Confira dicas de especialista de como inteligência emocional pode auxiliar nesse processo
Recentes estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelaram que o Brasil lidera o ranking global de países com maior número de pessoas ansiosas. De acordo com a entidade, mais de 18,6 milhões de brasileiros convivem com transtornos de ansiedade, o que representa cerca de 9,3% da população. Esse índice é preocupante, principalmente quando consideramos o impacto da ansiedade na qualidade de vida e na produtividade das pessoas.
A pandemia de COVID-19, seguida pela crise econômica e as incertezas políticas, apenas agravaram esse cenário. Especialistas destacam que o aumento da competitividade no ambiente de trabalho, a falta de segurança e o excesso de informações nas redes sociais são fatores que têm contribuído para o crescimento dos transtornos de ansiedade no Brasil.
Rosângela Araújo, especialista em desenvolvimento humano e CEO da RM Consultoria, reforça a importância de práticas voltadas para o autocuidado e inteligência emocional. Segundo ela, “a ansiedade muitas vezes é uma resposta ao excesso de demandas e à falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Precisamos aprender a reconhecer os sinais que nosso corpo e mente nos dão e investir em estratégias que promovam o bem-estar emocional.”
Além disso, Rosangela pontua que o desenvolvimento de soft skills, como a resiliência e a gestão emocional, pode ser um caminho eficaz para lidar com a ansiedade no cotidiano. “Capacitar-se emocionalmente é fundamental, não só para enfrentar os desafios do trabalho, mas também para alcançar uma vida mais plena e equilibrada. Quando desenvolvemos inteligência emocional, conseguimos criar uma ponte saudável entre nós e os fatores estressores, tomando decisões com mais clareza”, afirma.
Apesar dos números alarmantes, é possível reverter esse quadro. “A chave está em mudar a forma como nos relacionamos com o mundo ao nosso redor. Ao olharmos para dentro e buscarmos o autoconhecimento, encontramos ferramentas valiosas para enfrentar a ansiedade e ter mais qualidade de vida”, conclui Rosangela.
O Brasil enfrenta o desafio de cuidar da saúde mental de sua população, e especialistas como Rosangela Araújo destacam que, mais do que nunca, é essencial que as empresas e a sociedade invistam em iniciativas de promoção do bem-estar emocional. Afinal, uma mente saudável é fundamental para uma vida mais feliz e produtiva.
Sobre Rosângela Araújo
Rosangela M. Araújo é uma referência em desenvolvimento humano e liderança, com mais de 20 anos de experiência na área de gestão de pessoas. Fundadora da RM Consultoria em Desenvolvimento Humano, ela tem como missão promover a excelência comportamental nas organizações, ajudando empresas a captar, reter talentos e melhorar seus ambientes de trabalho. Sua atuação é pautada em três pilares fundamentais: Excelência, Critério e Transparência.
Formada em Liderança e Pessoas pelo MBA da FGV, Rosângela também possui especializações em Assessment e Gestão de Pessoas pela PUC/SP, além de pós-graduação em Gestão de Qualidade pela Faculdade São Camilo. Ela é Head Trainer em Inteligência Emocional e Facilitadora em Desenvolvimento Pessoal com foco em Programação Neurolinguística (PNL).
Rosângela é apaixonada por desbloquear o potencial humano por meio do autoconhecimento e da inteligência emocional. Sua consultoria oferece treinamentos, palestras, workshops e cursos voltados para o desenvolvimento de soft skills, com ênfase no comportamento humano. Ela acredita que o caminho para a evolução pessoal e profissional passa pela compreensão profunda das emoções e pela construção de relacionamentos saudáveis, tanto no âmbito pessoal quanto no corporativo.
Médico dermatologista Dr. Lourenço Azevedo alerta população que diagnóstico atrasado pode transformar procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa da doença
Os recordes históricos das altas temperaturas registradas, no último mês de dezembro, marcaram o início da estação climática mais aguardada pelos brasileiros: o verão. Os registros iniciais confirmam que os termômetros ficarão aquecidos até o até o início do outono, ou seja, período que deve ser mantido o alerta para os cuidados à prevenção do câncer de pele, enfermidade que segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, com mais de 220 mil novos casos anuais.
O uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o emprego de barreiras físicas — como chapéus e roupas com proteção ultravioleta — e a evitação da exposição solar entre 10h e 16h seguem sendo medidas essenciais, sobretudo em um período marcado visitação de praias, a utilização de piscinas, a prática de esportes ao ar livre e o lazer sob o sol, quando a incidência dos raios ultravioleta é mais intensa e constante.
