Nos últimos anos, o mercado financeiro passou por transformações profundas. A evolução tecnológica, o acesso massivo à informação e a crescente instabilidade geopolítica exigiram mais dos investidores do que apenas conhecimento técnico. Neste novo cenário, desponta uma visão disruptiva e provocadora: e se o mercado financeiro não fosse algo externo, mas uma extensão do corpo humano?
Quem levanta essa reflexão é Gustavo Preck, pesquisador, investidor, empresário, escritor e criador do NOD Capitale — o maior ecossistema de evolução mental e financeira do mundo. Com uma carreira sólida como trader e mentor, Gustavo propõe em seu novo livro, Código Senso – O Mercado Financeiro Como Extensão do Corpo, uma mudança radical na forma como enxergamos o ato de investir.
Uma tese ousada e precisa
A proposta central da obra é clara: o mercado não responde apenas à técnica, mas à fisiologia do investidor. Segundo Preck, “cada decisão tomada em frente a uma tela carrega traços do estado interno de quem a executa: sua ansiedade, impulsividade, medo, confiança ou clareza”.
No livro, Gustavo defende que os sinais do corpo — como a aceleração dos batimentos, a tensão muscular ou a alteração na respiração — são, muitas vezes, mais reveladores do que os próprios gráficos. Para ele, “a maior sabotagem não vem do mercado, mas da desconexão entre o investidor e seu próprio estado físico e mental”.
O mercado começa no cérebro, mas responde ao corpo
Com linguagem acessível, mas profundamente embasada, Código Senso entrelaça conceitos de psicologia, neurociência, economia comportamental e performance. Ao longo dos capítulos, o autor mostra como as emoções moldam operações e como o ambiente, os hábitos e a ambiência influenciam diretamente na performance financeira.
“O mercado financeiro é o palco onde a fisiologia se encontra com o capital”, escreve Preck. “Você não opera só com os olhos ou com a razão — você opera com sua história, com seu estômago, com os músculos do seu maxilar. E quando o corpo não está em equilíbrio, as decisões se tornam ruído.”
Uma nova geração de investidores
Essa visão ganha ainda mais força com o trabalho desenvolvido no NOD Capitale, criado por Gustavo para ser mais do que uma escola de investimentos: um ecossistema de transformação. Com iniciativas que unem mentoria, educação, psicologia, coaching e comunidade, o NOD se propõe a formar uma nova geração de investidores — mais conscientes, consistentes e autônomos.
“Nós não treinamos apenas investidores. Nós despertamos consciências”, afirma Preck. “O mercado não está fora. Está dentro. Quando você aprende a se ler, a sentir o momento certo, a respirar antes de agir, o lucro se torna uma consequência — não uma obsessão.”
Do gráfico ao gesto: a importância da ambiência
Um dos conceitos centrais do Código Senso é a ambiência. Gustavo explica que o ambiente onde o investidor está inserido tem impacto direto sobre sua tomada de decisão. Desde a iluminação do local até o tipo de informação que consome e as pessoas com quem convive, tudo comunica. Tudo influencia.
“Se você opera cercado de ruído, de pressa e de comparação, você opera mal. Não por falta de técnica, mas por excesso de tensão. A consistência nasce do ambiente certo — interno e externo.”
No livro, ele ensina a construir ambientes que favoreçam o foco, a clareza e o raciocínio lógico, além de destacar a importância da linguagem corporal na construção de uma mente disciplinada.
Mais que um livro: um chamado à revolução silenciosa
Código Senso não é mais um manual de investimentos. É um manifesto. Um convite para que o investidor abandone a busca desesperada por fórmulas milagrosas e volte-se para o autoconhecimento. Para Gustavo Preck, o verdadeiro poder está na capacidade de reconhecer os próprios padrões emocionais, ressignificá-los e agir com presença.
“O mercado não perdoa os distraídos, mas recompensa os despertos”, diz. “O código não está no ativo — está em você.”
E é justamente por isso que o livro tem ganhado atenção não só de traders e investidores, mas também de psicólogos, coaches, atletas de alta performance e líderes empresariais. A mensagem é universal: quem domina o próprio corpo, domina seus resultados.
