Psiquiatra explica como as coisas simples da rotina podem ter grande impacto sobre ela
A saúde mental é um componente vital do bem-estar geral humano. Uma pesquisa recente da Ipsos ( explicar o que é ) revelou um aumento significativo na preocupação dos brasileiros com o tema nos últimos quatro anos. Os resultados apontam que 49% das pessoas no país apresentam inquietudes relacionadas a doenças como ansiedade e depressão, uma das maiores taxas do mundo.
O Dr. Caio Gibaile, renomado médico psiquiatra, consultor e palestrante, explica a importância desse pilar para a qualidade de vida da população. “O ser humano é um ser social, por definição. Evoluímos como espécie porque interagimos e colaboramos uns com os outros. Por isso, fica evidente que um transtorno que afeta primariamente a habilidade de interação e de comunicação traz múltiplos prejuízos na qualidade de vida de uma pessoa, por exemplo”, afirma o médico.
Ele ressalta que o diagnóstico de problemas dessa esfera ocorre quando os sintomas começam a impactar negativamente a vida da pessoa. Às vezes, só é possível notar o quadro no momento em que as demandas do ambiente ultrapassam a capacidade de adaptação daquele indivíduo.
Nesse contexto, cuidar da saúde mental diariamente é essencial para promover o bem-estar. A dica é começar buscando a orientação de um profissional da área, como um psicólogo ou psiquiatra, para entender melhor os desafios pessoais. Além disso, praticar o autocuidado, que envolve atividades como meditação, exercícios físicos e hobbies, ajuda a promover o relaxamento.
Manter uma rotina diária com sono adequado, alimentação saudável e atividade física também é crucial, além das conexões sociais saudáveis. Somado a isso, uma alimentação balanceada e a moderação no consumo de cafeína, álcool e açúcar são importantes ações para manter a saúde mental. “Defina metas realistas, cuide da sua autoestima e desenvolva estratégias para lidar com pensamentos negativos”, completa.
É importante ressaltar que cada pessoa é única e o que funciona para um pode não ser adequado para outro. “Portanto, busque ajuda profissional para determinar a melhor abordagem para suas necessidades individuais. A combinação de terapia, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, medicamentos, pode ser a chave para melhorar a sua saúde mental”, diz o especialista.
O Dr. Caio Gibaile destaca ainda a necessidade em oferecer apoio empático para aqueles que enfrentam desafios relacionados à saúde mental. Ele enfatiza que a promoção da saúde mental requer esforços contínuos e multifacetados.
Sobre o Dr. Caio Gibaile
Graduado pela Universidade de Brasília, o Dr. Caio Gibaile é médico psiquiatra com subespecialidade na área de psiquiatria forense, consultor empresarial, palestrante e fundador da Gênios Brasileiros, empresa de educação que busca, através da promoção do autoconhecimento, desenvolver as habilidades dos jovens do nosso país.
Psicóloga explica como o transtorno pode afetar a comunicação do casal — e como é possível reconstruir a conexão
Muitos relacionamentos terminam não por falta de amor, mas por uma sensação constante de desgaste emocional. Discussões frequentes, promessas não cumpridas e a impressão de que o carinho foi engolido pela rotina fazem parte da queixa de muitos casais. Em parte desses casos, o que está por trás do conflito é o TDAH — Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade — ainda pouco compreendido na vida a dois.
Segundo a Dra. Sandra Villela, psicóloga, o TDAH pode interferir profundamente na dinâmica do relacionamento quando não é reconhecido.
“O transtorno embaralha a comunicação, distorce intenções e mina a paciência dos dois lados. Aos poucos, o casal deixa de se conectar e passa a se defender”, explica.
Quando a comunicação vira conflito
Em relacionamentos onde o TDAH está presente, é comum que conversas simples evoluam para discussões recorrentes. Isso acontece porque o transtorno afeta funções como atenção, organização emocional, impulsividade e memória de trabalho.
Quem não tem TDAH pode se sentir ignorado, não priorizado ou pouco valorizado. Quem tem o transtorno, por outro lado, vive em constante estado de alerta, tentando não errar, não frustrar e não decepcionar.
“O relacionamento deixa de ser um espaço de troca e passa a ser um campo de proteção emocional”, afirma a psicóloga.
Não é desinteresse, é funcionamento neurológico
A Dra. Sandra Villela reforça que muitos comportamentos interpretados como desleixo, frieza ou falta de compromisso não têm relação com ausência de amor.
“O problema não é o sentimento. É a falta de informação, de recursos e de estratégias adequadas para lidar com o impacto do TDAH no cotidiano da relação.”
A ausência de diagnóstico ou de psicoeducação costuma gerar um ciclo de frustração, culpa e mal-entendidos, que se retroalimentam ao longo do tempo.
Quando a compreensão entra, a relação muda
De acordo com a psicóloga, quando o casal passa a compreender como o TDAH funciona, a dinâmica começa a se transformar. O foco deixa de ser a culpa e passa a ser o ajuste.
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Esse processo envolve:
comunicação mais clara e objetiva
expectativas mais realistas
acordos práticos para o dia a dia
desenvolvimento de empatia dos dois lados
“Com informação e estratégias, o relacionamento fica mais leve. O casal aprende a se adaptar ao transtorno, em vez de lutar contra ele”, explica.
Reconstruir é possível
A especialista destaca que lidar com o TDAH no relacionamento não significa desistir de quem se ama, mas aprender a amar de uma forma mais consciente e estruturada.
Conclusão
O TDAH, quando não reconhecido, cria ruídos que afastam. Quando compreendido, abre espaço para reconstrução, respeito e conexão real. Amor continua sendo essencial — mas, sozinho, ele não resolve. Informação e estratégia fazem toda a diferença.
