A cantora e compositora Mara Pereira acaba de lançar o single “Oração do Milagre”, disponível nas plataformas digitais desde o dia 19 de junho. A faixa, escrita por ela mesma, surgiu em um dos momentos mais difíceis de sua vida: durante uma crise na coluna que a impedia até mesmo de andar. A dor e o isolamento, no entanto, deram lugar à criação — e à cura.
“Estava sendo alimentada deitada, com a ajuda do meu esposo. Clamei por socorro em oração e, contra qualquer expectativa, voltei a andar. Essa música nasceu disso”, conta Mara. Com uma interpretação carregada de emoção e um arranjo sensível, “Oração do Milagre” se destaca como um convite à reflexão sobre fé, força interior e resiliência.
Uma música sobre o humano que resiste
Embora o lançamento esteja inserido no cenário da música gospel, a proposta da faixa extrapola os limites religiosos. A música dialoga com quem já passou por momentos de dor e incerteza e encontrou alguma forma de esperança — seja espiritual, emocional ou simbólica.
“Minha vida é feita de recomeços. Nasci com uma diferença nas pernas, os médicos disseram que eu não andaria. Mas superei. Cada etapa da minha vida foi marcada por pequenas grandes vitórias”, revela a artista. É essa vivência que ela transforma em música — e que tem encontrado identificação em diversos públicos.
Confira o videoclipe:
A estética da fé, o som da superação
Com produção musical de Alexandre Lemes, da gravadora Elo da Graça, a faixa aposta em uma sonoridade delicada, conduzida por melodias que potencializam a letra inspiradora. A ausência de participações ou grandes produções externas reforça o tom intimista da canção — é Mara em estado bruto, com sua voz e sua história em primeiro plano.
O single marca uma nova etapa na carreira da artista, que já se apresentou em rádios desde os 6 anos e carrega uma formação sólida na área — é graduada e mestre em música. Mais do que cantar, Mara narra experiências que atravessam o sagrado e o cotidiano de forma honesta e acessível.
Quem é Mara Pereira?
Natural de Belém (PA), Mara Pereira mora atualmente em Tocantinópolis (TO). Ela canta desde os 4 anos e transformou o talento em propósito. Com um histórico marcado por superações físicas e emocionais, ela sempre encontrou na música um espaço para se expressar e se reconectar com o mundo.
Desde muito cedo, ouviu que sua voz teria alcance. Hoje, com uma carreira em ascensão e uma trajetória consolidada na música, Mara vem mostrando que suas canções têm mesmo o poder de tocar — independente da crença ou da religião. Porque, no fim das contas, “Oração do Milagre” é sobre algo que todo mundo busca: acreditar que, mesmo nos dias difíceis, é possível recomeçar.
Mara Pereira transforma dor em arte e lança o single “Oração do Milagre”
A cantora e compositora Mara Pereira acaba de lançar o single “Oração do Milagre”, disponível nas plataformas digitais desde o dia 19 de junho. A faixa, escrita por ela mesma, surgiu em um dos momentos mais difíceis de sua vida: durante uma crise na coluna que a impedia até mesmo de andar. A dor e o isolamento, no entanto, deram lugar à criação — e à cura. Ouça agora por meio do link a seguir:
“Estava sendo alimentada deitada, com a ajuda do meu esposo. Clamei por socorro em oração e, contra qualquer expectativa, voltei a andar. Essa música nasceu disso”, conta Mara. Com uma interpretação carregada de emoção e um arranjo sensível, “Oração do Milagre” se destaca como um convite à reflexão sobre fé, força interior e resiliência.
Uma música sobre o humano que resiste
Embora o lançamento esteja inserido no cenário da música gospel, a proposta da faixa extrapola os limites religiosos. A música dialoga com quem já passou por momentos de dor e incerteza e encontrou alguma forma de esperança — seja espiritual, emocional ou simbólica.
“Minha vida é feita de recomeços. Nasci com uma diferença nas pernas, os médicos disseram que eu não andaria. Mas superei. Cada etapa da minha vida foi marcada por pequenas grandes vitórias”, revela a artista. É essa vivência que ela transforma em música — e que tem encontrado identificação em diversos públicos.