Um novo tempo exige um novo investidor
Diante de um cenário cada vez mais volátil, Gustavo defende que a próxima revolução nos investimentos não será tecnológica, mas comportamental. E que o maior diferencial competitivo do investidor moderno não é o número de telas, mas o nível de consciência com que lida com o próprio medo, ganância e ego.
“Se você opera com pressa, é o mercado que vai te parar. Se você opera com clareza, é você que dita o ritmo”, afirma. “Não existe consistência sem conexão. E não existe conexão sem corpo.”
Para Preck, esse novo paradigma é inevitável — e necessário. E o Código Senso é o mapa para quem está pronto para trilhar essa jornada de dentro para fora.
Mega Polo propõe um novo olhar e se posiciona como polo de soluções, inovações e tendências
São Paulo, março de 2024 – O Mega Polo, um dos mais tradicionais polos de moda do Brás, região que há décadas sustenta a força do comércio de moda na cidade de São Paulo, vive a transformação mais profunda de sua história e inaugura uma nova geração de shopping atacadista e comercio no Brasil. Mais de 20 anos operando como centro físico de compras B2B, o empreendimento encerrou 2025 com crescimento estimado de 15% no faturamento, vacância praticamente zerada, ticket médio em alta, de R$170 para R$190, e um fluxo que atingiu média de 1 milhão de pessoas por mês, com picos de 60 mil visitantes em um único dia. Mais do que números positivos, os resultados marcam a virada de posicionamento de um complexo que deixa de ser apenas um destino de compras para se tornar uma plataforma de inovação para o setor.
Sem abandonar sua essência como referência nacional do comércio de moda, o Mega Polo passa a operar como um Live Center, integrando varejo físico, tecnologia, dados, produção de conteúdo e novas dinâmicas de consumo em um único ecossistema. A abertura aos finais de semana, o atendimento também ao consumidor final e a ampliação do mix de operações reforçam o conceito de “tudo em um só lugar”, elevando o tempo de permanência, o fluxo e as oportunidades de negócios para as cerca de 150 marcas instaladas no complexo. “O comércio vive de fluxo. Então, o que nós estamos preservando aqui? O fluxo. A estratégia não é substituir a moda, mas ampliar o leque de opções, fortalecer o ecossistema e gerar mais vendas para os lojistas.”, explica Antonio Almeida Gestor de Marketing dos shoppings Mega e Plaza.
O Mega Polo assume um novo papel no mercado e se consolida como um shopping de inovação e tendências, ao transformar inteligência artificial, dados e live commerce em pilares estruturais do negócio. Trata-se de um dos movimentos mais ousados e inéditos já adotados por um centro de comercio de moda no país, com foco direto em entregar soluções tecnológicas reais e escaláveis para os lojistas.
Em parceria com a Venda & Cia, o shopping implementa um ecossistema de IA que transforma o WhatsApp, principal canal de vendas do atacado, em uma plataforma inteligente de gestão comercial. A arquitetura de quatro camadas atua desde a atração e qualificação de leads até a automação operacional 24 horas e a inteligência gerencial conversacional para os proprietários das marcas. A IA funciona como assistente de vendas, organiza pedidos fora do horário comercial, sugere produtos complementares, reduz erros, transforma conversas em dados estratégicos e apoia decisões de estoque e compra. Os testes iniciais indicam potencial de aumento de ticket médio entre 15% e 25%, redução de custos operacionais de até 30%, diminuição de capital parado em estoque em até 20% e taxas de engajamento que chegam a 22% poucas horas após os disparos, evidenciando a tecnologia como motor direto de crescimento. O projeto da Venda e Cia com o Mega Polo se diferencia por sua abordagem ecossistêmica e integrada. A proposta é não apenas uma ferramenta, mas uma arquitetura de IA de quatro camadas que cobre todo o funil de vendas, desde a atração (IA Shopping) e qualificação de leads, passando pela curadoria de moda e atendimento especializado (IA Loja), até a automação operacional e suporte 24/7 (IA Assistente). A quarta camada, a IG – Inteligência Gerencial Conversacional, é um diferencial estratégico, fornecendo aos proprietários das marcas insights e dados por meio de conversação em voz e em real para tomadas de decisão ágeis e assertivas. Nossa expertise no atacado de moda, aliada à humanização da IA, nos permite criar soluções que realmente entendem e resolvem as dores especiais desse mercado, algo que soluções genéricas não conseguem replicar. “O Mega Polo deixa de ser apenas um endereço físico de compras para se tornar uma plataforma de negócios, tecnologia e conteúdo para o atacado de moda. Estamos construindo um ecossistema onde dados, inteligência artificial, experiência presencial e produção digital trabalham juntos para escalar vendas, profissionalizar o setor e oferecer ferramentas concretas de crescimento para os lojistas.”, conclui Almeida.
