Levantamento da plataforma Pagou Fácil prevê redução na inadimplência, mas alerta para desafios econômicos
Em meio a um cenário econômico marcado por incertezas, altas taxas de juros e inflação persistente, a plataforma Pagou Fácil, da Paschoalotto, realizou um levantamento de janeiro a agosto de 2024, em que apresenta um panorama detalhado do setor e suas projeções para o final desse ano.
O documento fornece uma análise abrangente de indicadores macroeconômicos e dados específicos da empresa, oferecendo um guia estratégico para empresas e gestores que enfrentam o desafio da inadimplência no Brasil.
De acordo com o levantamento, em julho de 2024, 44,05% da população adulta do Brasil estava inadimplente, somando 72,66 milhões de pessoas, um aumento de 2,13% em relação ao mesmo período de 2023. Os estados de Mato Grosso, Maranhão e Pará registraram as maiores altas, enquanto Ceará, Espírito Santo e Rio Grande do Sul apresentaram reduções.
O valor médio das dívidas dos brasileiros aumentou 9,10% em relação a 2023, alcançando R$ 1.461,27 em 2024. O valor médio das dívidas com garantia subiu para R$ 1.770, enquanto as dívidas sem garantia, como cartão de crédito, tiveram queda para R$ 268.
“Observamos uma alteração na composição das dívidas neste primeiro semestre de 2024, com 70,09% concentradas em atrasos superiores a 90 dias, comparado aos 69,94% de 2023”, destaca Diego Martins Mosquim, Diretor de Planejamento e Qualidade da Paschoalotto.
Além disso,a inadimplência é quase igualmente dividida entre os gêneros, com 50,4% de mulheres e 49,6% de homens. A faixa etária predominante entre os inadimplentes é de adultos jovens, refletindo os impactos econômicos sobre essa população.
Razões da inadimplência e tendências no comportamento dos consumidores
A análise da Paschoalotto destaca que as principais razões da inadimplência estão concentradas em quatro segmentos principais:
Dívidas com bancos e cartões de crédito (28,44%): Representam a maior parcela das dívidas, impulsionadas pelas altas taxas de juros e facilidade de acesso ao crédito.
Contas básicas e serviços públicos (Utilities) (21,85%): Água, luz e gás estão entre as principais contas em atraso, refletindo a dificuldade dos consumidores em equilibrar gastos essenciais com outras obrigações financeiras.
Serviços em geral (17,81%): Dívidas relacionadas a serviços diversos, evidenciando um desafio crescente em manter esses pagamentos em dia.
Financeiras (12,09%): Empréstimos e financiamentos de outras instituições financeiras compõem uma parte significativa das dívidas, frequentemente atrelados a condições de pagamento menos favoráveis.
“Esses dados refletem a pressão econômica sobre os consumidores, que enfrentam dificuldades para manter seus compromissos financeiros e contas essenciais, resultando em um impacto direto no mercado de recuperação de crédito”, explica Mosquim.
Projeções macroeconômicas e desafios futuros
O relatório da Paschoalotto aponta para uma redução na inadimplência para pessoas físicas até o final de 2024, ainda que as taxas de desemprego devam se manter estáveis neste ano, com perspectivas de alta nos próximos anos. A transformação digital e o uso de tecnologias como a inteligência artificial são apontados como fatores que continuarão moldando o setor de recuperação de crédito.
“Embora a previsão de redução na inadimplência para pessoas físicas traga um cenário mais positivo, o Brasil ainda enfrenta desafios importantes, especialmente com as projeções de aumento do desemprego nos próximos anos. Acreditamos que a transformação digital e o avanço da inteligência artificial serão determinantes para moldar o mercado de recuperação de crédito, trazendo mais eficiência e inovação para superar as adversidades econômicas do país”, finaliza Mosquim.
O homem que está redefinindo o fitness no Brasil muda o cenário de empresários em seus rendimentos.
São Paulo não é mais apenas palco de tendências é onde elas nascem. E no centro de uma das transformações mais relevantes do mercado fitness brasileiro está o empresário Cássio Fidlay.
Em um setor historicamente marcado por modelos replicáveis, margens comprimidas e pouca diferenciação real, Fidlay fez o oposto do esperado: não entrou para competir entrou para mudar a regra do jogo.
Não é academia. É posicionamento.
