Com patrocínio da NIVEA e apoio institucional da Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador, a iniciativa visa impulsionar o empreendedorismo negro e indígena no setor da moda, integrando ações preparatórias para o Festival Feira Preta Salvador 2025.
Estão abertas as inscrições para o programa Feira Preta Cria Moda, voltado a empreendedores negros e indígenas da área da moda em Salvador e na Região Metropolitana. A iniciativa é realizada pelo Instituto Feira Preta, com patrocínio da NIVEA e parceria institucional da Secretaria de Cultura e Turismo de Salvador. A ação faz parte da estratégia de replicação da tecnologia social Feira Preta na Bahia, com foco no fortalecimento econômico, criativo e comunitário, e terá como grande marco o Festival Feira Preta Salvador, previsto para novembro deste ano.
Os interessados poderão se inscrever até o dia 11 de agosto. A turma de Salvador marcará o início de um ciclo com cinco grupos formativos que acontecerão entre agosto e setembro, abrangendo também as áreas de Gastronomia, Influência Digital, Música e Fortalecimento de Negócios Quilombolas. Cada turma integrará uma ação sistêmica e colaborativa, com o objetivo de fomentar prosperidade econômica por meio da ancestralidade, da inovação e da conexão entre redes.
“Salvador é um celeiro de criatividade, identidade e ancestralidade, e queremos potencializar isso com o fomento aos processos de criação, produção, distribuição e consumo de produtos e serviços desenvolvidos pela comunidade local. Essa iniciativa reforça o nosso compromisso em criar caminhos sustentáveis de prosperidade para empreendedores negros e indígenas, fortalecendo não só os negócios, mas também a autoestima, a cultura e a coletividade dessas pessoas”, comenta Adriana Barbosa, fundadora do Instituto Feira Preta.
Lígia Annunziato, head de Diversidade, Equidade e Inclusão da Beiersdorf, destaca que a parceria com a Feira Preta, que já dura mais de cinco anos, é fortalecida pela Teoria da Mudança. “Acreditamos que, para gerar impacto real, é preciso atuar na raiz das estruturas que perpetuam as desigualdades. Promover a inclusão produtiva de pessoas negras — seja por meio da empregabilidade ou do empreendedorismo — é um dos caminhos mais potentes para impulsionar a mobilidade social e construir uma sociedade mais justa e equitativa.”
Inscreva-se e Transforme Seu Negócio
Para participar, é preciso se autodeclarar pessoa negra (preta ou parda) ou indígena, ter mais de 18 anos, residir em Salvador ou na Região Metropolitana e possuir um negócio de moda ativo há pelo menos dois anos, com ao menos uma coleção autoral já lançada. Serão selecionados 25 empreendedores que atuem em diferentes segmentos, como vestuário, acessórios, calçados, moda praia, plus size, infantil, sustentável, sob medida, entre outros.
O programa inclui uma imersão formativa de sete dias, entre 15 e 22 de agosto, com uma programação que combina atividades presenciais e online, além de um ciclo de mentorias especializadas para impulsionar os negócios participantes. As atividades presenciais ocorrerão no Arquivo Público da Bahia, conduzidas por especialistas em temas como criação com conexão ancestral, autoconhecimento, gestão financeira, marketing e prototipagem.
