Apaixonado pela profissão e atento às particularidades de seus pacientes, Dr. Esdras Guimarães tem se tornado referência em Odontologia no estado de Sergipe.
Sempre requisitado entre os principais meios de comunicação ressalta a importância das medidas de prevenção para evitar complicações futuras com a saúde bucal, através de consultas regulares com o dentista. Segundo ele, com a pouca procura dos pacientes nos consultórios durante a pandemia, hoje é perceptível um aumento no número de casos de inflamações, problemas na gengiva, cáries, fraturas de dentes e outras complicações provocadas por falta de acompanhamento profissional nos últimos meses em algumas pessoas. “Quando você perde um dente muita coisa muda, você perde sua auto estima, sua mastigação é comprometida e isso sem falar no medo ou receio de falar em público” destaca o cirurgião-dentista.
Dr. Esdras vem atendendo desde julho de 2019 na nova unidade da Clínica Oral Plus, localizada no Centro Médico Jardins, anexo ao Hospital Primavera, em Aracaju – SE, unindo a tecnologia odontológica de qualidade à tradição e credibilidade.
O paciente dispõe de um atendimento diferenciado, acomodações confortáveis, aparelhagem de primeira linha, e uma ampla variedade de outros especialistas em todo o complexo do centro, além de contar ainda com um hospital dentro do complexo.
A clínica foi idealizada para proporcionar o maior conforto possível, sendo uma das marcas de sua empresa, com uma síntese do que existe de mais moderno e funcional na odontologia, onde Dr. Esdras Guimarães somou sua experiência na área às ideias inovadoras que o mercado oferece, para melhor atender os pacientes.
Em um ambiente tranquilo e confortável, os pacientes encontram bem estar durante o tratamento, além de equipamentos com tecnologia de ponta e selecionados para oferecer procedimentos direcionados à odontologia estética e implantes dentários, com simplicidade e conforto na técnica da cirurgia guiada para a colocação de implantes dentários, além da tecnologia suíça que acelera todo o processo de reposição dentária.
“Criamos uma estrutura que contempla a vista com recursos de tecnologia, é uma forma de tirar o clima monótono do consultório e fazer com que o momento da consulta seja o mais prazeroso possível. Atualmente a odontologia dispõe de um arsenal de recursos capaz de garantir soluções eficientes, resultados sem artificialidade e sorrisos perfeitos”, finaliza.
Antes de qualquer procedimento é feita uma consulta odontológica inicial para a avaliação do caso. O primeiro contato serve para definir o diagnóstico e o plano de tratamento. O Dr. Esdras faz questão de frisar toda a segurança do equipamento utilizado em seu consultório. “Todos os instrumentais utilizados são esterilizados em autoclave. O equipamento elimina até os microorganismos mais resistentes, o que certamente evita a contaminação entre pacientes”, afirma.
“Hoje fornecemos soluções dentárias completas que melhoram a qualidade de vida de todas as pessoas que nos procuram. Não podemos falar sobre saúde sem falar sobre a saúde bucal, principalmente em relação à alimentação. A saúde do ser humano está ligada à saúde bucal, por onde ele se alimenta e mantém o corpo nutrido”, conclui.
Crédito das Fotos: Márcio Dantas / Renato Cipriano – Divulgação
Médico dermatologista Dr. Lourenço Azevedo alerta população que diagnóstico atrasado pode transformar procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa da doença
Os recordes históricos das altas temperaturas registradas, no último mês de dezembro, marcaram o início da estação climática mais aguardada pelos brasileiros: o verão. Os registros iniciais confirmam que os termômetros ficarão aquecidos até o até o início do outono, ou seja, período que deve ser mantido o alerta para os cuidados à prevenção do câncer de pele, enfermidade que segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, com mais de 220 mil novos casos anuais.
O uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o emprego de barreiras físicas — como chapéus e roupas com proteção ultravioleta — e a evitação da exposição solar entre 10h e 16h seguem sendo medidas essenciais, sobretudo em um período marcado visitação de praias, a utilização de piscinas, a prática de esportes ao ar livre e o lazer sob o sol, quando a incidência dos raios ultravioleta é mais intensa e constante.
De acordo com o médico dermatologista e tricologista. Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166292/SP), no Brasil, os registros que indicam câncer de pele apontam para três tipos da enfermidade: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. O especialista destaca que o CBC é o tipo mais frequente entre os brasileiros e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
“Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma “feridinha que não cicatriza”, uma pápula brilhante ou rosada”, destaca. “Já o CEC tem o risco maior de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, de se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção”, acrescenta.