Quando a modalidade HYROX começou a ganhar força no mundo, o Brasil ainda tratava o movimento como tendência periférica adaptada dentro de boxes de CrossFit, sem protagonismo.
Foi aí que Cássio viu o que ninguém estava explorando: o espaço em branco entre tendência e liderança.
A resposta foi direta: criar a Elite Core, o primeiro box do Brasil 100% dedicado ao HYROX.
Mas o que nasceu não foi apenas um espaço de treino. Nasceu um novo tipo de produto.
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“Se fosse para ser só mais um, eu nem começaria. O mercado não precisava de mais do mesmo precisava de algo que elevasse o padrão”, afirma.
Elite Core: onde performance encontra exclusividade
Ao entrar na Elite Core, a sensação não é de estar em uma academia mas em um ambiente projetado com intenção. Luz, estrutura, atendimento, ritmo.
Tudo comunica a mesma mensagem: alto padrão.
O modelo rompe com a lógica tradicional de volume e aposta em algo mais sofisticado: valor percebido. • Dois treinadores por aula • Supervisão constante • Estrutura premium com águas especiais e toalhas • Vestiários com privacidade • Ambiente climatizado e altamente controlado
Não se trata apenas de treinar. Trata-se de pertencer a um ambiente que entrega mais do que o básico.
De tendência a referência internacional em meses
O impacto foi imediato.
Em menos de sete meses, a Elite Core deixou de ser uma aposta para se tornar referência dentro e fora do Brasil.
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O sinal mais claro dessa virada veio de fora: operações internacionais passaram a se inspirar diretamente no modelo criado por Fidlay.
Não é mais sobre seguir tendências. É sobre ser o ponto de partida delas.
First Move: o outro lado da revolução
Se a Elite Core transforma o treino em grupo, a First Move leva o conceito de personalização a um novo nível.
Aqui, o modelo tradicional simplesmente não se aplica.
Nada de ficha pronta. Nada de horário engessado.
O treino acontece com base em algo muito mais sofisticado: o estado real do aluno naquele dia. • Atendimento 1:1 sem agendamento • Treinos ajustados ao humor, energia e condição física • Metodologia que considera o ciclo hormonal feminino • Escuta ativa como base da performance
É um modelo que exige mais operação, mais inteligência e entrega infinitamente mais valor.
Luxo funcional: o novo território do fitness
O que une Elite Core e First Move não é apenas gestão.
É visão.
Fidlay entendeu algo que poucos perceberam: o fitness deixou de ser apenas saúde e passou a ser experiência, status e estilo de vida.
Por isso, seus espaços incorporam elementos típicos da hospitalidade de alto padrão: • Valet integral • Segurança armada • Estrutura completa de bem-estar • Curadoria de atendimento
O resultado é claro: um novo posicionamento onde academias deixam de ser commoditizadas e passam a ocupar um lugar mais próximo ao luxo funcional.
O futuro já começou e ele não é massificado
Enquanto grande parte do mercado ainda busca escala, Cássio Fidlay constrói algo diferente:
Margem, marca e diferenciação real.
Seu movimento sinaliza uma mudança inevitável no setor:
O futuro do fitness não está em atender mais pessoas. Está em atender melhor e cobrar por isso.
Mais do que academias, ativos de posicionamento
Ao criar dois modelos distintos um focado em performance coletiva premium e outro em personalização extrema Fidlay não apenas diversificou sua atuação.
Ele estruturou ativos de marca com alto poder de percepção e expansão.
E isso o posiciona em um lugar raro no mercado:
Não como dono de academias, mas como criador de categorias.
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Quem é Cássio Fidlay
Cássio Fidlay é empresário e fundador da Elite Core e da First Move. Responsável por introduzir o primeiro box exclusivo de HYROX no Brasil, vem se consolidando como um dos principais nomes na transformação do mercado fitness nacional, ao unir estratégia, experiência premium e visão de futuro.
Vitória (ES) A educadora financeira Eliane Moreira, conhecida como Rainha do Crédito e baseada em Palmas (TO), participa do Intra Empreendedores Presencial, em 21 de março de 2026. O evento reúne líderes do empreendedorismo nacional, como Thalisson Duarte, especialista em veículos em leilão, e Alex Monteiro, vice-presidente comercial da Non Stop Produções, referência em influência digital na América Latina.