Confira o videoclipe:
A estética da fé, o som da superação
Com produção musical de Alexandre Lemes, da gravadora Elo da Graça, a faixa aposta em uma sonoridade delicada, conduzida por melodias que potencializam a letra inspiradora. A ausência de participações ou grandes produções externas reforça o tom intimista da canção — é Mara em estado bruto, com sua voz e sua história em primeiro plano.
O single marca uma nova etapa na carreira da artista, que já se apresentou em rádios desde os 6 anos e carrega uma formação sólida na área — é graduada e mestre em música. Mais do que cantar, Mara narra experiências que atravessam o sagrado e o cotidiano de forma honesta e acessível.
Quem é Mara Pereira?
Natural de Belém (PA), Mara Pereira mora atualmente em Tocantinópolis (TO). Ela canta desde os 4 anos e transformou o talento em propósito. Com um histórico marcado por superações físicas e emocionais, ela sempre encontrou na música um espaço para se expressar e se reconectar com o mundo.
Desde muito cedo, ouviu que sua voz teria alcance. Hoje, com uma carreira em ascensão e uma trajetória consolidada na música, Mara vem mostrando que suas canções têm mesmo o poder de tocar — independente da crença ou da religião. Porque, no fim das contas, “Oração do Milagre” é sobre algo que todo mundo busca: acreditar que, mesmo nos dias difíceis, é possível recomeçar.
Edson & Hudson comandam o palco do Buteco Costelão em Atibaia*
O coração de Atibaia vai bater mais forte neste domingo, 31 de agosto, às 11h, com a chegada de uma das duplas mais amadas do sertanejo: Edson & Hudson. Um show inesquecível, marcado por emoção, grandes sucessos e uma experiência gastronômica única que só o Buteco Costelão sabe oferecer.
Um evento que vai além do show Mais do que música, o público vai viver uma verdadeira celebração sertaneja com 3 toneladas de costela de chão e um Open Churrasco liberado, que transformam o encontro em uma festa para todos os sentidos. Além da atração principal, o palco também receberá artistas consagrados e promessas da música: Márcio Leandro, Tony Marcos & Ruan, Ângelo Máximo & Giovani e o carismático Matheusinho Berranteiro, garantindo uma programação completa do início ao fim.
Créditos da foto: Divulgação
Estruturas para todos os gostos O Buteco Costelão preparou uma infraestrutura pensada em cada detalhe: Área Prata e Área Ouro para quem busca conforto acessível.
Camarote Open Bar, com visão privilegiada e bebidas inclusas.
Área Bistrôs, para quem prefere exclusividade e sofisticação.
Área Kids, para que as famílias curtam com tranquilidade.
E para maior comodidade, o público conta ainda com três estacionamentos privativos pagos à parte, bem em frente ao local.
Um programa para toda a família O Buteco Costelão se consolida como a casa sertaneja que une boa música, gastronomia e lazer em um só lugar. Um ambiente acolhedor, de frente para a represa, onde amigos e famílias podem se reunir para viver momentos inesquecíveis.
Ingressos quase esgotados Com mais de 57% dos ingressos vendidos, o evento já é sucesso garantido. Quem deseja participar precisa correr para garantir o lugar antes que o lote promocional vire ou os ingressos esgotem.
📲 Vendas online: www.butecocostelao.com.br 📞 Central de Vendas WhatsApp: (11) 94036-4912 Endereço:Estr. Hisaichi Takebayashi, 6800 – Jardim Colonial / Bairro Usina, Atibaia – SP, 12952-011
Com batidas intensas e letra de superação, a faixa reforça a essência do funk consciente
MC Kadu, uma das vozes mais potentes do funk consciente, apresenta ao público o single “Disposição”. A faixa já está disponível nas plataformas digitais e chegou acompanhada de um audiovisual exclusivo no canal oficial do artista no YouTube. O lançamento abre caminho para o álbum “Na Pura Calma” e leva a produção de DJ Binhu e DJ Ge, reforçando a identidade e a força do funkeiro dentro do gênero.
