O Brasil alcançou uma importante vitória na área da saúde pública ao sair da lista dos 20 países com mais crianças não vacinadas, conforme divulgado pela Agência Brasil na última quinta-feira (18). Esse progresso reflete os esforços contínuos de profissionais de saúde e campanhas de vacinação em todo o país.
Fernanda Mascarenhas, enfermeira especializada em saúde pública, com atuação há mais de 25 anos e atualmente mentora em sala de vacina, destaca a importância dessa conquista. “A saída do Brasil dessa lista é um marco significativo. É o resultado de um trabalho árduo e dedicado de toda a equipe de saúde, desde os profissionais nas salas de vacinação até os gestores de políticas públicas”, afirma Mascarenhas.
Segundo o relatório, o país tem visto um aumento constante nas taxas de vacinação, resultado de estratégias como a ampliação do acesso à informação, melhorias na logística de distribuição de vacinas, campanhas de conscientização com atividades de vacinação mais efetivas focada no microplanejamento e uma força tarefa dos profissionais que atuam no dia a dia da sala de vacinas. “A conscientização dos pais sobre a importância da vacinação infantil é fundamental. Temos investido em educação e esclarecimento, o que tem gerado uma resposta positiva da população”, explica Mascarenhas.
Além disso, a colaboração entre diferentes esferas do governo e organizações de saúde tem sido crucial para esse avanço. “A integração entre os setores público e privado tem permitido um alcance maior e mais eficiente das campanhas de vacinação. A parceria é essencial para garantir que todas as crianças, independentemente de sua localização geográfica, tenham acesso às vacinas necessárias”, completa Mascarenhas.
O Ministério da Saúde ressalta que, embora a saída dessa lista represente um progresso significativo, o trabalho deve continuar para manter e melhorar ainda mais as taxas de imunização. “Não podemos nos acomodar. Devemos continuar vigilantes e comprometidos com a vacinação, garantindo a proteção de nossas crianças contra doenças evitáveis”, finaliza Fernanda Mascarenhas.
Essa conquista reforça o compromisso do Brasil com a saúde pública e a proteção das futuras gerações, destacando a importância contínua da vacinação como uma medida essencial de prevenção de doenças.
Sobre Fernanda Mascarenhas
Fernanda Mascarenhas é uma enfermeira especializada em saúde pública com 25 anos de experiência na área de imunização. Ao longo de sua carreira, Fernanda tem se dedicado à promoção da saúde e imunização, atuando em diversas frentes para garantir o acesso e a adesão às vacinas. Atualmente, ela é mentora em salas de vacina, onde orienta e capacita profissionais de saúde, além de desenvolver estratégias para melhorar as taxas de vacinação no Brasil. Fernanda é reconhecida por sua paixão pelo trabalho, seu compromisso com a educação em saúde e sua capacidade de liderar iniciativas que impactam positivamente a saúde pública. Sua expertise e dedicação têm sido fundamentais para avanços significativos na cobertura vacinal do país.
Médico dermatologista Dr. Lourenço Azevedo alerta população que diagnóstico atrasado pode transformar procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa da doença
Os recordes históricos das altas temperaturas registradas, no último mês de dezembro, marcaram o início da estação climática mais aguardada pelos brasileiros: o verão. Os registros iniciais confirmam que os termômetros ficarão aquecidos até o até o início do outono, ou seja, período que deve ser mantido o alerta para os cuidados à prevenção do câncer de pele, enfermidade que segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, com mais de 220 mil novos casos anuais.
O uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o emprego de barreiras físicas — como chapéus e roupas com proteção ultravioleta — e a evitação da exposição solar entre 10h e 16h seguem sendo medidas essenciais, sobretudo em um período marcado visitação de praias, a utilização de piscinas, a prática de esportes ao ar livre e o lazer sob o sol, quando a incidência dos raios ultravioleta é mais intensa e constante.
De acordo com o médico dermatologista e tricologista. Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166292/SP), no Brasil, os registros que indicam câncer de pele apontam para três tipos da enfermidade: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. O especialista destaca que o CBC é o tipo mais frequente entre os brasileiros e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
“Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma “feridinha que não cicatriza”, uma pápula brilhante ou rosada”, destaca. “Já o CEC tem o risco maior de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, de se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção”, acrescenta.
Em relação ao tipo Melanoma, o médico alerta que é o tumor mais grave da pele, sendo que responde pela maior parte das mortes. “Ele pode aparecer como um novo sinal ou como uma mudança em uma pinta já existente. Assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida são sinais de alerta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença — quando descoberto no início, as taxas de cura são muito altas”, explica o Dr. Lourenço Azevedo.
Embora o sol seja o principal agente causador de um câncer de pele, outros fatores também aumentam o risco. O especialista destaca que é importante ter conhecimento sobre o histórico familiar ao melanoma, cuidados redobrados às pessoas de pele clara, olhos claros, cabelo ruivo ou loiro, que queimam com facilidade, a presença de muitas pintas ou nevos atípicos, entre outros alertas.
