A harmonização facial, está cada vez mais popular, e continua evoluindo com as novas técnicas e tendências. Nessa série de entrevista que homenageia as mulheres do nosso país, conversamos com a Dra. Roberta Costa, especialista em estética avançada e proprietária da RC Clinic Care, destaca que o foco será em naturalidade e personalização, respeitando a estrutura facial de cada paciente.
Os tratamentos estarão cada vez menos invasivos, com menor tempo de recuperação e resultados mais sutis. A harmonização agora é vista como parte do autocuidado e do bem-estar, unindo estética e saúde. Dra. Roberta recomenda que os interessados escolham profissionais capacitados, cuidem da pele diariamente e alinhem expectativas para obter resultados naturais e personalizados.
O conceito de “menos é mais” continua em alta para o próximo ano. Em vez de traços excessivamente marcados ou resultados artificiais, a harmonização facial agora busca um equilíbrio mais suave, respeitando a estrutura original do rosto. Dra. Roberta explica que a tendência é que as técnicas fiquem cada vez mais sutis, quase imperceptíveis, promovendo uma aparência renovada, mas sem alterar os traços pessoais.
Além de corrigir, a harmonização facial em 2025 se volta também para a prevenção do envelhecimento. Com o uso de bioestimuladores de colágeno e outros métodos que promovem a regeneração celular, os profissionais agora visam resultados duradouros e preventivos. A ideia é cuidar da pele e da estrutura facial antes dos sinais de envelhecimento se tornarem aparentes, mantendo a saúde da pele e uma aparência jovem por mais tempo.
Com o avanço da tecnologia, os procedimentos de harmonização facial estão se tornando menos invasivos e mais seguros. Injeções com ácidos leves, técnicas com microagulhas e lasers de última geração são algumas das opções que devem ganhar ainda mais popularidade em 2025. Essas técnicas reduzem o tempo de recuperação e os riscos, possibilitando resultados visíveis com mais conforto.
A tecnologia em harmonização facial está cada vez mais sofisticada, e uma das novidades para 2025 é o uso de análise facial 3D. Essa tecnologia permite uma avaliação detalhada do rosto do paciente, possibilitando que o profissional visualize como cada intervenção afetará a harmonia facial. Com a análise 3D, é possível planejar o procedimento de forma precisa, prevendo o resultado final e evitando surpresas.
A estética agora caminha lado a lado com a saúde. A harmonização facial de 2025 se concentra em soluções que melhoram a saúde da pele, como hidratação profunda, tratamentos anti-inflamatórios e antioxidantes. A harmonização não é apenas sobre aparência, mas também sobre autocuidado e bem-estar. Manter uma pele saudável é um investimento em autoestima e qualidade de vida.
Dra. Roberta Costa compartilha algumas dicas para quem deseja apostar na harmonização facial em 2025. Ela aconselha a pesquisar bem o profissional, escolhendo alguém capacitado, com formação sólida e experiência, e a buscar referências e avaliações de outros pacientes. Outro ponto importante é avaliar suas expectativas, conversando com o especialista sobre o que realmente combina com o seu rosto, pois nem sempre o que funciona para uma pessoa funciona para outra. A harmonização facial precisa respeitar a individualidade.
Uma rotina de cuidados diários é essencial para manter os resultados do procedimento. Dra. Roberta recomenda o uso de hidratantes, protetor solar e produtos adequados ao tipo de pele.
Com foco no bem-estar, na naturalidade e na personalização, a harmonização facial para 2025 representa um avanço significativo na estética e na saúde. Dra. Roberta Costa finaliza: o futuro da harmonização facial é cada vez mais promissor, com tecnologias e métodos que respeitam a beleza natural de cada um. A estética do amanhã é sobre realçar o que já temos, de forma segura e sutil, promovendo o bem-estar e a autoconfiança.
Para quem quer investir em beleza e autocuidado, 2025 promete ser o ano ideal para explorar o que a harmonização facial tem de mais inovador e eficiente.