Ao combinar a tradição do Brás como motor do comércio de moda com uma infraestrutura baseada em inteligência artificial, dados e vendas ao vivo, o Mega Polo não apenas acompanha as transformações do varejo, ele passa a liderá-las. O empreendimento se posiciona como referência nacional em inovação para o atacado de moda e apresenta ao mercado um modelo de shopping que nasce para operar no presente e no futuro: físico, digital, conectado, orientado por dados e desenhado para transformar fluxo em negócios.
Informações projeto Mega Polo e Venda e Cia – IA Com base nos pilotos e na inteligência do ecossistema, foram projetados benefícios numéricos significativos: • aumento da taxa de conversão – os testes iniciais já demonstram taxas de engajamento de até 22% em poucas horas de disparo, indicando um alto potencial de conversão de leads qualificados em vendas efetivas; • elevação do ticket médio – a IA Loja, atuando como curadora de moda, é capaz de sugerir produtos complementares, aumentando o valor médio das compras em 15% a 25%; • redução de custos operacionais – a automação e a eliminação de erros manuais podem gerar uma economia de tempo e recursos equivalente a até 30% do custo operacional atual com atendimento e gestão de pedidos; • otimização de estoque – com dados precisos sobre a demanda e preferências dos clientes, os lojistas podem reduzir o capital de giro travado em estoque em até 20%.
A implementação do ecossistema Venda e Cia para os lojistas do Mega Polo segue um processo estruturado para garantir máxima eficiência e resultados:
diagnóstico de base e mapeamento de fluxo – análise aprofundada da base de clientes do lojista e mapeamos o fluxo de vendas atual para identificar oportunidades de otimização e personalização da IA;
configuração do business manager e ativação da API oficial Meta o time técnico configura a Business Manager do lojista e ativa a API oficial do WhatsApp Business, garantindo a segurança, escalabilidade e conformidade da comunicação;
treinamento estratégico do time de vendas – capacitação das equipes de vendas para utilizarem a IA Assistente como uma aliada, focando em como ela libera tempo para o fechamento comercial e como a IA Loja pode ser usada para upsell e curadoria de moda;
início dos disparos e monitoramento contínuo – após o treinamento, iniciamos os disparos de broadcast e o monitoramento constante da performance, com relatórios detalhados e ajustes estratégicos.
Destaques tecnologia: • Inteligência Artificial Preditiva e Generativa – utilização de IA para qualificação de leads, curadoria de moda (sugestão de looks) e geração de descrições de produtos; • Inteligência Gerencial Conversacional (IG) – uma inovação que entrega por meio do WhatsApp e da integração de dados gerenciais da marca (ERP) um verdadeiro painel de controle gerencial para proprietários, oferecendo insights em tempo real para decisões estratégicas. • integração com a API Oficial da Meta – garantia de uma comunicação robusta, segura e escalável via WhatsApp Business API, com todos os recursos de automação e compliance da Meta; • tokenização de dados – ada interação e clique é tokenizado, permitindo um rastreamento detalhado do comportamento do cliente e a criação de perfis de compra precisos; • processamento de Linguagem Natural (PLN) – a IA Assistente compreende e responde a perguntas complexas, liberando as vendedoras para o foco comercial; • arquitetura de microsserviços – a plataforma é construída com uma arquitetura modular, garantindo flexibilidade, escalabilidade e resiliência para integrar novas funcionalidades e demandas do mercado; • Data-Driven Decision Making – transformação de dados brutos em insights estratégicos para os lojistas, permitindo uma gestão de vendas baseada em evidências e não em intuição, afinal, a Venda e Cia conversa com dados.
