um novo capítulo na sua política migratória, mais rígido, regulamentado e com maior exigência de integração formal. O equilíbrio entre rigor e acolhimento será testado num país que, nos últimos anos, viu sua população estrangeira crescer mais de 250% e se consolidou como destino preferido de brasileiros em busca de novas oportunidades.
O avanço da inteligência artificial (IA) tem modificado rotinas de trabalho e práticas empresariais em diversos setores, incluindo finanças, saúde, indústria e serviços. À medida que soluções automatizadas passam a influenciar decisões relevantes, também crescem as preocupações relacionadas a riscos jurídicos, vieses, transparência e responsabilidades diante de eventuais danos.
Com o intuito de ampliar esse debate no âmbito jurídico, o FAS Advogados in cooperation with CMS deu início à série “Dilemas Jurídicos da IA”, dedicada a discutir desafios e implicações legais do uso dessas tecnologias. A primeira publicação, intitulada “Muito além da tecnologia: o impacto jurídico da Inteligência Artificial”, é assinada por Maria Carla Musumeci e Danilo Weiller Roque, integrantes da área de Tecnologia, Inovação e Proteção de Dados do escritório.
No texto inaugural, os autores observam que a IA já se tornou parte da rotina empresarial, afetando contratos, práticas de consumo, estratégias de negócios e a criação de conteúdo. “Mais do que entender como a tecnologia funciona, é preciso entender como ela redefine responsabilidades e como ela exige respostas jurídicas práticas. Ignorar esses desafios pode trazer riscos legais, financeiros e reputacionais, que podem até superar os ganhos progetados”, explica Maria Carla.
A série abordará temas como vieses algorítmicos, responsabilidade civil e penal de desenvolvedores, automação contratual, uso de IA em publicidade e concessão de crédito, softwares médicos, veículos autônomos, políticas de ESG, proteção de dados e dinâmicas de precificação. Também serão discutidos os efeitos do Projeto de Lei nº 2338/2023, que trata da regulamentação do uso ético e responsável da IA no Brasil e prevê hipóteses de responsabilização em casos de danos.
“Compreender os efeitos jurídicos da IA é uma urgência estratégica. “Nosso papel é traduzir as incertezas regulatórias em soluções práticas, ajudando empresas a usar tecnologia de forma segura e responsável”, destaca Danilo.
Os artigos serão publicados periodicamente no site do escritório, com desdobramentos em LinkedIn e newsletters, integrando análises de especialistas das áreas do direito, como regulatório bancário, contencioso cível, trabalhista, proteção de dados, energia e mobilidade, entre outras. A proposta é fomentar conhecimento técnico e acessível, posicionando o FAS como referência em inovação, ética e governança aplicada à inteligência artificial.
A série incluirá reflexões setoriais e temáticas, como:
* Recomendações de investimentos com IA * Monitoramento de produtividade e limites da privacidade * Carros autônomos * Criação de conteúdo publicitário * Automação contratual * Softwares médicos * Uso de chatbots no atendimento ao consumidor * Concessão de crédito por sistemas automatizados * Avaliação de riscos no setor de seguros * Consumo de energia e impactos ambientais * Elaboração de peças processuais com IA * Detecção de lavagem de dinheiro * Precificação dinâmica e perfilagem de consumidores * IA em recrutamento e seleção * Propriedade intelectual de conteúdos utilizados como entrada em sistemas de IA * Conformidade com a LGPD * Responsabilidade civil e penal de programadores e desenvolvedores