Eliane já auxiliou na liberação de mais de R$ 400 milhões em crédito para empreendedores. Sua abordagem posiciona o crédito como instrumento de expansão de negócios, com foco em gestão responsável e autonomia econômica. “Levar educação financeira de forma clara e estratégica é transformar vidas. E é isso que seguimos fazendo, do Tocantins para todo o país”, destaca Eliane.
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De plebeia a rainha: uma trajetória de superação
Eliane Moreira não nasceu em berço de ouro. Há mais de 20 anos, mergulhou no mundo financeiro após enfrentar nãos e obstáculos que muitos teriam desistido de superar. Começando do zero, transformou dificuldades em degraus, descobrindo sua missão: abrir portas onde outros viam muros.
Hoje, como especialista em crédito e estratégia financeira, ela ajudou a liberar mais de R$ 400 milhões em crédito para empresários, empreendedores e sonhadores comuns. Em suas redes sociais, desmistifica o crédito, mostrando que ele não é vilão, mas ferramenta de prosperidade. Ensina a renegociar dívidas sem medo, a acessá-lo no momento certo e a dar os primeiros passos para a independência financeira. Sua comunicação acessível e prática conecta-se à realidade brasileira, impactando públicos diversos e fortalecendo o empreendedorismo nacional.
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O método que vira o jogo
Visionária, Eliane criou o Programa Vira o Jogo, uma metodologia que se tornou o coração do Centro de Formação Vira o Jogo, em Palmas (TO). Ali, ela capacita centenas de pessoas em áreas variadas, provando que conhecimento é o maior investimento.
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À frente da diretoria da Associação Comercial e Industrial de Palmas (ACIPA), entidade sem fins lucrativos que representa e apoia empreendedores e empresários de todos os portes em Palmas, e como palestrante requisitada, carrega o título de Rainha do Crédito, um apelido dado pelo público. Seu trabalho vai além de consultorias: constrói um movimento que reposiciona o crédito como motor de autonomia econômica, longe de armadilhas. Do Tocantins, estado que emerge como polo de lideranças inovadoras, Eliane expande sua influência, conectando propósito e resultados concretos.
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Sua presença no Intra Empreendedores marca mais um capítulo nessa expansão nacional. O evento oferece networking e troca de experiências, conectando o modelo tocantinense a redes maiores.
Corretora projeta crescimento de 100% e reforça seguro como proteção estratégica para as empresas
O avanço da digitalização e o aumento dos ataques cibernéticos no Brasil têm impulsionado a procura por seguro cibernético. A Globus Seguros, corretora com atuação nacional, registrou um crescimento de 50% no volume de apólices emitidas entre 2024 e 2025, refletindo a crescente preocupação das empresas diante de riscos digitais cada vez mais frequentes e sofisticados.
Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a procura pelo seguro cibernético cresceu 880% em prêmios arrecadados nos últimos cinco anos, demonstrando a consolidação do produto no mercado brasileiro. Ainda assim, menos de 40% das empresas contam com cobertura específica.
A Globus projeta crescimento de cerca de 100% em 2027, impulsionado principalmente pela maior adesão de empresas de médio porte, segmento que historicamente apresentava baixo interesse pela cobertura. O risco cibernético deixou de ser pontual e passou a integrar o cotidiano das operações empresariais, tornando o seguro uma linha essencial dentro da gestão de riscos corporativos.
Mais do que intermediar apólices, a corretora atua de forma consultiva na preparação das empresas.
“Antes mesmo da contratação do seguro, apoiamos as empresas na organização de seus controles de segurança da informação, alinhando processos como gestão de acessos, políticas de backup, proteção contra-ataques e governança digital às exigências do mercado segurador. Assim, além de viabilizar melhores condições de cobertura, contribuímos para reduzir a probabilidade e o impacto financeiro de incidentes cibernéticos”, afirma Rodolfo Bokel, da Globus Seguros.
O seguro cibernético cobre desde vazamento de dados e responsabilidades legais até interrupção de operações, custos jurídicos, multas relacionadas à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), investigação forense e resposta a incidentes. Com ataques cada vez mais rápidos e sofisticados – inclusive com uso de inteligência artificial – o seguro deixa de ser opcional e passa a integrar a estratégia essencial de proteção financeira e continuidade dos negócios para empresas de todos os portes.