Quarta edição da Imersão Ametista, nos dias 6 e 7 de setembro, propõe práticas vivenciais para mulheres que enfrentam o esgotamento profissional. Dados recentes apontam que, entre as mulheres, a ansiedade foi relatada por 88,2%, ataques de pânico por 29,4% e burnout por 37%
O burnout já é considerado um problema de saúde pública no Brasil. De acordo com a Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), cerca de 30% da população economicamente ativa sofre com a síndrome do esgotamento profissional, condição que compromete não apenas a saúde mental, mas também a sustentabilidade dos negócios. Atento a esse cenário, o Instituto Jordana Ribeiro promove, nos dias 6 e 7 de setembro, a 4ª edição da Imersão Ametista, experiência online voltada para empresárias que buscam ressignificar sua forma de liderar e empreender.
Mais do que um curso teórico, a Imersão é apresentada como um mergulho prático de dois dias, no qual as participantes vivenciam rituais e dinâmicas desenhados para transformar pressão e bloqueios em clareza, confiança e poder de decisão. “A empresa é o reflexo direto da energia da sua líder. Quando a mulher empreendedora está esgotada, o negócio também enfraquece. Por isso, é urgente ressignificar a forma de conduzir a vida e os negócios”, afirma a psicóloga e mentora Jordana Ribeiro, fundadora do Instituto.
Público
O encontro é destinado a empresárias que sentem o impacto do burnout e a solidão da liderança, que perderam a conexão com o propósito do negócio ou enfrentam bloqueios criativos mesmo diante de bons resultados. Também é direcionado a mulheres que desejam liderar com mais autenticidade e magnetismo, transformando pressão em potência.
Benefícios
Ao final da jornada, as participantes terão acesso a ferramentas práticas para recuperar energia vital, estruturar uma rotina de negócios sustentável, tomar decisões estratégicas com mais clareza e confiança, estimular a inovação em seus projetos e transformar medo em coragem para expandir impacto e legado.
“Este é um convite para que a empresária volte a ser protagonista da sua vida e da sua empresa, resgatando a força interna que muitas vezes se perde na correria e na pressão por resultados”, complementa Jordana.
Dados
As mulheres ocupavam 38% dos cargos de liderança no Brasil em 2023, segundo levantamento da FIA Business School com mais de 150 mil funcionários em 150 grandes empresas (selo Lugares Incríveis para Trabalhar). No topo das estruturas corporativas, esse percentual se reduz significativamente: apenas 17,4% das empresas brasileiras eram presididas por mulheres em 2025, de acordo com a Pesquisa Panorama Mulheres, realizada pelo Talenses Group em parceria com o Insper. Entre as maiores companhias listadas no Índice Bovespa, apenas três — Petrobras, Banco do Brasil e Fleury — tinham mulheres como CEOs em 2025, o que representa apenas 4,8% dos cargos de alta liderança.
Segundo Jordana, esse cenário reforça a importância de iniciativas como a Imersão Ametista, que propõe fortalecer a presença feminina na liderança a partir do equilíbrio entre saúde física e mental, clareza e autenticidade.
Serviço
• O quê: 4ª Edição da Imersão Ametista
• Quando: 6 e 7 de setembro de 2024
• Onde: Online e ao vivo
• Inscrições: https://eventoametista.com.br/ametista
Sobre Jordana Ribeiro
Jordana Ribeiro é psicóloga, mestre em Psicologia, empresária e fundadora do Instituto Jordana Ribeiro. Atua como mentora de líderes, apoiando mulheres a transformar dor em potência, unindo profundidade terapêutica e estratégias de negócios para a construção de legados autênticos, prósperos e sustentáveis.
Médico dermatologista Dr. Lourenço Azevedo alerta população que diagnóstico atrasado pode transformar procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa da doença
Os recordes históricos das altas temperaturas registradas, no último mês de dezembro, marcaram o início da estação climática mais aguardada pelos brasileiros: o verão. Os registros iniciais confirmam que os termômetros ficarão aquecidos até o até o início do outono, ou seja, período que deve ser mantido o alerta para os cuidados à prevenção do câncer de pele, enfermidade que segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, com mais de 220 mil novos casos anuais.
O uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o emprego de barreiras físicas — como chapéus e roupas com proteção ultravioleta — e a evitação da exposição solar entre 10h e 16h seguem sendo medidas essenciais, sobretudo em um período marcado visitação de praias, a utilização de piscinas, a prática de esportes ao ar livre e o lazer sob o sol, quando a incidência dos raios ultravioleta é mais intensa e constante.