Em relação ao tipo Melanoma, o médico alerta que é o tumor mais grave da pele, sendo que responde pela maior parte das mortes. “Ele pode aparecer como um novo sinal ou como uma mudança em uma pinta já existente. Assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida são sinais de alerta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença — quando descoberto no início, as taxas de cura são muito altas”, explica o Dr. Lourenço Azevedo.
Embora o sol seja o principal agente causador de um câncer de pele, outros fatores também aumentam o risco. O especialista destaca que é importante ter conhecimento sobre o histórico familiar ao melanoma, cuidados redobrados às pessoas de pele clara, olhos claros, cabelo ruivo ou loiro, que queimam com facilidade, a presença de muitas pintas ou nevos atípicos, entre outros alertas.
“A consulta dermatológica é fundamental, porquê muitos cânceres de pele passam despercebidos pelo paciente nos estágios iniciais, período quando a chance de cura é maior. O dermatologista faz o chamado exame de corpo inteiro, identifica lesões suspeitas, acompanha pintas e orienta medidas preventivas personalizadas. Além disso, pode realizar a dermatoscopia, que aumenta muito a precisão do diagnóstico”, ressalta o médico.
É importante frisar que quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento simples e cura.“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, finaliza o especialista que orienta que a população em geral deve visitar o consultório médico anualmente e as pessoas de risco aumentado a cada seis meses.
Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ortopedia avalia técnica que reconstrói ligamentos sem agredir áreas de crescimento e oferece estabilidade do joelho a pacientes jovens
Um estudo conduzido por especialistas brasileiros em ortopedia projeta novos caminhos para o tratamento da instabilidade patelar em crianças e adolescentes, condição que provoca deslocamentos recorrentes da rótula e afeta mobilidade, autonomia e participação social.
Entre os autores da pesquisa está o ortopedista Dr. Maurício Armede, referência nacional ortopedia e traumatologia e um dos nomes mais atuantes na consolidação de técnicas seguras para pacientes pediátricos.
A investigação, divulgada na Revista Brasileira de Ortopedia, avaliou uma abordagem cirúrgica desenhada especificamente para crianças e jovens ainda em desenvolvimento ósseo, um desafio histórico da ortopedia. O método combina a reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o ligamento patelotibial medial, estruturas fundamentais para impedir o deslocamento da patela. A técnica evita perfurações ósseas e reduz o risco de dano às cartilagens de crescimento, responsáveis pelo desenvolvimento do membro ao longo da infância e adolescência.
O procedimento utiliza o tendão semitendíneo como enxerto e é realizado por pequenas incisões com apoio de radioscopia, o que reduz agressões à articulação.
Para o Dr. Maurício Armede, a preservação do crescimento é um pilar ético e técnico no atendimento pediátrico. “O objetivo é estabilizar a patela sem comprometer o crescimento. Essa técnica permite alcançar esse equilíbrio”, explica o ortopedista, que acompanha casos de instabilidade recidivante e observa impactos físicos e emocionais significativos em pacientes jovens.
O estudo monitorou sete pacientes, com idade média de 11 anos e histórico de múltiplos episódios de luxação da patela. Após 12 meses de acompanhamento clínico, nenhum deles apresentou recidiva. A pesquisa registrou melhora na mobilidade, evolução dos escores funcionais internacionais e desaparecimento completo do sinal de apreensão, marcador clássico da instabilidade patelar. O desempenho sugere que estabilizar o joelho em idade escolar pode evitar afastamentos de atividades físicas e reduzir limitações sociais associadas à dor e insegurança na marcha.
Os autores avaliam que a reconstrução combinada dos ligamentos pode se consolidar como alternativa segura e eficiente, inclusive em crianças que apresentam características anatômicas predisponentes.
A equipe reforça que o acompanhamento médico continua indispensável até o término do crescimento ósseo, já que alguns casos podem demandar novas intervenções com o avanço da adolescência.
Ao participar da pesquisa, o Dr. Armede reafirma a contribuição científica brasileira para a ortopedia pediátrica, área em que a oferta de técnicas adaptadas ao crescimento ainda é restrita. O estudo reforça que estabilizar o joelho significa devolver locomoção, segurança, confiança e qualidade de vida, elementos que interferem diretamente na socialização e no desenvolvimento saudável na infância.
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