Com aulas-show, campeonatos internacionais e especialistas renomados, empresa reforça seu compromisso com a qualificação profissional e o futuro da panificação no Brasil.
O setor de panificação brasileiro vive um momento promissor e acelerado. Segundo a ABIP (Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria), o faturamento do setor ultrapassou R$ 153,3 bilhões em 2024 — alta de 10,92% em relação ao ano anterior, que já havia registrado crescimento de 7,46%. O avanço é impulsionado pela retomada do consumo, pela diversificação de produtos e pelo aumento da procura por processos mais naturais e artesanais. Atualmente, o Brasil soma 106.910 padarias e confeitarias ativas, número que chega a 288.791 empresas quando considerados os MEIs.
Campeonato Internacional da UIBC e master classes exclusivas É nesse cenário que a FIPAN 2025, maior feira de panificação e confeitaria da América Latina, sedia pela primeira vez o Campeonato Internacional de Panificação e Confeitaria da UIBC (International Union of Bakers and Confectioners). Patrocinado pela Ireks Brasil, o evento contará com mais de 400 m² de arena, reunindo equipes da Alemanha, França, China, México, Suécia, Espanha, Chile, Taiwan e Brasil. Os competidores serão avaliados por um júri técnico internacional de peso, com nomes como Günther Koerffer, embaixador global do sabor e referência da panificação sueca, e René Klinkmüller, premiado confeiteiro da Alemanha.
Créditos da foto: Divulgação
Além da competição, o espaço contará com master classes lideradas por Luiz Farias, embaixador da Ireks no Brasil, chef pâtissier com mais de 40 anos de carreira, formação na França e eleito o melhor do mundo pela UIBC em 2016. O tema será: “Panetone Lievito Madre – fermentação natural com a magia da tradição italiana”. As aulas acontecerão nos dias 22, 23 e 25/07 das 16h às 17h, e no dia 24/07 das 15h às 16h. A participação será por ordem de chegada.
Espaço exclusivo de fermentação natural No corredor O, entre as ruas 11 e 12, os visitantes encontrarão um espaço dedicado à fermentação natural, com aulas-show ministradas por Florian Lamprech, técnico da Ireks Alemanha e especialista em soluções para mercados internacionais.
As apresentações abordarão desde a criação e manutenção de levain até a produção de pães com alta performance nutricional e sensorial, com foco em técnicas de longa fermentação e redução de aditivos químicos. O conteúdo está alinhado às tendências atuais do setor, que registra crescimento de 4,57% no fluxo de clientes e aumento da demanda por produtos artesanais e naturais.
“A panificação brasileira está em franca evolução, e isso exige profissionais qualificados. Como indústria, temos o compromisso de investir em formação técnica. Nosso objetivo com o apoio ao campeonato e às aulas-show é contribuir diretamente para esse desenvolvimento”, afirma Darcy Holanda Mendes, Diretor de Vendas e Marketing da Ireks Brasil.
Tecnologia em ingredientes para ultracongelados Outro destaque da programação será o tema “Tecnologia em Ingredientes para Ultracongelados”, com aulas ministradas por Maurício Barbosa, Gerente Nacional de Assistência Técnica da Ireks Brasil. As apresentações ocorrem de 22 a 25 de julho, sempre das 15h às 16h, no estande da Fiesp
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O processo de ultracongelamento, que teve suas origens na Áustria em 1926, passou por diversas fases até se consolidar na Europa nos anos 80 e trilhar seus caminhos no Brasil a partir da década de 1990. Hoje, é uma realidade consolidada e estratégica para o crescimento do setor, permitindo automação, escala e redução de perdas.
“Acreditamos que os profissionais do setor precisam estar preparados para essa nova realidade. Conhecimento técnico é essencial para garantir produtividade, lucratividade e qualidade”, reforça Darcy Holanda.
Sobre a Ireks Brasil Com sede em Kulmbach, Alemanha, e atuação no Brasil desde 2004, a Ireks Brasil S.A. é resultado de uma joint-venture com a Cooperativa Agrária Agroindustrial. A empresa é referência em pesquisa, desenvolvimento e formação técnica, com certificação internacional FSSC 22000 e presença em todo o território nacional. Seu portfólio oferece soluções práticas e inovadoras para panificação e confeitaria, com foco em qualidade, performance e sustentabilidade. Saiba Mais: 🔗 Instagram | Facebook | YouTube
Os Estados Unidos são uma das maiores economias do mundo, com fartura de alimentos, mas quando o assunto é fruta, o consumo está bem abaixo do ideal. Segundo o USDA Economic Research Service, apenas 1 em cada 10 adultos consome a quantidade mínima recomendada de 1,5 a 2 xícaras por dia. Desde os anos 2000, o consumo per capita vem caindo, enquanto crescem as doenças ligadas à má alimentação.
