Um sinal elétrico de meio segundo dado por uma máquina de 100 mil euros: essa seria uma forma muito simplista de explicar a tecnologia REAC, que vem se apresentando como tratamento eficaz de ansiedade, depressão e estresse.
Criada na Itália e aprovada desde 2014 pela Anvisa, a tecnologia REAC é uma tecnologia de neuromodulação desenvolvida para otimizar a resposta do sistema nervoso central, ou seja, ela não trata a doença e sim a desadaptação do sistema nervoso e, como tratamento, atua na modulação da expressão da dor e comportamento.
“Toda disfunção tem um desequilíbrio. A tecnologia REAC vem para o consultório como um tratamento efetivo para diferentes questões de saúde, entre elas: ansiedade, depressão e estresse. Em uma primeira consulta, analisamos o que está em desequilíbrio e, por meio da tecnologia, desconstruímos a disfunção responsável por gerar os sintomas e então desenhamos um tratamento completo com ciclos de protocolos”, explica Dr. Fábio Bechelli, médico referência especializado em tecnologia REAC.
Quando o assunto é saúde mental, o Brasil lidera a lista de países com mais casos de ansiedade e depressão. Uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) em 2021 aponta que, em uma lista de onze países, o Brasil lidera com mais casos de ansiedade, com incidência em 63% da população, e depressão, que atinge 59% dos brasileiros, seguido por Irlanda e Estados Unidos.
O estudo “Tratamentos de Neuromodulação REAC na Depressão, Ansiedade e Estresse”, realizado por Dr. Fábio Bechelli e outros 6 cientistas, aponta que o tratamento com protocolos de neuromodulação com tecnologia REAC obteve uma queda média de 36,9% nos sintomas de depressão, 41,95% para sintomas de ansiedade e 35,3% para os sintomas de estresse.
Realizado em 300 indivíduos, divididos em dois grupos de 150, com pelo menos dois dos três sintomas de depressão, ansiedade e estresse, o estudo tem como objetivo comparar duas modalidades diferentes de administração do tratamento de neuromodulação aplicadas por meio da tecnologia REAC.
“Ambas as modalidades visam melhorar as estratégias do corpo para lidar e otimizar a resposta a estressores ambientais e externos. Com o estudo, entendemos que, por meio da utilização do tratamento com a tecnologia REAC, é possível reduzir os padrões disfuncionais de comportamento adaptativo, subjacentes a muitos sintomas e patologias neuropsicológicas, e melhorar os sintomas de depressão, ansiedade e estresse”, conclui Dr. Fábio Bechelli, médico referência especializado em Tecnologia REAC.
A tecnologia REAC oferece aos pacientes um tratamento personalizado de acordo com a necessidade individual. Uma vez que a melhora se apresenta gradativamente, assim que há o diagnóstico da redução dos sintomas há um espaçamento entre ciclos de protocolo. Em muitos casos é identificada a melhora dos sintomas no primeiro ciclo.
Dr. Fábio Bechelli
Fábio Bechelli é médico, pesquisador e referência entre médicos brasileiros para aplicação da neuro e biomodulação por meio da tecnologia REAC. Com experiência clínica desde 2011 com protocolos de neuromodulação, neurobiomodulação e biomodulação com Tecnologia REAC, Bechelli desenvolve projetos de inovação em saúde, ministra aulas e palestras em cursos de pós-graduação nacionais e internacionais além de ocupar a cadeira de secretário da Sociedade Científica Internacional da Otimização Neuro Psico Física – SONC- da Itália.
Allan Vieira, 36 anos, natural de Santo André (SP), é casado com Jay e pai de Sophia e Arthur. Cristão desde os 8 anos de idade, ele vem de uma família humilde e construiu sua trajetória profissional baseada em fé, resiliência e espírito empreendedor.
Desde jovem, Allan demonstrou vocação para o empreendedorismo. Aos 18 anos iniciou seus primeiros investimentos, passando por diferentes experiências entre erros e acertos que o prepararam para um projeto de maior impacto. Há cinco anos, essa caminhada resultou na criação da Europa Colchões, empresa que nasceu com uma proposta diferenciada no mercado: atuar não apenas na venda de colchões, mas na promoção da saúde, no tratamento da coluna e na correção postural.
No início, a operação era totalmente artesanal. O próprio fundador realizava os agendamentos, as visitas técnicas nas residências dos clientes e, em muitos casos, as entregas dos produtos. O modelo, embora desafiador, permitiu um contato direto com as reais necessidades do público atendido.
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Há cerca de dois anos, a empresa passou por uma fase de forte expansão. Atualmente, a Europa Colchões é a única do Brasil a ter colchões indicados por médicos, consolidando-se como referência nacional no segmento de tecnologia aplicada ao tratamento da coluna.
A marca conta ainda com Andréa Nóbrega como embaixadora, o que ampliou sua visibilidade, credibilidade e alcance em nível nacional. Hoje, milhares de brasileiros utilizam as tecnologias desenvolvidas pela Europa Colchões, que se posiciona como especialista em dores na coluna, hérnia de disco, bico de papagaio e correção postural. O atendimento é totalmente personalizado, com produtos exclusivos desenvolvidos conforme a necessidade de cada cliente.
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A empresa atua em todo o território nacional por meio de um modelo inovador: o cliente entra em contato com a equipe, realiza um agendamento gratuito e recebe em sua residência a visita de um terapeuta especializado, responsável por avaliar o caso e indicar a solução mais adequada.
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Entre os próximos passos, Allan Vieira destaca a implantação de lojas físicas estratégicas nas principais capitais brasileiras, ampliando o acesso às tecnologias e fortalecendo a presença da marca. A missão da Europa Colchões é clara: levar qualidade de vida às pessoas que sofrem com dores crônicas na coluna, oferecendo soluções baseadas em tecnologia, atendimento humanizado e responsabilidade com a saúde.