Dr. Lucas Minari explica como o equipamento pode potencializar a hipertrofia e auxiliar na transição pós-emagrecimento
O uso de tecnologias como aliadas nos protocolos médicos de performance corporal tem ganhado espaço em clínicas especializadas. Entre essas inovações está o CM Slim, equipamento que vem sendo incorporado aos protocolos do Dr. Lucas Minari, médico, como um recurso complementar para ganho de massa magra, melhora do tônus muscular e estabilidade metabólica.
Segundo o médico, a tecnologia chega como um reforço estratégico para pacientes que já seguem acompanhamento clínico e desejam aprimorar a qualidade muscular de forma segura.
Como funciona o CM Slim
O CM Slim atua por meio de contrações musculares profundas e de alta intensidade, superiores às contrações voluntárias realizadas durante o treino convencional.
Esse estímulo promove:
ativação muscular intensa
aumento de força e firmeza
estímulo à hipertrofia e à qualidade do músculo
“O CM Slim não substitui o treino físico, mas potencializa o estímulo muscular quando usado dentro de um protocolo bem indicado”, explica o Dr. Lucas Minari.
Efeito também na gordura localizada
Além do impacto direto sobre a musculatura, a ativação intensa aumenta a demanda energética local, favorecendo a liberação e a quebra de ácidos graxos na região tratada.
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O resultado clínico é a combinação de:
maior tônus muscular
redução de gordura localizada
melhora do contorno corporal
Indicação estratégica após o emagrecimento
De acordo com o médico, o CM Slim é especialmente útil para pacientes que já passaram pelo processo de emagrecimento e entram na fase de manutenção e construção de massa muscular — um período considerado crítico para o risco de reganho de gordura.
“Essa transição precisa ser bem conduzida. O CM Slim ajuda a tornar o processo mais eficiente, com melhor estímulo muscular e maior estabilidade metabólica”, afirma.
Tecnologia dentro de um protocolo médico individualizado
O Dr. Lucas Minari reforça que o uso do CM Slim faz parte de uma estratégia mais ampla, que leva em conta:
fase metabólica do paciente
alimentação e treino
histórico clínico
objetivos individuais
“Cada fase do processo exige uma estratégia diferente. Quando o corpo recebe o estímulo correto, no momento certo, ele responde melhor”, destaca.
Conclusão
O CM Slim se consolida como uma ferramenta complementar dentro de protocolos médicos de hipertrofia e definição muscular, auxiliando na melhora do tônus, na redução de gordura localizada e na transição segura entre emagrecimento e ganho de massa — sempre com indicação individualizada e acompanhamento médico.
Psicóloga explica como o transtorno pode afetar a comunicação do casal — e como é possível reconstruir a conexão
Muitos relacionamentos terminam não por falta de amor, mas por uma sensação constante de desgaste emocional. Discussões frequentes, promessas não cumpridas e a impressão de que o carinho foi engolido pela rotina fazem parte da queixa de muitos casais. Em parte desses casos, o que está por trás do conflito é o TDAH — Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade — ainda pouco compreendido na vida a dois.
Segundo a Dra. Sandra Villela, psicóloga, o TDAH pode interferir profundamente na dinâmica do relacionamento quando não é reconhecido.
“O transtorno embaralha a comunicação, distorce intenções e mina a paciência dos dois lados. Aos poucos, o casal deixa de se conectar e passa a se defender”, explica.
Quando a comunicação vira conflito
Em relacionamentos onde o TDAH está presente, é comum que conversas simples evoluam para discussões recorrentes. Isso acontece porque o transtorno afeta funções como atenção, organização emocional, impulsividade e memória de trabalho.
Quem não tem TDAH pode se sentir ignorado, não priorizado ou pouco valorizado. Quem tem o transtorno, por outro lado, vive em constante estado de alerta, tentando não errar, não frustrar e não decepcionar.
“O relacionamento deixa de ser um espaço de troca e passa a ser um campo de proteção emocional”, afirma a psicóloga.
