Expansão internacional impulsiona inovação e fortalece parcerias no setor de saúde latino-americano
Com o objetivo de consolidar sua atuação internacional e atender às crescentes demandas do mercado latino-americano, o Grupo Vivhas, maior ecossistema de tecnologia e inovação para o setor de saúde, conquistou quatro novos clientes no México. A expansão representa um passo fundamental na estratégia de internacionalização do grupo, reforçando seu compromisso com a inovação e excelência no atendimento. Entre as instituições de saúde clientes do Grupo Vivhas estão o Hospital Florencia, os Hospitales MAC (composto por 24 hospitais), o COI – Centro Oncológico Internacional (composto por nove unidades) e a CLINICUS, unidade que está está finalizando a construção de sua sede. De acordo com Miguel Gomes, CEO do Grupo Vivhas, estas unidades desempenham um papel fundamental na prestação de serviços médicos especializados naquele país. Além disso, ele completa, há projetos significativos no qual a Philips lidera a gestão e que o Grupo Vivhas entra como parceiro estratégico na instalação da infraestrutura e do sistema de gestão hospitalar Tasy.. “O Hospital Galenia que passa por um processo de recuperação tecnológica e o NOM24, um projeto ativo da Philips para adequar a plataforma Tasy às novas normativas de saúde mexicanas são exemplos sólidos de como o Grupo Vivhas colabora para aprimorar a área da saúde no México”. De acordo com o CEO do Grupo Vivhas, a chegada ao México e Bolívia é apenas o início de uma ambiciosa jornada na região. “Estamos extremamente satisfeitos em levar nossas operações para esses países da América Latina. Sabemos da importância do mercado brasileiro, mas reconhecemos também as oportunidades únicas que surgem no cenário latino-americano”, reforçou. O executivo reforça que a atuação do Grupo Vivhas, na América Latina, com foco inicial no México, segue ofertando a integração de diferentes tecnologias e metodologias voltadas para hospitais de pequeno e médio porte, além de clínicas de saúde. Em dezembro de 2023 o Grupo Vivhas inaugurou a sua sede na Cidade do México, decisão que trouxe fôlego para vislumbrar novos clientes no País e por toda América Latina, como foi com a Clínica de las Américas (CLA), na Bolívia, já em 2024. Além da inauguração da primeira unidade mexicana, que funciona como centro operacional para coordenar demandas locais e fortalecer parcerias estratégicas na região, a Vivere – braço especializado do grupo na distribuição e implementação de sistemas de gestão hospitalar – investe na internacionalização da sua solução, se espelhando no êxito que vem tendo no Brasil. O Grupo Vivhas recebeu durante o KickOff Philips, realizado em março no Panamá o prêmio Play to Win, um reconhecimento da Philips pela excelência na entrega e pelos resultados alcançados em 2024 na divisão Radiology Informatics, na América Latina. “Esse marco consolida o Grupo Vivhas como um advisor diferenciado, fortalecendo nossa missão de ser um ecossistema com soluções inovadoras”, ressalta Gomes. “Enxergamos um enorme potencial no México e estamos empolgados com as oportunidades que essa expansão vem nos trazendo. Nosso compromisso é seguir inovando, aprimorando nossos serviços e construindo parcerias sólidas e assertivas a longo prazo. Esta é apenas a primeira etapa de uma trajetória promissora no mercado latino-americano”, destaca o CEO. Até o momento, o investimento para a América Latina foi de R$ 1,5 milhão aplicado na expansão, ação fundamental não apenas para ampliar a presença no continente, mas também garantir suporte personalizado e serviços de alta qualidade aos clientes da região. “Já estamos presente em 16 estados brasileiros e a expansão pela América Latina vem nos ajudando diretamente na consolidação de referência do setor, além de impulsionar parcerias com gigantes da indústria, como Philips e Oracle”, explica Gomes. O Grupo Vivhas nasceu a partir da união das empresas Vivere, Zion e DTI – e conta com uma equipe de especialistas altamente qualificados, que acumulam décadas de experiência no setor de tecnologia para a saúde. Sob a liderança de seus fundadores, Miguel Gomes (CEO) e Mendel Sanger (CTO), o conglomerado tem como missão oferecer soluções tecnológicas completas, centralizando toda a cadeia de inovação e gestão hospitalar em um único provedor. “Cada empresa dentro do grupo desempenha um papel estratégico na transformação digital das instituições de saúde. A Vivere é responsável pela gestão e implantação de projetos dos sistemas Tasy e HCIS, da Philips. A Zion atua com soluções avançadas de monitoramento de infraestrutura, sustentação de banco de dados, aplicações e serviços em cloud. Já a DTI é responsável pelos serviços de alocação e hunting de profissionais de TI especializados no setor hospitalar, conectando talentos às demandas do mercado”, finaliza o Executivo. Sobre o Grupo Vivhas O Grupo Vivhas é o maior ecossistema de tecnologia e inovação para o setor de saúde no Brasil. Composto pelas empresas Vivere, Zion e DTI, atende seus clientes de ponta a ponta, desde soluções em infraestrutura até service desk. Atualmente, o Grupo conta com mais de 100 clientes ativos, incluindo o Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Evangélico de Belo Horizonte, Unimed Goiânia e o Hospital Santa Helena. Saiba mais em www.vivhas.com.br.