De acordo com o médico dermatologista e tricologista. Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166292/SP), no Brasil, os registros que indicam câncer de pele apontam para três tipos da enfermidade: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. O especialista destaca que o CBC é o tipo mais frequente entre os brasileiros e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
“Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma “feridinha que não cicatriza”, uma pápula brilhante ou rosada”, destaca. “Já o CEC tem o risco maior de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, de se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção”, acrescenta.
Em relação ao tipo Melanoma, o médico alerta que é o tumor mais grave da pele, sendo que responde pela maior parte das mortes. “Ele pode aparecer como um novo sinal ou como uma mudança em uma pinta já existente. Assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida são sinais de alerta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença — quando descoberto no início, as taxas de cura são muito altas”, explica o Dr. Lourenço Azevedo.
Embora o sol seja o principal agente causador de um câncer de pele, outros fatores também aumentam o risco. O especialista destaca que é importante ter conhecimento sobre o histórico familiar ao melanoma, cuidados redobrados às pessoas de pele clara, olhos claros, cabelo ruivo ou loiro, que queimam com facilidade, a presença de muitas pintas ou nevos atípicos, entre outros alertas.
“A consulta dermatológica é fundamental, porquê muitos cânceres de pele passam despercebidos pelo paciente nos estágios iniciais, período quando a chance de cura é maior. O dermatologista faz o chamado exame de corpo inteiro, identifica lesões suspeitas, acompanha pintas e orienta medidas preventivas personalizadas. Além disso, pode realizar a dermatoscopia, que aumenta muito a precisão do diagnóstico”, ressalta o médico.
É importante frisar que quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento simples e cura.“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, finaliza o especialista que orienta que a população em geral deve visitar o consultório médico anualmente e as pessoas de risco aumentado a cada seis meses.
Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ortopedia avalia técnica que reconstrói ligamentos sem agredir áreas de crescimento e oferece estabilidade do joelho a pacientes jovens
Um estudo conduzido por especialistas brasileiros em ortopedia projeta novos caminhos para o tratamento da instabilidade patelar em crianças e adolescentes, condição que provoca deslocamentos recorrentes da rótula e afeta mobilidade, autonomia e participação social.
Entre os autores da pesquisa está o ortopedista Dr. Maurício Armede, referência nacional ortopedia e traumatologia e um dos nomes mais atuantes na consolidação de técnicas seguras para pacientes pediátricos.
A investigação, divulgada na Revista Brasileira de Ortopedia, avaliou uma abordagem cirúrgica desenhada especificamente para crianças e jovens ainda em desenvolvimento ósseo, um desafio histórico da ortopedia. O método combina a reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o ligamento patelotibial medial, estruturas fundamentais para impedir o deslocamento da patela. A técnica evita perfurações ósseas e reduz o risco de dano às cartilagens de crescimento, responsáveis pelo desenvolvimento do membro ao longo da infância e adolescência.
O procedimento utiliza o tendão semitendíneo como enxerto e é realizado por pequenas incisões com apoio de radioscopia, o que reduz agressões à articulação.
Para o Dr. Maurício Armede, a preservação do crescimento é um pilar ético e técnico no atendimento pediátrico. “O objetivo é estabilizar a patela sem comprometer o crescimento. Essa técnica permite alcançar esse equilíbrio”, explica o ortopedista, que acompanha casos de instabilidade recidivante e observa impactos físicos e emocionais significativos em pacientes jovens.
O estudo monitorou sete pacientes, com idade média de 11 anos e histórico de múltiplos episódios de luxação da patela. Após 12 meses de acompanhamento clínico, nenhum deles apresentou recidiva. A pesquisa registrou melhora na mobilidade, evolução dos escores funcionais internacionais e desaparecimento completo do sinal de apreensão, marcador clássico da instabilidade patelar. O desempenho sugere que estabilizar o joelho em idade escolar pode evitar afastamentos de atividades físicas e reduzir limitações sociais associadas à dor e insegurança na marcha.
Os autores avaliam que a reconstrução combinada dos ligamentos pode se consolidar como alternativa segura e eficiente, inclusive em crianças que apresentam características anatômicas predisponentes.
A equipe reforça que o acompanhamento médico continua indispensável até o término do crescimento ósseo, já que alguns casos podem demandar novas intervenções com o avanço da adolescência.
Ao participar da pesquisa, o Dr. Armede reafirma a contribuição científica brasileira para a ortopedia pediátrica, área em que a oferta de técnicas adaptadas ao crescimento ainda é restrita. O estudo reforça que estabilizar o joelho significa devolver locomoção, segurança, confiança e qualidade de vida, elementos que interferem diretamente na socialização e no desenvolvimento saudável na infância.
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