De acordo com o médico dermatologista e tricologista. Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166292/SP), no Brasil, os registros que indicam câncer de pele apontam para três tipos da enfermidade: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. O especialista destaca que o CBC é o tipo mais frequente entre os brasileiros e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
“Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma “feridinha que não cicatriza”, uma pápula brilhante ou rosada”, destaca. “Já o CEC tem o risco maior de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, de se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção”, acrescenta.
Em relação ao tipo Melanoma, o médico alerta que é o tumor mais grave da pele, sendo que responde pela maior parte das mortes. “Ele pode aparecer como um novo sinal ou como uma mudança em uma pinta já existente. Assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida são sinais de alerta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença — quando descoberto no início, as taxas de cura são muito altas”, explica o Dr. Lourenço Azevedo.
Embora o sol seja o principal agente causador de um câncer de pele, outros fatores também aumentam o risco. O especialista destaca que é importante ter conhecimento sobre o histórico familiar ao melanoma, cuidados redobrados às pessoas de pele clara, olhos claros, cabelo ruivo ou loiro, que queimam com facilidade, a presença de muitas pintas ou nevos atípicos, entre outros alertas.
“A consulta dermatológica é fundamental, porquê muitos cânceres de pele passam despercebidos pelo paciente nos estágios iniciais, período quando a chance de cura é maior. O dermatologista faz o chamado exame de corpo inteiro, identifica lesões suspeitas, acompanha pintas e orienta medidas preventivas personalizadas. Além disso, pode realizar a dermatoscopia, que aumenta muito a precisão do diagnóstico”, ressalta o médico.
É importante frisar que quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento simples e cura.“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, finaliza o especialista que orienta que a população em geral deve visitar o consultório médico anualmente e as pessoas de risco aumentado a cada seis meses.
Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ortopedia avalia técnica que reconstrói ligamentos sem agredir áreas de crescimento e oferece estabilidade do joelho a pacientes jovens
Um estudo conduzido por especialistas brasileiros em ortopedia projeta novos caminhos para o tratamento da instabilidade patelar em crianças e adolescentes, condição que provoca deslocamentos recorrentes da rótula e afeta mobilidade, autonomia e participação social.
Entre os autores da pesquisa está o ortopedista Dr. Maurício Armede, referência nacional ortopedia e traumatologia e um dos nomes mais atuantes na consolidação de técnicas seguras para pacientes pediátricos.
A investigação, divulgada na Revista Brasileira de Ortopedia, avaliou uma abordagem cirúrgica desenhada especificamente para crianças e jovens ainda em desenvolvimento ósseo, um desafio histórico da ortopedia. O método combina a reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o ligamento patelotibial medial, estruturas fundamentais para impedir o deslocamento da patela. A técnica evita perfurações ósseas e reduz o risco de dano às cartilagens de crescimento, responsáveis pelo desenvolvimento do membro ao longo da infância e adolescência.
O procedimento utiliza o tendão semitendíneo como enxerto e é realizado por pequenas incisões com apoio de radioscopia, o que reduz agressões à articulação.
Para o Dr. Maurício Armede, a preservação do crescimento é um pilar ético e técnico no atendimento pediátrico. “O objetivo é estabilizar a patela sem comprometer o crescimento. Essa técnica permite alcançar esse equilíbrio”, explica o ortopedista, que acompanha casos de instabilidade recidivante e observa impactos físicos e emocionais significativos em pacientes jovens.
O estudo monitorou sete pacientes, com idade média de 11 anos e histórico de múltiplos episódios de luxação da patela. Após 12 meses de acompanhamento clínico, nenhum deles apresentou recidiva. A pesquisa registrou melhora na mobilidade, evolução dos escores funcionais internacionais e desaparecimento completo do sinal de apreensão, marcador clássico da instabilidade patelar. O desempenho sugere que estabilizar o joelho em idade escolar pode evitar afastamentos de atividades físicas e reduzir limitações sociais associadas à dor e insegurança na marcha.
Os autores avaliam que a reconstrução combinada dos ligamentos pode se consolidar como alternativa segura e eficiente, inclusive em crianças que apresentam características anatômicas predisponentes.
A equipe reforça que o acompanhamento médico continua indispensável até o término do crescimento ósseo, já que alguns casos podem demandar novas intervenções com o avanço da adolescência.
Ao participar da pesquisa, o Dr. Armede reafirma a contribuição científica brasileira para a ortopedia pediátrica, área em que a oferta de técnicas adaptadas ao crescimento ainda é restrita. O estudo reforça que estabilizar o joelho significa devolver locomoção, segurança, confiança e qualidade de vida, elementos que interferem diretamente na socialização e no desenvolvimento saudável na infância.
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