Ao final, os participantes poderão se candidatar para expor seus trabalhos no Feira Preta Festival Salvador 2025, ampliando a visibilidade, rede e oportunidades de negócio. Inscrições até as 23h59 do dia 11 de agosto de 2025, pelo link
Cronograma da Turma Moda – Salvador/BA
Inscrições até 11 de agosto de 2025. Divulgação dos selecionados: 12 de agosto de 2025 Realização da imersão: 15/08 (sexta-feira) – online, das 19h às 21h 16/08 (sábado) – presencial, das 9h30 às 17h 18 a 22/08 (segunda a sexta-feira) – presencial, das 9h30 às 13h Local das aulas presenciais: Arquivo Público do Estado da Bahia (Baixa de Quintas, Salvador – BA)
Sobre o Instituto Feira Preta
A Feira Preta é um ecossistema estratégico focado no fortalecimento econômico cultural da população negra na América Latina, em especial no Brasil. Somos um negócio de impacto, que dispõe de uma tecnologia social própria e que atua de forma sistêmica com diferentes programas, projetos e ações, criando um ambiente propício ao empoderamento, crescimento e prosperidade econômica de pessoas negras a partir da valorização de conhecimentos ancestrais que contribuem para a reconstrução de imaginários e a construção de novos futuros. Saiba mais através do site: https://feirapreta.com.br/
Sobre a NIVEA
O cuidado é a essência da NIVEA há mais de 110 anos. A marca está presente em cerca de 150 países e no Brasil, conta com um portfólio completo de hidratantes corporais e faciais, protetores solares e labiais, itens para cuidados masculinos, para banho e antitranspirantes. A NIVEA lançou a primeira emulsão hidratante do mundo, que mais tarde ficaria conhecida como a icônica e querida “latinha azul”. A constante busca por inovação e excelência fazem da NIVEA a marca nº 1 em cuidados com a pele no mundo. Atualmente, conta com mais de 500 itens em seu portfólio que valorizam a individualidade e necessidades de cada tipo de pele. Ao longo dos anos, a NIVEA segue conquistando a admiração e a confiança de seus consumidores e acredita no poder transformador do toque humano para gerar conexões, baseado no respeito e cuidado com o meio ambiente e as pessoas como parte de seus valores como marca.
A indústria global vive um momento de transformação profunda. Impulsionados pela digitalização, pela automação avançada e pela busca por eficiência energética, setores como infraestrutura, energia e manufatura estão redesenhando seus modelos produtivos. Nesse novo cenário, a integração entre tecnologia, engenharia e sustentabilidade deixou de ser tendência para se tornar uma exigência competitiva.
A chamada Indústria 4.0 consolidou o uso de sistemas inteligentes, sensores conectados, análise de dados em tempo real e plataformas digitais como pilares da produtividade. Esses recursos permitem monitorar operações, antecipar falhas, reduzir desperdícios e elevar os padrões de segurança, criando ambientes industriais mais eficientes e resilientes.
Paralelamente, cresce a pressão por práticas ambientalmente responsáveis. Empresas enfrentam hoje a necessidade de reduzir emissões, otimizar o consumo de energia e alinhar suas operações às metas globais de sustentabilidade. A eficiência energética, antes vista apenas como ferramenta de redução de custos, tornou-se um diferencial estratégico e um fator decisivo para investidores e parceiros.
Nesse contexto, convidamos Michel de Oliveira Barboza , engenheiro mecânico e especialista em automação e manutenção industrial, com mais de 10 anos de experiência em projetos voltados aos setores de energia, gás e infraestrutura para esclarecer pontos importantes. Ao longo de sua trajetória, ele se consolidou como referência na integração entre engenharia, tecnologia e eficiência operacional.
Com uma visão sistêmica dos processos industriais, Michel defende que a transformação tecnológica deve ser pensada de forma estratégica. “Automação não é apenas substituir tarefas manuais por sistemas digitais. É compreender como cada processo impacta o desempenho energético, a segurança e o meio ambiente”, afirma.
Segundo ele, organizações que investem em manutenção preventiva, monitoramento inteligente e gestão baseada em dados conseguem ganhos expressivos de produtividade e redução de custos. “Quando a engenharia é orientada por informação e planejamento, os resultados aparecem de forma consistente”, destaca.
Outro aspecto central em sua abordagem é o desenvolvimento de equipes técnicas qualificadas. Para Michel, a inovação só se sustenta quando acompanhada por capacitação contínua e cultura organizacional voltada à excelência. “Tecnologia sem pessoas preparadas não gera transformação real”, observa.
“A indústria do futuro precisa ser segura, conectada e sustentável. Esses três pilares são inseparáveis”, afirma. Para ele, o engenheiro contemporâneo deve assumir o papel de agente de mudança, conectando inovação, responsabilidade ambiental e desempenho econômico.
O avanço da automação industrial, aliado à preocupação com sustentabilidade, representa uma oportunidade para reposicionar o setor produtivo em escala global. Profissionais como Michel de Oliveira Barboza demonstram que é possível combinar rigor técnico, visão estratégica e compromisso socioambiental, contribuindo para uma indústria mais inteligente, competitiva e preparada para os desafios do século XXI.
