A médica Luciana Lavigne lança em outubro o livro A Rotina que Cura, uma obra que defende a importância da prevenção e e sina os pilares que devemos agir na construção de uma vida saudável. Com base em sua experiência na Medicina Funcional Integrativa, Lavigne apresenta uma visão ampla da saúde, que vai além do tratamento de sintomas isolados, e mostra como podemos tratar a raiz de diferentes sintomas e doenças com mudanças no cotidiano, ajudando no tratamento de doenças crônicas, melhorando a energia e devolvendo o equilíbrio ao organismo.
O livro tem uma linguagem leve e acessível, com um passo a passo pra vc também colocar em prática, além de estudos de caso e experiências da prática clínica da autora, que há anos se dedica a investigar as causas por trás das doenças. A publicação propõe um guia prático de transformação, baseado em cinco pilares considerados fundamentais: alimentação saudável, rotina organizada, sono de qualidade, suplementação direcionada e cuidados com a saúde mental. “Nosso corpo é uma engrenagem: quando um pilar está enfraquecido, todo o sistema sofre. A saúde não depende de uma única decisão, mas da soma de pequenas escolhas feitas todos os dias”, afirma Lavigne.
A autora acredita que o conhecimento é uma das principais ferramentas para melhorar a saúde da população. Ao longo dos capítulos, ela compartilha histórias reais de pacientes que conseguiram reverter ou controlar quadros de doenças crônicas com mudanças simples de hábitos, além de trazer dados e orientações para ajudar o leitor a compreender melhor o funcionamento do corpo. “Grande parte dos problemas de saúde começa de forma silenciosa, mas se a pessoa aprende a interpretar os sinais precoces, tem mais chances de evitar tratamentos invasivos e remédios contínuos”, explica.
Formada em Medicina, mestre em Ciências da Saúde, Pós graduada em Medicina Funcional Integrativa, Pós graduada em gastroenterologia funcional e metabolômica, Luciana Lavigne construiu sua carreira com uma abordagem que alia ciência, experiência clínica e empatia no atendimento aos pacientes. Ao longo dos anos, percebeu que muitos brasileiros não tinham acesso a informações claras sobre saúde preventiva, o que a motivou a escrever um livro que fosse acessível a todos os públicos, e não apenas a profissionais da área médica.
“A Rotina que Cura” chega em um momento em que o debate sobre saúde preventiva tem ganhado destaque no Brasil. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70% das mortes globais estão ligadas a doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares, muitas delas associadas ao estilo de vida.
Para Lavigne, esse cenário reforça a necessidade da população repensar a forma como vive e como se relaciona com a própria saúde. “A pandemia mostrou que precisamos olhar para além do tratamento de doenças, precisamos aprender a construir saúde todos os dias”, diz.
O lançamento do livro, previsto para outubro em versões física e digital, promete atrair um público diverso, que vai desde profissionais interessados em novas abordagens médicas até leitores comuns em busca de uma vida mais equilibrada. A autora espera que a obra funcione como um ponto de partida para uma transformação pessoal. “Não existe fórmula mágica. O que existe é informação, consciência e pequenas mudanças consistentes. Esse é o caminho para uma saúde de verdade”, conclui.
Médico dermatologista Dr. Lourenço Azevedo alerta população que diagnóstico atrasado pode transformar procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa da doença
Os recordes históricos das altas temperaturas registradas, no último mês de dezembro, marcaram o início da estação climática mais aguardada pelos brasileiros: o verão. Os registros iniciais confirmam que os termômetros ficarão aquecidos até o até o início do outono, ou seja, período que deve ser mantido o alerta para os cuidados à prevenção do câncer de pele, enfermidade que segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, com mais de 220 mil novos casos anuais.
O uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o emprego de barreiras físicas — como chapéus e roupas com proteção ultravioleta — e a evitação da exposição solar entre 10h e 16h seguem sendo medidas essenciais, sobretudo em um período marcado visitação de praias, a utilização de piscinas, a prática de esportes ao ar livre e o lazer sob o sol, quando a incidência dos raios ultravioleta é mais intensa e constante.
De acordo com o médico dermatologista e tricologista. Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166292/SP), no Brasil, os registros que indicam câncer de pele apontam para três tipos da enfermidade: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. O especialista destaca que o CBC é o tipo mais frequente entre os brasileiros e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
“Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma “feridinha que não cicatriza”, uma pápula brilhante ou rosada”, destaca. “Já o CEC tem o risco maior de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, de se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção”, acrescenta.
Em relação ao tipo Melanoma, o médico alerta que é o tumor mais grave da pele, sendo que responde pela maior parte das mortes. “Ele pode aparecer como um novo sinal ou como uma mudança em uma pinta já existente. Assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida são sinais de alerta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença — quando descoberto no início, as taxas de cura são muito altas”, explica o Dr. Lourenço Azevedo.
Embora o sol seja o principal agente causador de um câncer de pele, outros fatores também aumentam o risco. O especialista destaca que é importante ter conhecimento sobre o histórico familiar ao melanoma, cuidados redobrados às pessoas de pele clara, olhos claros, cabelo ruivo ou loiro, que queimam com facilidade, a presença de muitas pintas ou nevos atípicos, entre outros alertas.