Médico dermatologista Dr. Lourenço Azevedo alerta população que diagnóstico atrasado pode transformar procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa da doença
Os recordes históricos das altas temperaturas registradas, no último mês de dezembro, marcaram o início da estação climática mais aguardada pelos brasileiros: o verão. Os registros iniciais confirmam que os termômetros ficarão aquecidos até o até o início do outono, ou seja, período que deve ser mantido o alerta para os cuidados à prevenção do câncer de pele, enfermidade que segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, com mais de 220 mil novos casos anuais.
O uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o emprego de barreiras físicas — como chapéus e roupas com proteção ultravioleta — e a evitação da exposição solar entre 10h e 16h seguem sendo medidas essenciais, sobretudo em um período marcado visitação de praias, a utilização de piscinas, a prática de esportes ao ar livre e o lazer sob o sol, quando a incidência dos raios ultravioleta é mais intensa e constante.
De acordo com o médico dermatologista e tricologista. Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166292/SP), no Brasil, os registros que indicam câncer de pele apontam para três tipos da enfermidade: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. O especialista destaca que o CBC é o tipo mais frequente entre os brasileiros e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
“Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma “feridinha que não cicatriza”, uma pápula brilhante ou rosada”, destaca. “Já o CEC tem o risco maior de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, de se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção”, acrescenta.
Em relação ao tipo Melanoma, o médico alerta que é o tumor mais grave da pele, sendo que responde pela maior parte das mortes. “Ele pode aparecer como um novo sinal ou como uma mudança em uma pinta já existente. Assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida são sinais de alerta. O diagnóstico precoce faz toda a diferença — quando descoberto no início, as taxas de cura são muito altas”, explica o Dr. Lourenço Azevedo.
Embora o sol seja o principal agente causador de um câncer de pele, outros fatores também aumentam o risco. O especialista destaca que é importante ter conhecimento sobre o histórico familiar ao melanoma, cuidados redobrados às pessoas de pele clara, olhos claros, cabelo ruivo ou loiro, que queimam com facilidade, a presença de muitas pintas ou nevos atípicos, entre outros alertas.
“A consulta dermatológica é fundamental, porquê muitos cânceres de pele passam despercebidos pelo paciente nos estágios iniciais, período quando a chance de cura é maior. O dermatologista faz o chamado exame de corpo inteiro, identifica lesões suspeitas, acompanha pintas e orienta medidas preventivas personalizadas. Além disso, pode realizar a dermatoscopia, que aumenta muito a precisão do diagnóstico”, ressalta o médico.
É importante frisar que quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores são as chances de tratamento simples e cura.“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, finaliza o especialista que orienta que a população em geral deve visitar o consultório médico anualmente e as pessoas de risco aumentado a cada seis meses.
Pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ortopedia avalia técnica que reconstrói ligamentos sem agredir áreas de crescimento e oferece estabilidade do joelho a pacientes jovens
Um estudo conduzido por especialistas brasileiros em ortopedia projeta novos caminhos para o tratamento da instabilidade patelar em crianças e adolescentes, condição que provoca deslocamentos recorrentes da rótula e afeta mobilidade, autonomia e participação social.
Entre os autores da pesquisa está o ortopedista Dr. Maurício Armede, referência nacional ortopedia e traumatologia e um dos nomes mais atuantes na consolidação de técnicas seguras para pacientes pediátricos.
A investigação, divulgada na Revista Brasileira de Ortopedia, avaliou uma abordagem cirúrgica desenhada especificamente para crianças e jovens ainda em desenvolvimento ósseo, um desafio histórico da ortopedia. O método combina a reconstrução do ligamento patelofemoral medial com o ligamento patelotibial medial, estruturas fundamentais para impedir o deslocamento da patela. A técnica evita perfurações ósseas e reduz o risco de dano às cartilagens de crescimento, responsáveis pelo desenvolvimento do membro ao longo da infância e adolescência.
O procedimento utiliza o tendão semitendíneo como enxerto e é realizado por pequenas incisões com apoio de radioscopia, o que reduz agressões à articulação.
Para o Dr. Maurício Armede, a preservação do crescimento é um pilar ético e técnico no atendimento pediátrico. “O objetivo é estabilizar a patela sem comprometer o crescimento. Essa técnica permite alcançar esse equilíbrio”, explica o ortopedista, que acompanha casos de instabilidade recidivante e observa impactos físicos e emocionais significativos em pacientes jovens.
O estudo monitorou sete pacientes, com idade média de 11 anos e histórico de múltiplos episódios de luxação da patela. Após 12 meses de acompanhamento clínico, nenhum deles apresentou recidiva. A pesquisa registrou melhora na mobilidade, evolução dos escores funcionais internacionais e desaparecimento completo do sinal de apreensão, marcador clássico da instabilidade patelar. O desempenho sugere que estabilizar o joelho em idade escolar pode evitar afastamentos de atividades físicas e reduzir limitações sociais associadas à dor e insegurança na marcha.
Os autores avaliam que a reconstrução combinada dos ligamentos pode se consolidar como alternativa segura e eficiente, inclusive em crianças que apresentam características anatômicas predisponentes.
A equipe reforça que o acompanhamento médico continua indispensável até o término do crescimento ósseo, já que alguns casos podem demandar novas intervenções com o avanço da adolescência.
Ao participar da pesquisa, o Dr. Armede reafirma a contribuição científica brasileira para a ortopedia pediátrica, área em que a oferta de técnicas adaptadas ao crescimento ainda é restrita. O estudo reforça que estabilizar o joelho significa devolver locomoção, segurança, confiança e qualidade de vida, elementos que interferem diretamente na socialização e no desenvolvimento saudável na infância.
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