Em um mundo cada vez mais orientado por dados, eficiência e responsabilidade, a engenharia permanece como motor do desenvolvimento — e a integração entre tecnologia e sustentabilidade se consolida como o caminho mais sólido para o crescimento sustentável.
América Latina e Caribe estão deixando de ser apenas mercados emergentes para se consolidarem como plataformas estratégicas de investimento em hospitalidade, afirma especialista
O SAHIC Hotel & Tourism Investment Forum – Latin America & The Caribbean acaba de anunciar programação oficial da sua 20ª edição, que acontecerá de 22 a 24 de março de 2026 no Rio de Janeiro (Brasil). Como principal novidade da edição comemorativa, o encontro dedicará pela primeira vez período completo ao debate sobre Branded Residences, refletindo rápida consolidação desse modelo híbrido — que integra hospitalidade, turismo e desenvolvimento imobiliário — como uma das mais relevantes teses de investimento no setor na América Latina e Caribe.
O destaque acompanha uma tendência global consistente. Relatórios internacionais do mercado imobiliário e de hospitalidade indicam que o número de empreendimentos de branded residences deve ultrapassar a marca de 900 projetos no mundo até 2026, praticamente dobrando em menos de uma década. A América Latina e Caribe figuram entre as regiões de crescimento mais acelerado, com destaques para as cidades de São Paulo (Brasil) e Cidade do México (México), impulsionadas pela expansão do turismo internacional, pela valorização de destinos premium e pelo interesse crescente de investidores institucionais em ativos que combinam receita imobiliária, operação hoteleira e fortalecimento de marca.
Segundo Arturo García Rosa, presidente e CEO da SAHIC, o avanço desse modelo representa uma mudança estrutural no setor. “A hospitalidade está passando por um processo de convergência com o mercado imobiliário e com a experiência de marca. As branded residences mostram que o investidor busca ativos mais resilientes, diversificados e conectados ao estilo de vida contemporâneo. A América Latina reúne atributos únicos — destinos consolidados, ativos naturais e demanda internacional — e isso explica o interesse crescente na região.”
A programação da SAHIC 2026 foi estruturada justamente para refletir essa transformação. Os debates devem abordar desde novas estruturas de financiamento para projetos turísticos e imobiliários até a evolução da performance hoteleira na região, passando por temas como sustentabilidade e ESG como vetores de valorização de ativos, reposicionamento estratégico de marcas, redefinição do conceito de luxo e a integração cada vez mais intensa entre turismo, urbanismo e desenvolvimento imobiliário.
Também entram na agenda discussões sobre tecnologia, distribuição e inteligência de mercado, áreas que vêm influenciando diretamente decisões de investimento e a competitividade dos destinos.
Para García Rosa, a região vive um momento decisivo. “A América Latina e o Caribe estão deixando de ser apenas mercados emergentes para se consolidarem como plataformas estratégicas de investimento em hospitalidade. Isso exige diálogo constante entre governos, investidores e operadores, além de visão de longo prazo. O turismo e o desenvolvimento imobiliário associados a ele já são motores relevantes de crescimento econômico e geração de valor na região.”
A expectativa é reunir mais de 350 participantes de mais de 15 países, entre investidores institucionais, redes hoteleiras globais, incorporadoras, bancos multilaterais, consultorias especializadas e autoridades públicas. A edição marca a consolidação da SAHIC como principal ambiente regional de articulação entre capital, projetos e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da hospitalidade, turismo e real estate.
Dinâmica Ao longo de dois dias, a programação reunirá mais de 50 painelistas com discussões estratégicas e cases inspiradores, além de sessões de networking de alto nível, reuniões individuais “one-to-one” entre investidores e executivos e rodadas de negócios. A escolha do Rio de Janeiro para edição comemorativa foi estratégica. Segundo García Rosa, “Voltar ao Rio não é coincidência. É uma decisão meticulosamente pensada: aqui encontramos uma cidade vibrante, conectada ao mundo, com uma intensa agenda de desenvolvimento e uma visão de futuro que queremos continuar promovendo.”