Negócio liderado pelo optometrista Bruno Costa aposta em atendimento humanizado e experiência técnica para se consolidar no setor
A Ótica Sonho dos Olhos nasceu com uma proposta clara: transformar o cuidado com a saúde visual em um serviço acessível, técnico e centrado nas pessoas. Fundada pelo empresário Bruno Costa, a empresa foi estruturada a partir de quase duas décadas de experiência no setor óptico e de uma estratégia voltada à construção de valor de longo prazo.
“O ponto de partida foi o desejo de promover o cuidado com a saúde visual dos nossos clientes. Acreditamos que oferecemos uma segunda visão”, afirma Costa. Segundo ele, a falta de óculos adequados, especialmente para pessoas com graus mais elevados, pode comprometer diretamente a autonomia e a qualidade de vida. “A ausência de óculos pode significar a perda da capacidade de enxergar. Nosso objetivo sempre foi proporcionar cuidado, atenção e amor à saúde visual.”
A trajetória da Sonho dos Olhos se desenvolve em um momento de expansão do mercado óptico no Brasil. Em 2024, o setor alcançou cerca de R$ 27 bilhões em faturamento, com mais de 71 mil pontos de venda em operação, registrando crescimento em relação a 2023. Já em 2025, a expectativa do mercado é de continuidade dessa curva positiva, impulsionada pelo envelhecimento da população, pelo aumento do tempo de exposição a telas e pela maior conscientização sobre saúde visual.
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Apesar do cenário favorável, os primeiros anos de operação exigiram resiliência. “O principal desafio foi a consolidação da marca e o reconhecimento no mercado”, explica Costa. “Mesmo estando em avenidas de grande visibilidade, éramos uma marca nova, e a construção do branding inicial foi um dos maiores obstáculos.”
A estratégia adotada para superar essa fase passou pela combinação de atendimento personalizado, rigor técnico e posicionamento claro. A empresa apostou em relacionamento próximo com o cliente e na entrega de soluções ópticas adequadas às necessidades individuais, o que contribuiu para o fortalecimento da marca no mercado local.
Hoje, a Sonho dos Olhos acompanha uma tendência crescente no varejo de saúde: negócios que unem gestão estratégica, conhecimento técnico e propósito desde a sua origem. Em um setor cada vez mais competitivo e profissionalizado, a experiência do cliente e a confiança construída no atendimento seguem como diferenciais decisivos para a expansão sustentável.
A evolução da cirurgia vascular e da flebologia moderna aponta para mudanças significativas em 2026, com maior ênfase em procedimentos menos invasivos, protocolos personalizados e integração entre saúde, estética e qualidade de vida. Integrante da equipe da Soul Health, em São Paulo, o cirurgião vascular Douglas Sterzza Dias acompanha esse movimento e direciona a atuação da clínica para atender a essas demandas de forma estruturada e baseada em evidências.
Segundo o cirurgião vascular, três frentes devem ganhar ainda mais espaço no próximo ano: tratamentos guiados por imagem realizados em regime ambulatorial, medicina personalizada com protocolos individualizados e a integração do cuidado vascular a condições crônicas que impactam diretamente o bem-estar dos pacientes. De acordo com o especialista, doenças como lipedema, insuficiência venosa crônica e linfedema exigem uma abordagem que vá além do tratamento pontual, considerando fatores clínicos, hormonais, metabólicos e inflamatórios.
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Na prática clínica, alguns tratamentos já se destacam e devem receber atenção ampliada em 2026. Para o Dr. Sterzza, abordagens combinadas para varizes, que unem endolaser, espuma ecoguiada e tratamento de veias tributárias em um mesmo plano terapêutico, representam um avanço importante. Ele também aponta o tratamento integrado do lipedema como uma das principais frentes de atuação, com controle inflamatório, avaliação vascular, uso de tecnologias para compactação tecidual e estímulo de colágeno, além de acompanhamento clínico contínuo. Tecnologias não invasivas voltadas à melhora da circulação, redução de edemas e qualidade da pele também fazem parte desse cenário.
Os avanços tecnológicos têm papel central nesse processo. De acordo com o médico, o uso do ultrassom Doppler permite diagnósticos mais precisos e direciona condutas com maior segurança. Tecnologias baseadas em energia, voltadas ao estímulo de colágeno e à melhora da qualidade tecidual, vêm sendo integradas aos tratamentos vasculares com o objetivo de oferecer resultados mais amplos. Para 2026, a expectativa é de equipamentos ainda mais eficientes, com maior integração entre diagnóstico, tratamento e acompanhamento evolutivo dos pacientes.
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A experiência do paciente também está no centro das mudanças previstas. Segundo o cirurgião vascular, a meta é oferecer resultados clínicos consistentes, com menor tempo de recuperação, aliados a um atendimento personalizado desde a primeira consulta até o pós-tratamento. A Soul Health vem investindo em melhorias nos fluxos de atendimento, acompanhamento mais próximo e protocolos que priorizam segurança, conforto e clareza das informações, permitindo que o paciente compreenda sua condição e participe ativamente das decisões.
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Para o Dr. Sterzza, o futuro da cirurgia vascular passa por uma visão mais ampla do cuidado em saúde. “Nossa missão é cuidar da saúde vascular com excelência técnica, mas também com empatia, visão global e compromisso com qualidade de vida”, afirma.
Mais informações sobre os tratamentos e a atuação da Soul Health podem ser encontradas no Instagram @dsterzza e @soulhealthmed.
Serviço Soul Health Cirurgião vascular: Dr. Douglas Sterzza Dias Endereço: Rua Bandeira Paulista, 530 – Conjuntos 21 e 22 Cidade: São Paulo – SP Telefone: (11) 99999-2613 Instagram: @dsterzza | @soulhealthmed