“A consulta dermatológica é fundamental, porquê muitos cânceres de pele passam despercebidos pelo paciente nos estágios iniciais, período quando a chance de cura é maior. O dermatologista faz o chamado exame de corpo inteiro, identifica lesões suspeitas, acompanha pintas e orienta medidas preventivas personalizadas. Além disso, pode realizar a dermatoscopia, que aumenta muito a precisão do diagnóstico”, ressalta o médico.
É importante frisar que quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento simples e cura.“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, finaliza o especialista que orienta que a população em geral deve visitar o consultório médico anualmente e as pessoas de risco aumentado a cada seis meses.
Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ortopedia avalia técnica que reconstrói ligamentos sem agredir áreas de crescimento e oferece estabilidade do joelho a pacientes jovens
Um estudo conduzido por especialistas brasileiros em ortopedia projeta novos caminhos para o tratamento da instabilidade patelar em crianças e adolescentes, condição que provoca deslocamentos recorrentes da rótula e afeta mobilidade, autonomia e participação social.
Entre os autores da pesquisa está o ortopedista Dr. Maurício Armede, referência nacional ortopedia e traumatologia e um dos nomes mais atuantes na consolidação de técnicas seguras para pacientes pediátricos.
A investigação, divulgada na Revista Brasileira de Ortopedia, avaliou uma abordagem cirúrgica desenhada especificamente para crianças e jovens ainda em desenvolvimento ósseo, um desafio histórico da ortopedia. O método combina a reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o ligamento patelotibial medial, estruturas fundamentais para impedir o deslocamento da patela. A técnica evita perfurações ósseas e reduz o risco de dano às cartilagens de crescimento, responsáveis pelo desenvolvimento do membro ao longo da infância e adolescência.
O procedimento utiliza o tendão semitendíneo como enxerto e é realizado por pequenas incisões com apoio de radioscopia, o que reduz agressões à articulação.
Para o Dr. Maurício Armede, a preservação do crescimento é um pilar ético e técnico no atendimento pediátrico. “O objetivo é estabilizar a patela sem comprometer o crescimento. Essa técnica permite alcançar esse equilíbrio”, explica o ortopedista, que acompanha casos de instabilidade recidivante e observa impactos físicos e emocionais significativos em pacientes jovens.
O estudo monitorou sete pacientes, com idade média de 11 anos e histórico de múltiplos episódios de luxação da patela. Após 12 meses de acompanhamento clínico, nenhum deles apresentou recidiva. A pesquisa registrou melhora na mobilidade, evolução dos escores funcionais internacionais e desaparecimento completo do sinal de apreensão, marcador clássico da instabilidade patelar. O desempenho sugere que estabilizar o joelho em idade escolar pode evitar afastamentos de atividades físicas e reduzir limitações sociais associadas à dor e insegurança na marcha.
Os autores avaliam que a reconstrução combinada dos ligamentos pode se consolidar como alternativa segura e eficiente, inclusive em crianças que apresentam características anatômicas predisponentes.
A equipe reforça que o acompanhamento médico continua indispensável até o término do crescimento ósseo, já que alguns casos podem demandar novas intervenções com o avanço da adolescência.
Ao participar da pesquisa, o Dr. Armede reafirma a contribuição científica brasileira para a ortopedia pediátrica, área em que a oferta de técnicas adaptadas ao crescimento ainda é restrita. O estudo reforça que estabilizar o joelho significa devolver locomoção, segurança, confiança e qualidade de vida, elementos que interferem diretamente na socialização e no desenvolvimento saudável na infância.
Viver um pós-operatório confortável faz toda a diferença no resultado final da sua recuperação. Pensando nisso, a Conforte-se oferece a solução ideal em locação de poltronas para pós operatório no ABC Paulista, garantindo a você um período de descanso mais seguro, acolhedor e sem esforço.
Seu corpo precisa de descanso. Seu pós-operatório merece cuidado.
As poltronas ergométricas e elétricas da Conforte-se foram desenvolvidas para proporcionar máximo bem-estar durante o repouso. Elas reduzem o esforço ao levantar, ajudam na postura, aliviam dores e facilitam pequenas mudanças de posição — fundamentais para quem passou por cirurgias estéticas, ortopédicas ou procedimentos que exigem recuperação prolongada.
A entrega é rápida e abrange toda a região do ABC Paulista, incluindo Santo André, São Bernardo, São Caetano, Mauá, Diadema e Ribeirão Pires.
Ajustes que melhoram a circulação e reduzem inchaço
Higienização completa e revisão técnica a cada locação
Mais segurança ao sentar, deitar e levantar
Cada detalhe foi pensado para que você tenha uma recuperação muito mais leve e tranquila.
Atendimento humanizado, entrega rápida e suporte total
A Conforte-se entende que o pós-operatório é um momento delicado — e por isso oferece um atendimento carinhoso, eficiente e sempre disponível para ajudar. A equipe instala a poltrona, orienta o uso e garante que tudo esteja perfeito para o seu bem-estar.
Conforte-se: sua recuperação é prioridade
Mais do que equipamentos, a Conforte-se entrega cuidado.
Você descansa. Eles cuidam de todo o resto.
Recupere-se com tranquilidade, segurança e conforto.