Tratamentos abandonam os preenchimentos exagerados e passam a usar lasers, radiofrequências e “drug delivery” com nano fat
A evolução da humanidade tem sido marcada pela busca constante de bem-estar, saúde e autoestima. Com os avanços da medicina e o aumento da expectativa de vida, é natural que as pessoas desejam refletir isso em seu real estado emocional. Nesse contexto, as cirurgias plásticas têm se destacado como um importante instrumento de transformação, contribuindo positivamente para o processo de envelhecimento saudável e a busca pela satisfação pessoal.
De acordo com dados oficiais de 2021, a expectativa de vida global tem aumentado significativamente desde 1960. Os homens passaram a viver, em média, até os 68,9 anos, enquanto as mulheres alcançaram a média de 73,9 anos. “Esse aumento na longevidade traz consigo a necessidade de cuidar da aparência e vitalidade física para acompanhar uma vida mais longa”, destaca o Dr. Dhyego Curado, cirurgião plástico goiano, que defende a cirurgia plástica com resultados naturais como parte primordial na melhoria da qualidade de vida dessa nova geração que está envelhecendo, agora, com saúde e com uma vida social bem mais ativa.
De acordo com ele, quando se fala de Cirurgias da face, os novos métodos de lifting facial e rejuvenescimento, propõem um tratamento menos invasivo, aliado a uma recuperação mais confortável e uma cicatrização eficiente. Além disso, ele ressalta a importância de tratar todos os compartimentos da face : Pele , músculo e gordura com resultados que oferecem um aspecto mais refinado de rejuvenescimento e embelezamento.
“Estamos saindo da era dos preenchimentos exagerados, que estavam deixando rostos super preenchidos e redondos para um rosto com aspecto mais saudável e elegante onde na própria cirurgia, já fazemos complemento do tratamento da pele com lasers, radiofrequência e drug delivery com nano fat ( gorduras da própria paciente ) afirma Curado.
O médico, que é membro instrutor de um dos congressos mais tradicionais de rinoplastia e cirurgias da face , o Dallas Rhinoplasty , nos EUA e deu aula sobre o assunto este ano no Congresso Internacional de Cirurgia Plástica da ISAPS, na Grécia, acredita que a cirurgia plástica vai além da aparência física. Para ele, ser cirurgião plástico é mudar o curso de vida da pessoa, “proporcionando autoconfiança e superação de problemas emocionais, permitindo assim que essa pessoa supere traumas pessoais e confie mais em si mesma”.
A paixão pela medicina está no DNA do Dr. Dhyego Curado, que vem de uma família tradicional de médicos. Crescendo no universo de hospitais e no meio médico, ele se encantou pela vertente artística da cirurgia plástica. Com sua clínica em Goiânia no maior complexo de saúde da América Latina , o médico é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica do corpo clínico do renomado Hospital Albert Einstein.
Dr. Dhyego Curado segue se atualizando constantemente, participando de cursos nacionais e internacionais para trazer o melhor para seus pacientes. Sua dedicação e talento o colocam como referência no campo da cirurgia plástica estética facial e corporal, proporcionando resultados transformadores na vida de seus pacientes.
A proposta para seus pacientes está ancorada no conceito de “Quiet Luxury” que em tradução livre significa luxo silencioso, mas quer dizer beleza com naturalidade. “Na medida que a expectativa de vida aumenta, a saúde dessas pessoas precisam estar conectadas. Dentro de sua alma e corpo tem uma pessoa de 40 vivendo com a aparência de 60 anos. A cirurgia plástica vai balizar esses sentidos”, ressalta Dr Curado.
Médico dermatologista Dr. Lourenço Azevedo alerta população que diagnóstico atrasado pode transformar procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa da doença
Os recordes históricos das altas temperaturas registradas, no último mês de dezembro, marcaram o início da estação climática mais aguardada pelos brasileiros: o verão. Os registros iniciais confirmam que os termômetros ficarão aquecidos até o até o início do outono, ou seja, período que deve ser mantido o alerta para os cuidados à prevenção do câncer de pele, enfermidade que segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, com mais de 220 mil novos casos anuais.
O uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o emprego de barreiras físicas — como chapéus e roupas com proteção ultravioleta — e a evitação da exposição solar entre 10h e 16h seguem sendo medidas essenciais, sobretudo em um período marcado visitação de praias, a utilização de piscinas, a prática de esportes ao ar livre e o lazer sob o sol, quando a incidência dos raios ultravioleta é mais intensa e constante.