Dr. Lucas Minari explica como o equipamento pode potencializar a hipertrofia e auxiliar na transição pós-emagrecimento
O uso de tecnologias como aliadas nos protocolos médicos de performance corporal tem ganhado espaço em clínicas especializadas. Entre essas inovações está o CM Slim, equipamento que vem sendo incorporado aos protocolos do Dr. Lucas Minari, médico, como um recurso complementar para ganho de massa magra, melhora do tônus muscular e estabilidade metabólica.
Segundo o médico, a tecnologia chega como um reforço estratégico para pacientes que já seguem acompanhamento clínico e desejam aprimorar a qualidade muscular de forma segura.
Como funciona o CM Slim
O CM Slim atua por meio de contrações musculares profundas e de alta intensidade, superiores às contrações voluntárias realizadas durante o treino convencional.
Esse estímulo promove:
ativação muscular intensa
aumento de força e firmeza
estímulo à hipertrofia e à qualidade do músculo
“O CM Slim não substitui o treino físico, mas potencializa o estímulo muscular quando usado dentro de um protocolo bem indicado”, explica o Dr. Lucas Minari.
Efeito também na gordura localizada
Além do impacto direto sobre a musculatura, a ativação intensa aumenta a demanda energética local, favorecendo a liberação e a quebra de ácidos graxos na região tratada.
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O resultado clínico é a combinação de:
maior tônus muscular
redução de gordura localizada
melhora do contorno corporal
Indicação estratégica após o emagrecimento
De acordo com o médico, o CM Slim é especialmente útil para pacientes que já passaram pelo processo de emagrecimento e entram na fase de manutenção e construção de massa muscular — um período considerado crítico para o risco de reganho de gordura.
“Essa transição precisa ser bem conduzida. O CM Slim ajuda a tornar o processo mais eficiente, com melhor estímulo muscular e maior estabilidade metabólica”, afirma.
Tecnologia dentro de um protocolo médico individualizado
O Dr. Lucas Minari reforça que o uso do CM Slim faz parte de uma estratégia mais ampla, que leva em conta:
fase metabólica do paciente
alimentação e treino
histórico clínico
objetivos individuais
“Cada fase do processo exige uma estratégia diferente. Quando o corpo recebe o estímulo correto, no momento certo, ele responde melhor”, destaca.
Conclusão
O CM Slim se consolida como uma ferramenta complementar dentro de protocolos médicos de hipertrofia e definição muscular, auxiliando na melhora do tônus, na redução de gordura localizada e na transição segura entre emagrecimento e ganho de massa — sempre com indicação individualizada e acompanhamento médico.
Psicóloga explica como o transtorno pode afetar a comunicação do casal — e como é possível reconstruir a conexão
Muitos relacionamentos terminam não por falta de amor, mas por uma sensação constante de desgaste emocional. Discussões frequentes, promessas não cumpridas e a impressão de que o carinho foi engolido pela rotina fazem parte da queixa de muitos casais. Em parte desses casos, o que está por trás do conflito é o TDAH — Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade — ainda pouco compreendido na vida a dois.
Segundo a Dra. Sandra Villela, psicóloga, o TDAH pode interferir profundamente na dinâmica do relacionamento quando não é reconhecido.
“O transtorno embaralha a comunicação, distorce intenções e mina a paciência dos dois lados. Aos poucos, o casal deixa de se conectar e passa a se defender”, explica.
Quando a comunicação vira conflito
Em relacionamentos onde o TDAH está presente, é comum que conversas simples evoluam para discussões recorrentes. Isso acontece porque o transtorno afeta funções como atenção, organização emocional, impulsividade e memória de trabalho.
Quem não tem TDAH pode se sentir ignorado, não priorizado ou pouco valorizado. Quem tem o transtorno, por outro lado, vive em constante estado de alerta, tentando não errar, não frustrar e não decepcionar.
“O relacionamento deixa de ser um espaço de troca e passa a ser um campo de proteção emocional”, afirma a psicóloga.
Não é desinteresse, é funcionamento neurológico
A Dra. Sandra Villela reforça que muitos comportamentos interpretados como desleixo, frieza ou falta de compromisso não têm relação com ausência de amor.
“O problema não é o sentimento. É a falta de informação, de recursos e de estratégias adequadas para lidar com o impacto do TDAH no cotidiano da relação.”
A ausência de diagnóstico ou de psicoeducação costuma gerar um ciclo de frustração, culpa e mal-entendidos, que se retroalimentam ao longo do tempo.
Quando a compreensão entra, a relação muda
De acordo com a psicóloga, quando o casal passa a compreender como o TDAH funciona, a dinâmica começa a se transformar. O foco deixa de ser a culpa e passa a ser o ajuste.
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Esse processo envolve:
comunicação mais clara e objetiva
expectativas mais realistas
acordos práticos para o dia a dia
desenvolvimento de empatia dos dois lados
“Com informação e estratégias, o relacionamento fica mais leve. O casal aprende a se adaptar ao transtorno, em vez de lutar contra ele”, explica.
Reconstruir é possível
A especialista destaca que lidar com o TDAH no relacionamento não significa desistir de quem se ama, mas aprender a amar de uma forma mais consciente e estruturada.
Conclusão
O TDAH, quando não reconhecido, cria ruídos que afastam. Quando compreendido, abre espaço para reconstrução, respeito e conexão real. Amor continua sendo essencial — mas, sozinho, ele não resolve. Informação e estratégia fazem toda a diferença.