Especialista tem viajado o Brasil para formar novos profissionais na área da laserterapia
A Fonoaudióloga Daniella Caropreso, carinhosamente conhecida como Dra. Dani Caropreso, tem ganhado destaque no cenário nacional por sua expertise em laser terapia aplicada à fonoaudiologia, uma tecnologia inovadora que potencializa os resultados clínicos em diversas áreas terapêuticas. Reconhecida por sua vasta experiência e atuação de excelência, Dani também é uma das referências nessa especialidade, oferecendo cursos de habilitação para profissionais da área.
A dra. sempre pensou na necessidade de passar adiante seu conhecimento através do laser, para ela, é muito importante que mais profissionais se qualifiquem para oferecerem um tratamento eficaz aos seus pacientes. Seus cursos abordam temas como: Fundamentos teóricos da laser terapia; Aplicabilidade clínica em disfunções orofaciais, dor miofascial e lesões vocais; Prática supervisionada com protocolos personalizados; Aspectos éticos e legais do uso da tecnologia.
Realizados em diversas cidades do Brasil, o curso de habilitação oferecidos pela fonoaudióloga têm sido amplamente procurados por profissionais que buscam atualizar suas práticas e oferecer soluções inovadoras a seus pacientes.
Com um olhar apurado para a inovação, Dra. Dani Caropreso tem se consolidado como uma referência na fonoaudiologia. Sua contribuição vai além do campo clínico, impactando a formação de uma nova geração de fonoaudiólogos habilitados em tecnologias de ponta.
Sobre ela:
Drª Dani, como é chamada carinhosamente por seus pacientes, é uma estudiosa nata. Especialista em neuro integrativa, formada pela PUC/SP, há 27 anos, ela tem também 09 pós-graduações. É também laserterapeuta, acupunturista, ozonioterapeuta, especialista em motricidade orofacial, especialista em desenvolvimento neurológico infantil e neuro divergentes.
Esse texto remete ao Título de Comendadora em nov23 “Não esperava um convite como esse, dessa grandiosidade, mas após 25 anos trilhando o meu caminho como fonoaudióloga, transformando tantas vidas, estas homenagens vieram como forma de reconhecimento de que valeu a pena o plantio extenso diante da colhida de tantos resultados”. comenta Daniella.
Sua história tem que ser respeitada, o título é merecido. Hoje, ela atende pessoas no Japão, EUA, Irlanda, Inglaterra, Espanha, Portugal, Nova Zelândia, México e Argentina. Ficou muito conhecida não só no Brasil, mas em outros países, é palestrante e consultora internacional. Em 2020, criou uma metodologia própria de estimulação para crianças autistas, chamado Método B.R.A.I.N. e assim ficou conhecida por toda capital paulista.
“Meu tataravô materno, Eduardo F. Banks, recebeu o título de Comendador, por serviços prestados ao seu país, sempre honrou a nossa família, pela importância do título, fazendo com que eu me espelhasse procurando ter uma carreira de caráter irrefutável”, completa. Essa ligação familiar traz um sentimento de reconhecimento à sua ancestralidade, honrando a memória do tataravô. Siga a profissional em @danicaropreso
Médico dermatologista Dr. Lourenço Azevedo alerta população que diagnóstico atrasado pode transformar procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa da doença
Os recordes históricos das altas temperaturas registradas, no último mês de dezembro, marcaram o início da estação climática mais aguardada pelos brasileiros: o verão. Os registros iniciais confirmam que os termômetros ficarão aquecidos até o até o início do outono, ou seja, período que deve ser mantido o alerta para os cuidados à prevenção do câncer de pele, enfermidade que segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, com mais de 220 mil novos casos anuais.
O uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o emprego de barreiras físicas — como chapéus e roupas com proteção ultravioleta — e a evitação da exposição solar entre 10h e 16h seguem sendo medidas essenciais, sobretudo em um período marcado visitação de praias, a utilização de piscinas, a prática de esportes ao ar livre e o lazer sob o sol, quando a incidência dos raios ultravioleta é mais intensa e constante.
De acordo com o médico dermatologista e tricologista. Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166292/SP), no Brasil, os registros que indicam câncer de pele apontam para três tipos da enfermidade: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. O especialista destaca que o CBC é o tipo mais frequente entre os brasileiros e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
“Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma “feridinha que não cicatriza”, uma pápula brilhante ou rosada”, destaca. “Já o CEC tem o risco maior de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, de se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção”, acrescenta.