De acordo com o médico dermatologista e tricologista. Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166292/SP), no Brasil, os registros que indicam câncer de pele apontam para três tipos da enfermidade: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. O especialista destaca que o CBC é o tipo mais frequente entre os brasileiros e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
“Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma “feridinha que não cicatriza”, uma pápula brilhante ou rosada”, destaca. “Já o CEC tem o risco maior de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, de se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção”, acrescenta.
Em relação ao tipo Melanoma, o médico alerta que é o tumor mais grave da pele, sendo que responde pela maior parte das mortes. “Ele pode aparecer como um novo sinal ou como uma mudança em uma pinta já existente. Assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida são sinais de alerta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença — quando descoberto no início, as taxas de cura são muito altas”, explica o Dr. Lourenço Azevedo.
Embora o sol seja o principal agente causador de um câncer de pele, outros fatores também aumentam o risco. O especialista destaca que é importante ter conhecimento sobre o histórico familiar ao melanoma, cuidados redobrados às pessoas de pele clara, olhos claros, cabelo ruivo ou loiro, que queimam com facilidade, a presença de muitas pintas ou nevos atípicos, entre outros alertas.
“A consulta dermatológica é fundamental, porquê muitos cânceres de pele passam despercebidos pelo paciente nos estágios iniciais, período quando a chance de cura é maior. O dermatologista faz o chamado exame de corpo inteiro, identifica lesões suspeitas, acompanha pintas e orienta medidas preventivas personalizadas. Além disso, pode realizar a dermatoscopia, que aumenta muito a precisão do diagnóstico”, ressalta o médico.
É importante frisar que quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento simples e cura.“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, finaliza o especialista que orienta que a população em geral deve visitar o consultório médico anualmente e as pessoas de risco aumentado a cada seis meses.
Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ortopedia avalia técnica que reconstrói ligamentos sem agredir áreas de crescimento e oferece estabilidade do joelho a pacientes jovens
Um estudo conduzido por especialistas brasileiros em ortopedia projeta novos caminhos para o tratamento da instabilidade patelar em crianças e adolescentes, condição que provoca deslocamentos recorrentes da rótula e afeta mobilidade, autonomia e participação social.
Entre os autores da pesquisa está o ortopedista Dr. Maurício Armede, referência nacional ortopedia e traumatologia e um dos nomes mais atuantes na consolidação de técnicas seguras para pacientes pediátricos.
A investigação, divulgada na Revista Brasileira de Ortopedia, avaliou uma abordagem cirúrgica desenhada especificamente para crianças e jovens ainda em desenvolvimento ósseo, um desafio histórico da ortopedia. O método combina a reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o ligamento patelotibial medial, estruturas fundamentais para impedir o deslocamento da patela. A técnica evita perfurações ósseas e reduz o risco de dano às cartilagens de crescimento, responsáveis pelo desenvolvimento do membro ao longo da infância e adolescência.
O procedimento utiliza o tendão semitendíneo como enxerto e é realizado por pequenas incisões com apoio de radioscopia, o que reduz agressões à articulação.
Para o Dr. Maurício Armede, a preservação do crescimento é um pilar ético e técnico no atendimento pediátrico. “O objetivo é estabilizar a patela sem comprometer o crescimento. Essa técnica permite alcançar esse equilíbrio”, explica o ortopedista, que acompanha casos de instabilidade recidivante e observa impactos físicos e emocionais significativos em pacientes jovens.
O estudo monitorou sete pacientes, com idade média de 11 anos e histórico de múltiplos episódios de luxação da patela. Após 12 meses de acompanhamento clínico, nenhum deles apresentou recidiva. A pesquisa registrou melhora na mobilidade, evolução dos escores funcionais internacionais e desaparecimento completo do sinal de apreensão, marcador clássico da instabilidade patelar. O desempenho sugere que estabilizar o joelho em idade escolar pode evitar afastamentos de atividades físicas e reduzir limitações sociais associadas à dor e insegurança na marcha.
Os autores avaliam que a reconstrução combinada dos ligamentos pode se consolidar como alternativa segura e eficiente, inclusive em crianças que apresentam características anatômicas predisponentes.
A equipe reforça que o acompanhamento médico continua indispensável até o término do crescimento ósseo, já que alguns casos podem demandar novas intervenções com o avanço da adolescência.
Ao participar da pesquisa, o Dr. Armede reafirma a contribuição científica brasileira para a ortopedia pediátrica, área em que a oferta de técnicas adaptadas ao crescimento ainda é restrita. O estudo reforça que estabilizar o joelho significa devolver locomoção, segurança, confiança e qualidade de vida, elementos que interferem diretamente na socialização e no desenvolvimento saudável na infância.
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