O ambiente de negócios favorável foi reforçado pelo forte crescimento do setor hoteleiro na região. Para este ano, destinos como Costa Rica, Peru e Turks and Caicos já confirmaram presença. De acordo com o último relatório da Lodging Econometrics, até o final de 2025, 71 novos hotéis com 12.160 quartos foram inaugurados na América Latina. E são previstas as aberturas de 125 novos hotéis e 20.467 quartos em 2026, seguidas por 136 novos hotéis e 17.783 quartos em 2027. “Estamos prontos para receber de volta líderes globais nos setores de hotelaria, turismo e desenvolvimento imobiliário”, declarou o vice-prefeito Eduardo Cavaliere. Para mais informações e inscrições para a edição de 2026, bem como para se manter atualizado com as últimas notícias, acesse: www.sahic.com
Sobre a SAHIC A SAHIC é o principal fórum para investimentos em hotelaria, turismo e desenvolvimento imobiliário na América Latina e no Caribe. Com um histórico notável de 19 edições realizadas em cidades-chave como Buenos Aires, Rio de Janeiro, Lima, Bogotá, Santiago, Medellín, Havana, Quito, San José, Cidade do Panamá e Cartagena, a SAHIC construiu a plataforma de negócios mais poderosa para os principais players envolvidos no investimento e desenvolvimento de projetos de hotelaria, turismo e imobiliário na região. Devido ao seu alcance, histórico e capacidade de convocação, a SAHIC se consolidou como um evento imperdível para quem investe e desenvolve na região.
Atendimento à imprensa | SAHIC Latin America and The Caribbean 2026 Verônica Macêdo – Jornalista WhatsApp – 71 9 99599484
Com tecnologia própria e visão orientada a monetização, os sócios Sergio Barbosa e Igor Oliveira estruturam operações comerciais inteligentes que reduzem perdas, aumentam conversão e tornam o crescimento previsível
Em um cenário em que atendimento rápido e inteligência de dados passaram a ser determinantes para o faturamento das empresas, a Agência DPX tem ganhado espaço ao se posicionar como uma empresa de tecnologia voltada diretamente para receita e eficiência operacional. Sob o comando dos sócios Sergio Barbosa, estrategista digital e CRO, e Igor Oliveira, a companhia aposta na estruturação inteligente do atendimento como principal alavanca de crescimento.
Distante do modelo tradicional de agência focada exclusivamente em campanhas, a DPX atua na construção de infraestrutura comercial. A empresa oferece CRM, soluções de WhatsApp com API oficial e plataformas que organizam o fluxo de atendimento com escala e inteligência. Entre as soluções desenvolvidas estão o WaSeller, voltado à gestão estratégica de conversas comerciais; o FlowSeller, focado na estruturação de funis e aumento de conversão; e o Iarizando, iniciativa direcionada à implementação prática de agentes de inteligência artificial nas operações.
“A DPX se diferencia por atuar como uma empresa de tecnologia focada em receita e eficiência operacional. Não entregamos campanhas. Entregamos infraestrutura de crescimento”, afirma Sergio Barbosa. Segundo ele, quando atendimento e dados são organizados de forma estratégica, as empresas vendem mais, reduzem perdas e ganham previsibilidade nos resultados.
A atuação de Sergio como CRO influencia diretamente o direcionamento estratégico da empresa. “Nosso foco é encontrar constantemente novas alavancas de monetização e eficiência. Isso nos levou a ir além do software. Hoje ajudamos empresas a estruturar toda a operação de atendimento, conectando CRM, automações e inteligência artificial para aumentar conversão e produtividade”, explica. O impacto, segundo ele, se traduz em menos fricção no contato com o cliente e mais oportunidades aproveitadas.
Para os próximos anos, a principal aposta da DPX está no atendimento inteligente como motor central de receita. A empresa tem ampliado a vertical de agentes de IA capazes de atender, qualificar leads, responder dúvidas e executar fluxos completos de atendimento. “O consumidor quer velocidade e precisão. Empresas que ainda dependem de processos manuais vão perder espaço”, avalia Sergio. A meta é consolidar a DPX como uma das principais provedoras de infraestrutura de atendimento do país, sustentando crescimento consistente no mercado nacional.