De acordo com o Dr. Gustavo Belligoli, odontólogo especialista em Implantodontia, o protocolo está mudando a forma como os pacientes encaram a odontologia restauradora
Na busca por soluções eficazes na reabilitação oral, o Protocolo de Branemark tem se destacado como uma boa alternativa para quem perdeu todos ou quase todos os dentes, proporcionando aos pacientes a oportunidade de recuperar em pouco tempo a sua funcionalidade e estética.
Os implantes são fixados cirurgicamente no osso maxilar ou mandibular, proporcionando uma base sólida para a colocação dos dentes protéticos. A tecnologia e os materiais de alta qualidade garantem a durabilidade e a estabilidade dos implantes, essenciais para o sucesso a longo prazo do tratamento.
Eficiência e agilidade
De acordo com o Dr. Gustavo Belligoli, odontólogo especialista em Implantodontia, ortodontia e Harmonização Orofacial, uma das principais vantagens do Protocolo de Branemark é o tempo do procedimento. “Ao contrário dos métodos convencionais, que podem levar meses para serem concluídos, este tratamento pode ser feito em apenas três dias seguidos, permitindo que os pacientes retomem suas vidas cotidianas sem longos períodos de espera”, revela.
O especialista acredita que o Protocolo de Branemark simplifica todo o processo de reabilitação oral. “Após a instalação dos implantes, os dentes protéticos são fabricados com precisão e colocados na boca do paciente em um curto espaço de tempo, sendo um máximo de três dias em 90% dos casos. Esse processo é coordenado de forma cuidadosa, garantindo resultados estéticos e funcionais”, pontua.
Restaurando a confiança
Além da agilidade no tratamento, o protocolo oferece uma série de benefícios aos pacientes. “A restauração completa do sorriso não só melhora a estética facial, mas também restaura a capacidade de mastigação e fala, promovendo uma melhor qualidade de vida. A confiança e autoestima dos pacientes são revitalizadas, permitindo-lhes enfrentar o mundo com um sorriso renovado”, declara.
Para Belligoli, essa metodologia oferece uma abordagem inovadora e eficiente para restaurar a função e estética dos dentes. “O Protocolo de Branemark está mudando a forma como os pacientes encaram a odontologia restauradora, proporcionando uma solução rápida e confiável para os seus problemas dentários. Para aqueles que buscam uma transformação completa do sorriso sem longos períodos de espera, essa é a escolha ideal”, finaliza.
Sobre Gustavo Belligoli
O Dr. Gustavo Belligoli é odontólogo graduado pela UFMG e especialista em Implantodontia, Ortodontia e Harmonização Orofacial. Possui pós-graduação em prótese e oclusão, ortodontia e mestrando em Harmonização Orofacial pela European Face Institute do Porto- Portugal.
A abordagem do profissional é pautada no uso de técnicas e materiais de última geração, o que garante que aqueles que buscam seus serviços possam contar com o que há de mais avançado em termos de tecnologia e inovação.
Sua clínica disponibiliza espaços modernos e sofisticados para dar todo o suporte necessário a outros profissionais que desejam ter acesso a uma estrutura sofisticada e uma equipe aliada a técnicas avançadas.
Médico dermatologista Dr. Lourenço Azevedo alerta população que diagnóstico atrasado pode transformar procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa da doença
Os recordes históricos das altas temperaturas registradas, no último mês de dezembro, marcaram o início da estação climática mais aguardada pelos brasileiros: o verão. Os registros iniciais confirmam que os termômetros ficarão aquecidos até o até o início do outono, ou seja, período que deve ser mantido o alerta para os cuidados à prevenção do câncer de pele, enfermidade que segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, com mais de 220 mil novos casos anuais.
O uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o emprego de barreiras físicas — como chapéus e roupas com proteção ultravioleta — e a evitação da exposição solar entre 10h e 16h seguem sendo medidas essenciais, sobretudo em um período marcado visitação de praias, a utilização de piscinas, a prática de esportes ao ar livre e o lazer sob o sol, quando a incidência dos raios ultravioleta é mais intensa e constante.
De acordo com o médico dermatologista e tricologista. Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166292/SP), no Brasil, os registros que indicam câncer de pele apontam para três tipos da enfermidade: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. O especialista destaca que o CBC é o tipo mais frequente entre os brasileiros e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
“Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma “feridinha que não cicatriza”, uma pápula brilhante ou rosada”, destaca. “Já o CEC tem o risco maior de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, de se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção”, acrescenta.