Esse dado me chama atenção por um motivo simples: será que falta fruta nos EUA ou o problema é cultural? Atuando no setor de produção, distribuição e exportação de frutas, vejo claramente que há espaço para crescer e que o desafio não é apenas produzir mais, mas fazer com que a fruta chegue à mesa do consumidor de forma acessível e atrativa.
Um relatório recente do USDA aponta que o consumo diário caiu 14% entre 2003 e 2021. Para o mercado, isso é um alerta e, ao mesmo tempo, uma oportunidade. Se os americanos realmente seguissem as recomendações nutricionais, o setor teria que dobrar sua capacidade de abastecimento. Como produtor e distribuidor, interpreto esse déficit não como problema isolado, mas como demanda reprimida.
Estados como Califórnia, Flórida e Washington produzem maçãs, uvas, morangos e cítricos em grande escala. Ainda assim, a produção cobre pouco mais da metade do que seria necessário se todos consumissem conforme as diretrizes de saúde. Essa lacuna abre espaço para importadores e distribuidores, e é aí que nós, brasileiros, podemos fazer a diferença.
Mesmo com o consumo geral em queda, alguns nichos crescem com força. Frutas orgânicas e exóticas, por exemplo, registraram alta de 18% nos últimos três anos, puxadas pelo público jovem e escolarizado. Frutas como a lichia, que eu cultivo no interior de São Paulo, ganham cada vez mais espaço justamente por serem diferentes, saborosas e associadas a uma alimentação mais saudável.
Oportunidades da fazenda ao supermercado
Na minha experiência no Ceagesp e na exportação para a Europa, vejo que tecnologia e logística são determinantes. Fazendas que investem em irrigação inteligente, drones e sensores conseguem aumentar sua rentabilidade mesmo em cenários climáticos difíceis. Do lado da distribuição, rastreabilidade e logística refrigerada são hoje fatores que diferenciam quem consegue entregar qualidade e quem fica para trás.
A hora de olhar para frente
Estudos recentes mostram que quando há incentivo, como programas que prescrevem frutas e verduras para pacientes, o consumo aumenta em até 30%. Ou seja, o problema não está na aceitação, mas no acesso. É nesse ponto que acredito que produtores, distribuidores e importadores têm papel fundamental.
Sei, pela minha trajetória como produtor e distribuidor, que frutas não são apenas alimento: são também negócio, saúde pública e oportunidade econômica. O baixo consumo nos EUA pode parecer um problema, mas eu enxergo como uma chance única de expansão. Para quem está no setor, o futuro está maduro para ser colhido.
À frente da Colabtec, Hisayoshi Kameda aposta em um caminho ousado: levar startups brasileiras a uma imersão transformadora na China, para que experimentem de perto a velocidade e a intensidade do ecossistema mais pulsante do mundo.
A China já ocupa o 12º lugar no Global Innovation Index 2024, superando países como Canadá e Austrália. Cidades como Shenzhen e Pequim se tornaram verdadeiros epicentros criativos, onde ideias saltam do protótipo para o mercado em semanas — e onde tecnologias como inteligência artificial, biotecnologia e mobilidade elétrica são testadas em escala real.
É nesse ambiente que a Colabtec abre as portas: um programa de 20 dias que conecta empreendedores brasileiros a investidores, empresas e hubs de inovação, combinando palestras, treinamentos, mentorias e visitas a centros tecnológicos.
“Mais do que conhecer o mercado chinês, queremos que os participantes entendam como pensar inovação de forma contínua. A China é um laboratório vivo, e essa vivência pode ser o divisor de águas que falta para startups brasileiras conquistarem escala e presença global”, afirma Hisayoshi Kameda.
Startups brasileiras diante do desafio da escala
O Brasil já reúne cerca de 18 mil startups (SEBRAE), mas enfrenta gargalos recorrentes: falta de investimento, burocracia e dificuldade de internacionalização.
É aqui que a Colabtec atua como ponte estratégica:
• Antes da viagem, mentorias e preparação para alinhar expectativas.