A previsão é que os lojistas comecem a ver os primeiros resultados em questão de horas após o início dos disparos, como engajamento e cliques. No entanto, a maturação completa e os resultados exponenciais do ecossistema Venda e Cia são percebidos de forma crescente ao longo das primeiras semanas e meses. A consistência na utilização da plataforma e a adaptação do time de vendas são cruciais para que a IA aprenda e otimize continuamente, gerando um ciclo virtuoso de crescimento e eficiência.
INFORMAÇÕES MEGA POLO Horário de funcionamento: • segunda a quinta – 07h às 17h30; • sexta-feira – 08h às 17h; • Sábado – 07H às 17h; • domingo e feriados – 08h às 17h.
Assessoria de imprensa Mega Polo Moda AVA Comunicação Jornalismo: Julia Arcos – (11) 99269- 8007 julia@avacom.com.br Sandra Calvi – (11) 99142-4433 sandra@avacom.com.br
Na noite da última segunda feira 16/03, o ator, diretor e escritor Miguel Falabella, lançou o livro “A Partilha e outras peças teatrais”, na Livraria da Vila na Av. Paulista e reuniu fãs e amigos.
Créditos da Foto: Divulgação
Durante o evento, Miguel Falabella recebeu um presente misterioso de Jefferson Oliveira, conhecido como “Rei das Entrevistas”. Durante a entrevista, o Rei das Entrevistas, deu uma réplica da estátua “Três Graças”, que faz alusão a paixão do personagem “Kasper” vivido por Falabella na novela das 9 da Globo. Miguel Falabella ficou muito feliz e encantado com a surpresa e fez um post em seu Instagram comentando sobre o presente.
Foi lançado nesta terça-feira (17), em Salvador, o Selo Cooperativa Legal. A certificação reconhece a regularidade jurídica, administrativa e documental das cooperativas baianas, reforçando a transparência e o compromisso com os princípios do cooperativismo.
Foto Ricardo Filho
A iniciativa é coordenada pela Setre e gerida pelo Conselho Estadual de Cooperativismo (Cecoop), com apoio de entidades representativas do setor. O selo é voluntário e atesta que as cooperativas operam em conformidade com a legislação vigente, mantendo práticas como a realização de assembleias regulares, atualização de atas e funcionamento ativo dos conselhos administrativos e fiscais.
Durante o lançamento, o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, destacou o papel estratégico da certificação para o fortalecimento do setor. “O objetivo deste Selo é assegurar que as verdadeiras cooperativas possam ser valorizadas, reconhecidas e impulsionadas, seja em compras públicas, licitações, políticas de fomento ao crédito, mas sobretudo um diálogo com a sociedade baiana para que nós possamos reconhecer os verdadeiros valores do cooperativismo”, afirmou.
Com a certificação, as cooperativas passam a ter maior credibilidade institucional e podem obter vantagens em editais, licitações estaduais e programas de políticas públicas. A medida também contribui para diferenciar organizações legítimas das chamadas “cooperativas de fachada”, que utilizam o modelo de forma irregular.
O presidente da União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes Bahia), Ícaro Rennê, ressaltou a importância do reconhecimento para o segmento. “Esse reconhecimento é de suma importância. O Selo Cooperativa Legal materializa o trabalho desenvolvido pelas cooperativas, que é o resultado de união, esforço e organização dessas instituições”, pontuou.
Atualmente, a Bahia conta com 324 cooperativas distribuídas em diversos segmentos, como transporte, crédito, agricultura familiar e reciclagem de resíduos sólidos. Essas organizações desempenham papel fundamental na geração de trabalho, renda e no desenvolvimento econômico em diferentes regiões do estado.
O Selo Cooperativa Legal chega como mais um instrumento para impulsionar o cooperativismo baiano, promovendo segurança jurídica, valorização institucional e incentivo às boas práticas de gestão coletiva.