Não é desinteresse, é funcionamento neurológico
A Dra. Sandra Villela reforça que muitos comportamentos interpretados como desleixo, frieza ou falta de compromisso não têm relação com ausência de amor.
“O problema não é o sentimento. É a falta de informação, de recursos e de estratégias adequadas para lidar com o impacto do TDAH no cotidiano da relação.”
A ausência de diagnóstico ou de psicoeducação costuma gerar um ciclo de frustração, culpa e mal-entendidos, que se retroalimentam ao longo do tempo.
Quando a compreensão entra, a relação muda
De acordo com a psicóloga, quando o casal passa a compreender como o TDAH funciona, a dinâmica começa a se transformar. O foco deixa de ser a culpa e passa a ser o ajuste.
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Esse processo envolve:
comunicação mais clara e objetiva
expectativas mais realistas
acordos práticos para o dia a dia
desenvolvimento de empatia dos dois lados
“Com informação e estratégias, o relacionamento fica mais leve. O casal aprende a se adaptar ao transtorno, em vez de lutar contra ele”, explica.
Reconstruir é possível
A especialista destaca que lidar com o TDAH no relacionamento não significa desistir de quem se ama, mas aprender a amar de uma forma mais consciente e estruturada.
Conclusão
O TDAH, quando não reconhecido, cria ruídos que afastam. Quando compreendido, abre espaço para reconstrução, respeito e conexão real. Amor continua sendo essencial — mas, sozinho, ele não resolve. Informação e estratégia fazem toda a diferença.
Negócio liderado pelo optometrista Bruno Costa aposta em atendimento humanizado e experiência técnica para se consolidar no setor
A Ótica Sonho dos Olhos nasceu com uma proposta clara: transformar o cuidado com a saúde visual em um serviço acessível, técnico e centrado nas pessoas. Fundada pelo empresário Bruno Costa, a empresa foi estruturada a partir de quase duas décadas de experiência no setor óptico e de uma estratégia voltada à construção de valor de longo prazo.
“O ponto de partida foi o desejo de promover o cuidado com a saúde visual dos nossos clientes. Acreditamos que oferecemos uma segunda visão”, afirma Costa. Segundo ele, a falta de óculos adequados, especialmente para pessoas com graus mais elevados, pode comprometer diretamente a autonomia e a qualidade de vida. “A ausência de óculos pode significar a perda da capacidade de enxergar. Nosso objetivo sempre foi proporcionar cuidado, atenção e amor à saúde visual.”
A trajetória da Sonho dos Olhos se desenvolve em um momento de expansão do mercado óptico no Brasil. Em 2024, o setor alcançou cerca de R$ 27 bilhões em faturamento, com mais de 71 mil pontos de venda em operação, registrando crescimento em relação a 2023. Já em 2025, a expectativa do mercado é de continuidade dessa curva positiva, impulsionada pelo envelhecimento da população, pelo aumento do tempo de exposição a telas e pela maior conscientização sobre saúde visual.
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Apesar do cenário favorável, os primeiros anos de operação exigiram resiliência. “O principal desafio foi a consolidação da marca e o reconhecimento no mercado”, explica Costa. “Mesmo estando em avenidas de grande visibilidade, éramos uma marca nova, e a construção do branding inicial foi um dos maiores obstáculos.”
A estratégia adotada para superar essa fase passou pela combinação de atendimento personalizado, rigor técnico e posicionamento claro. A empresa apostou em relacionamento próximo com o cliente e na entrega de soluções ópticas adequadas às necessidades individuais, o que contribuiu para o fortalecimento da marca no mercado local.
Hoje, a Sonho dos Olhos acompanha uma tendência crescente no varejo de saúde: negócios que unem gestão estratégica, conhecimento técnico e propósito desde a sua origem. Em um setor cada vez mais competitivo e profissionalizado, a experiência do cliente e a confiança construída no atendimento seguem como diferenciais decisivos para a expansão sustentável.