• Durante a imersão, vivência intensa registrada quase como um reality show, mostrando a rotina, os choques culturais e os insights dos empreendedores.
• Após o retorno, acompanhamento próximo para transformar ideias em resultados práticos.
“O maior desafio das startups brasileiras não é a ideia — é a escala. Conectar-se à China significa abrir portas para capital, parceiros e uma nova forma de pensar o negócio”, explica Hisayoshi Kameda.
COLABTEC Start: uma jornada de transformação
A próxima edição, em outubro, promete ir além da imersão: será uma narrativa completa da jornada empreendedora, do Brasil à China e de volta, registrando cada momento de descoberta e reposicionamento.
“Queremos mostrar que a inovação não acontece só lá fora. Ela começa quando o empreendedor percebe que pode reinventar completamente seu modelo de negócio ao entrar em contato com outro ecossistema”, reforça Kameda.
Um novo capítulo para a inovação brasileira
Se der certo, o COLABTEC Start pode marcar um ponto de virada para o setor: startups brasileiras mais criativas e resilientes somando a isso a velocidade, pragmatismo e escala da China.
“O Brasil tem criatividade única. Se soubermos somar essa força à capacidade chinesa de acelerar e executar, construiremos um ecossistema capaz de competir em qualquer lugar do mundo”, conclui Kameda.
A B&Q Energia, empresa cearense de destaque no setor elétrico, completa 38 anos de atuação neste mês de agosto e lança uma campanha institucional que reforça sua trajetória e valores. Com o tema “38 anos de história: construindo o futuro com a força de quem sempre esteve presente”, a iniciativa propõe uma viagem pela história da companhia, convidando colaboradores, parceiros e a sociedade a reconhecer o papel de cada pessoa que ajudou a construir esse legado.
A campanha, que terá duração de dois meses, combina ações online e offline e inclui a série de vídeos “Gente que transforma com a B&Q”. Neles, colaboradores contam suas histórias dentro da empresa, revelando o orgulho de pertencer e o impacto coletivo na construção de um futuro mais sustentável. Trata-se de uma ação que, segundo a empresa, reafirma seu compromisso com a inovação e com soluções energéticas seguras e limpas.
Para Jéssyca Campos, especialista de marketing da B&Q, a proposta vai além de uma comemoração de aniversário. “A campanha traduz o orgulho da B&Q pela sua trajetória e o olhar firme para o futuro. Mais do que celebrar 38 anos, queremos reconhecer e enaltecer cada colaborador que ajudou – e continua ajudando (a construir essa história). São essas pessoas, com sua dedicação, talento e compromisso, que sustentam nossa evolução e impulsionam a inovação. Estamos vivendo um novo posicionamento de comunicação, que reforça nossa presença e consolida a B&Q como referência no setor elétrico. Essa nova fase é parte de uma estratégia sólida de fortalecimento da marca, valorizando nossa história, ampliando conexões e reafirmando nosso compromisso com resultados e excelência”, afirma.
O CEO da companhia, Luis Carlos Queiroz, destaca que a comunicação é peça-chave para a relação da empresa com seus públicos. “A comunicação é o fio condutor que mantém a B&Q conectada aos nossos clientes, fornecedores, colaboradores e à sociedade. Fortalecer esse diálogo reforça a confiança em nossa trajetória e sustenta o relacionamento transparente que cultivamos há quase quatro décadas”, diz.
A concepção e execução da campanha contam com a parceria da Agência OCTACOM, responsável pelo atendimento da conta. Rebeca Sabóia, sócia da agência, ressalta que o projeto reflete um posicionamento alinhado aos valores da companhia. “Para a OCTa, é um privilégio apoiar uma empresa que deposita tanto valor em sua história e em seu capital humano. Esta campanha reflete o propósito genuíno da B&Q: honrar quem fez parte da caminhada e projetar esse legado em um posicionamento moderno e inclusivo”, observa.
Ao longo de quase quatro décadas, a B&Q Energia consolidou-se como referência nacional, com atuação que se estende em todo o Brasil, unindo tecnologia, segurança e sustentabilidade. Agora, ao celebrar 38 anos, a empresa reforça que o futuro será construído com a mesma força, confiança e dedicação que marcaram seu passado.
Serviço:
B&Q Energia
Av. José Amora de Sá, 1501 – Distrito Industrial II, Eusébio – CE,Telefone: (85) 3260-6700