Em relação ao tipo Melanoma, o médico alerta que é o tumor mais grave da pele, sendo que responde pela maior parte das mortes. “Ele pode aparecer como um novo sinal ou como uma mudança em uma pinta já existente. Assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida são sinais de alerta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença — quando descoberto no início, as taxas de cura são muito altas”, explica o Dr. Lourenço Azevedo.
Embora o sol seja o principal agente causador de um câncer de pele, outros fatores também aumentam o risco. O especialista destaca que é importante ter conhecimento sobre o histórico familiar ao melanoma, cuidados redobrados às pessoas de pele clara, olhos claros, cabelo ruivo ou loiro, que queimam com facilidade, a presença de muitas pintas ou nevos atípicos, entre outros alertas.
“A consulta dermatológica é fundamental, porquê muitos cânceres de pele passam despercebidos pelo paciente nos estágios iniciais, período quando a chance de cura é maior. O dermatologista faz o chamado exame de corpo inteiro, identifica lesões suspeitas, acompanha pintas e orienta medidas preventivas personalizadas. Além disso, pode realizar a dermatoscopia, que aumenta muito a precisão do diagnóstico”, ressalta o médico.
É importante frisar que quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento simples e cura.“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, finaliza o especialista que orienta que a população em geral deve visitar o consultório médico anualmente e as pessoas de risco aumentado a cada seis meses.
Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ortopedia avalia técnica que reconstrói ligamentos sem agredir áreas de crescimento e oferece estabilidade do joelho a pacientes jovens
Um estudo conduzido por especialistas brasileiros em ortopedia projeta novos caminhos para o tratamento da instabilidade patelar em crianças e adolescentes, condição que provoca deslocamentos recorrentes da rótula e afeta mobilidade, autonomia e participação social.
Entre os autores da pesquisa está o ortopedista Dr. Maurício Armede, referência nacional ortopedia e traumatologia e um dos nomes mais atuantes na consolidação de técnicas seguras para pacientes pediátricos.
A investigação, divulgada na Revista Brasileira de Ortopedia, avaliou uma abordagem cirúrgica desenhada especificamente para crianças e jovens ainda em desenvolvimento ósseo, um desafio histórico da ortopedia. O método combina a reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o ligamento patelotibial medial, estruturas fundamentais para impedir o deslocamento da patela. A técnica evita perfurações ósseas e reduz o risco de dano às cartilagens de crescimento, responsáveis pelo desenvolvimento do membro ao longo da infância e adolescência.
O procedimento utiliza o tendão semitendíneo como enxerto e é realizado por pequenas incisões com apoio de radioscopia, o que reduz agressões à articulação.
Para o Dr. Maurício Armede, a preservação do crescimento é um pilar ético e técnico no atendimento pediátrico. “O objetivo é estabilizar a patela sem comprometer o crescimento. Essa técnica permite alcançar esse equilíbrio”, explica o ortopedista, que acompanha casos de instabilidade recidivante e observa impactos físicos e emocionais significativos em pacientes jovens.
O estudo monitorou sete pacientes, com idade média de 11 anos e histórico de múltiplos episódios de luxação da patela. Após 12 meses de acompanhamento clínico, nenhum deles apresentou recidiva. A pesquisa registrou melhora na mobilidade, evolução dos escores funcionais internacionais e desaparecimento completo do sinal de apreensão, marcador clássico da instabilidade patelar. O desempenho sugere que estabilizar o joelho em idade escolar pode evitar afastamentos de atividades físicas e reduzir limitações sociais associadas à dor e insegurança na marcha.
Os autores avaliam que a reconstrução combinada dos ligamentos pode se consolidar como alternativa segura e eficiente, inclusive em crianças que apresentam características anatômicas predisponentes.
A equipe reforça que o acompanhamento médico continua indispensável até o término do crescimento ósseo, já que alguns casos podem demandar novas intervenções com o avanço da adolescência.
Ao participar da pesquisa, o Dr. Armede reafirma a contribuição científica brasileira para a ortopedia pediátrica, área em que a oferta de técnicas adaptadas ao crescimento ainda é restrita. O estudo reforça que estabilizar o joelho significa devolver locomoção, segurança, confiança e qualidade de vida, elementos que interferem diretamente na socialização e no desenvolvimento saudável na infância.
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