Em relação ao tipo Melanoma, o médico alerta que é o tumor mais grave da pele, sendo que responde pela maior parte das mortes. “Ele pode aparecer como um novo sinal ou como uma mudança em uma pinta já existente. Assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida são sinais de alerta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença — quando descoberto no início, as taxas de cura são muito altas”, explica o Dr. Lourenço Azevedo.
Embora o sol seja o principal agente causador de um câncer de pele, outros fatores também aumentam o risco. O especialista destaca que é importante ter conhecimento sobre o histórico familiar ao melanoma, cuidados redobrados às pessoas de pele clara, olhos claros, cabelo ruivo ou loiro, que queimam com facilidade, a presença de muitas pintas ou nevos atípicos, entre outros alertas.
“A consulta dermatológica é fundamental, porquê muitos cânceres de pele passam despercebidos pelo paciente nos estágios iniciais, período quando a chance de cura é maior. O dermatologista faz o chamado exame de corpo inteiro, identifica lesões suspeitas, acompanha pintas e orienta medidas preventivas personalizadas. Além disso, pode realizar a dermatoscopia, que aumenta muito a precisão do diagnóstico”, ressalta o médico.
É importante frisar que quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento simples e cura.“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, finaliza o especialista que orienta que a população em geral deve visitar o consultório médico anualmente e as pessoas de risco aumentado a cada seis meses.
Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ortopedia avalia técnica que reconstrói ligamentos sem agredir áreas de crescimento e oferece estabilidade do joelho a pacientes jovens
Um estudo conduzido por especialistas brasileiros em ortopedia projeta novos caminhos para o tratamento da instabilidade patelar em crianças e adolescentes, condição que provoca deslocamentos recorrentes da rótula e afeta mobilidade, autonomia e participação social.
Entre os autores da pesquisa está o ortopedista Dr. Maurício Armede, referência nacional ortopedia e traumatologia e um dos nomes mais atuantes na consolidação de técnicas seguras para pacientes pediátricos.
A investigação, divulgada na Revista Brasileira de Ortopedia, avaliou uma abordagem cirúrgica desenhada especificamente para crianças e jovens ainda em desenvolvimento ósseo, um desafio histórico da ortopedia. O método combina a reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o ligamento patelotibial medial, estruturas fundamentais para impedir o deslocamento da patela. A técnica evita perfurações ósseas e reduz o risco de dano às cartilagens de crescimento, responsáveis pelo desenvolvimento do membro ao longo da infância e adolescência.
O procedimento utiliza o tendão semitendíneo como enxerto e é realizado por pequenas incisões com apoio de radioscopia, o que reduz agressões à articulação.
Para o Dr. Maurício Armede, a preservação do crescimento é um pilar ético e técnico no atendimento pediátrico. “O objetivo é estabilizar a patela sem comprometer o crescimento. Essa técnica permite alcançar esse equilíbrio”, explica o ortopedista, que acompanha casos de instabilidade recidivante e observa impactos físicos e emocionais significativos em pacientes jovens.
O estudo monitorou sete pacientes, com idade média de 11 anos e histórico de múltiplos episódios de luxação da patela. Após 12 meses de acompanhamento clínico, nenhum deles apresentou recidiva. A pesquisa registrou melhora na mobilidade, evolução dos escores funcionais internacionais e desaparecimento completo do sinal de apreensão, marcador clássico da instabilidade patelar. O desempenho sugere que estabilizar o joelho em idade escolar pode evitar afastamentos de atividades físicas e reduzir limitações sociais associadas à dor e insegurança na marcha.
Os autores avaliam que a reconstrução combinada dos ligamentos pode se consolidar como alternativa segura e eficiente, inclusive em crianças que apresentam características anatômicas predisponentes.
A equipe reforça que o acompanhamento médico continua indispensável até o término do crescimento ósseo, já que alguns casos podem demandar novas intervenções com o avanço da adolescência.
Ao participar da pesquisa, o Dr. Armede reafirma a contribuição científica brasileira para a ortopedia pediátrica, área em que a oferta de técnicas adaptadas ao crescimento ainda é restrita. O estudo reforça que estabilizar o joelho significa devolver locomoção, segurança, confiança e qualidade de vida, elementos que interferem diretamente na socialização e no desenvolvimento saudável na infância.
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