“A consulta dermatológica é fundamental, porquê muitos cânceres de pele passam despercebidos pelo paciente nos estágios iniciais, período quando a chance de cura é maior. O dermatologista faz o chamado exame de corpo inteiro, identifica lesões suspeitas, acompanha pintas e orienta medidas preventivas personalizadas. Além disso, pode realizar a dermatoscopia, que aumenta muito a precisão do diagnóstico”, ressalta o médico.
É importante frisar que quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento simples e cura.“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, finaliza o especialista que orienta que a população em geral deve visitar o consultório médico anualmente e as pessoas de risco aumentado a cada seis meses.
Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ortopedia avalia técnica que reconstrói ligamentos sem agredir áreas de crescimento e oferece estabilidade do joelho a pacientes jovens
Um estudo conduzido por especialistas brasileiros em ortopedia projeta novos caminhos para o tratamento da instabilidade patelar em crianças e adolescentes, condição que provoca deslocamentos recorrentes da rótula e afeta mobilidade, autonomia e participação social.
Entre os autores da pesquisa está o ortopedista Dr. Maurício Armede, referência nacional ortopedia e traumatologia e um dos nomes mais atuantes na consolidação de técnicas seguras para pacientes pediátricos.
A investigação, divulgada na Revista Brasileira de Ortopedia, avaliou uma abordagem cirúrgica desenhada especificamente para crianças e jovens ainda em desenvolvimento ósseo, um desafio histórico da ortopedia. O método combina a reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o ligamento patelotibial medial, estruturas fundamentais para impedir o deslocamento da patela. A técnica evita perfurações ósseas e reduz o risco de dano às cartilagens de crescimento, responsáveis pelo desenvolvimento do membro ao longo da infância e adolescência.
O procedimento utiliza o tendão semitendíneo como enxerto e é realizado por pequenas incisões com apoio de radioscopia, o que reduz agressões à articulação.
Para o Dr. Maurício Armede, a preservação do crescimento é um pilar ético e técnico no atendimento pediátrico. “O objetivo é estabilizar a patela sem comprometer o crescimento. Essa técnica permite alcançar esse equilíbrio”, explica o ortopedista, que acompanha casos de instabilidade recidivante e observa impactos físicos e emocionais significativos em pacientes jovens.
O estudo monitorou sete pacientes, com idade média de 11 anos e histórico de múltiplos episódios de luxação da patela. Após 12 meses de acompanhamento clínico, nenhum deles apresentou recidiva. A pesquisa registrou melhora na mobilidade, evolução dos escores funcionais internacionais e desaparecimento completo do sinal de apreensão, marcador clássico da instabilidade patelar. O desempenho sugere que estabilizar o joelho em idade escolar pode evitar afastamentos de atividades físicas e reduzir limitações sociais associadas à dor e insegurança na marcha.
Os autores avaliam que a reconstrução combinada dos ligamentos pode se consolidar como alternativa segura e eficiente, inclusive em crianças que apresentam características anatômicas predisponentes.
A equipe reforça que o acompanhamento médico continua indispensável até o término do crescimento ósseo, já que alguns casos podem demandar novas intervenções com o avanço da adolescência.
Ao participar da pesquisa, o Dr. Armede reafirma a contribuição científica brasileira para a ortopedia pediátrica, área em que a oferta de técnicas adaptadas ao crescimento ainda é restrita. O estudo reforça que estabilizar o joelho significa devolver locomoção, segurança, confiança e qualidade de vida, elementos que interferem diretamente na socialização e no desenvolvimento saudável na infância.
Viver um pós-operatório confortável faz toda a diferença no resultado final da sua recuperação. Pensando nisso, a Conforte-se oferece a solução ideal em locação de poltronas para pós operatório no ABC Paulista, garantindo a você um período de descanso mais seguro, acolhedor e sem esforço.
Seu corpo precisa de descanso. Seu pós-operatório merece cuidado.
As poltronas ergométricas e elétricas da Conforte-se foram desenvolvidas para proporcionar máximo bem-estar durante o repouso. Elas reduzem o esforço ao levantar, ajudam na postura, aliviam dores e facilitam pequenas mudanças de posição — fundamentais para quem passou por cirurgias estéticas, ortopédicas ou procedimentos que exigem recuperação prolongada.
A entrega é rápida e abrange toda a região do ABC Paulista, incluindo Santo André, São Bernardo, São Caetano, Mauá, Diadema e Ribeirão Pires.
Ajustes que melhoram a circulação e reduzem inchaço
Higienização completa e revisão técnica a cada locação
Mais segurança ao sentar, deitar e levantar
Cada detalhe foi pensado para que você tenha uma recuperação muito mais leve e tranquila.
Atendimento humanizado, entrega rápida e suporte total
A Conforte-se entende que o pós-operatório é um momento delicado — e por isso oferece um atendimento carinhoso, eficiente e sempre disponível para ajudar. A equipe instala a poltrona, orienta o uso e garante que tudo esteja perfeito para o seu bem-estar.
Conforte-se: sua recuperação é prioridade
Mais do que equipamentos, a Conforte-se entrega cuidado.
Você descansa. Eles cuidam de todo o resto.
Recupere-se com tranquilidade, segurança e conforto.