Com batidas fortes e cheias de intensidade, MC Kadu entrega uma canção que fala sobre superação, fé e força de vontade. Em versos como “Dou graças ao Senhor, dobro o joelho / Por ter acordado cedo e partir na minha labuta”, ele valoriza a gratidão diante das dificuldades e a luta diária de quem busca uma vida melhor.
A letra também retrata a realidade da periferia com poesia e verdade. “Pra nós que não é de berço, nem herdeiro / Batalha e luta primeiro, que a chuva é pra lavar a alma”. Entre dureza e esperança, Kadu constrói uma narrativa que mostra a resistência de quem enfrenta obstáculos sem perder a fé.
Mais do que a abertura de um álbum, “Disposição” é uma declaração de identidade e propósito. Um som que conecta a favela ao mundo, carregado de sentimento, verdade e autenticidade.
“Essa música é muito especial porque fala da minha vivência e da realidade de muita gente. Quis trazer uma mensagem de fé, de força e de acreditar que, mesmo diante das dificuldades, é possível seguir em frente e conquistar nossos sonhos”, afirma MC Kadu.
A GR6 é a maior produtora de funk e música urbana da América Latina. Com mais de 42 milhões de inscritos no YouTube e bilhões de visualizações, a produtora é referência por revelar talentos e influenciar tendências que dominam as pistas e o digital. No comando da GR6 está Rodrigo Oliveira, presidente e fundador da produtora, responsável por transformar nomes como Mc Hariel, Mc Don Juan e Mc Livinho, um dos principais e mais consolidado artista da produtora, em fenômenos da música brasileira. A GR6 tem sede em São Paulo e se consolida como um dos maiores pólos criativos da cultura urbana do país.
A história musical de Felipe Bodão começou em 2002, quando ele tinha apenas 12 anos de idade. O impacto veio ao assistir ao show Oficina G3 Acústico, experiência que despertou nele a vontade de aprender guitarra de forma séria. Até então, sua relação com a música era marcada por influências familiares: tios que tocavam violão de maneira amadora, mas que ajudaram a despertar nele o interesse pelo universo sonoro.
Naquele mesmo período, Bodão se deparou com o lendário VHS do G3 com Joe Satriani, Eric Johnson e Steve Vai, três gigantes da guitarra mundial. A experiência foi transformadora. “Esse foi outro limiar da guitarra que cruzei. Daí para frente, minha vida nunca mais foi a mesma”, relembra o músico.
Suas primeiras influências se consolidaram com nomes como Oficina G3, Banda Resgate e os guitarristas Satriani, Vai e Johnson, referências que ajudaram a moldar sua identidade musical e abriram caminho para uma carreira versátil e consistente.
Entre o secular e o gospel: experiências marcantes
Antes de se destacar no cenário gospel, Felipe Bodão construiu uma sólida carreira no meio secular. Atuou como baixista do cantor Latino, participando de turnês expressivas, como a “Junto e Misturado” e o histórico Brazilian Day, em Nova York. Essas experiências foram fundamentais para lapidar seu profissionalismo e expandir sua visão de mundo.
A guinada em sua trajetória aconteceu quando Bodão decidiu voltar à igreja. Foi convidado para uma gravação pontual com Marcela Taís, mas acabou participando de todo o álbum Moderno à Moda Antiga, lançado pela Sony Music, sob a produção da própria cantora em parceria com Michael Sullivan. No disco, Felipe mostrou sua versatilidade, gravando guitarra, baixo, banjo, gaita, violão, ukulele e até vocais.
A parceria com Marcela Taís se estendeu para a estrada, resultando em turnês de grande alcance, como “Voz, Violão e Poesia”, que conquistou plateias por todo o Brasil. “Aprendi muito ao lado de uma artista criativa e única. Foi um tempo de crescimento musical e pessoal”, recorda.
Logo depois, Felipe iniciou sua história com a banda Discopraise, inicialmente como substituto de um baixista em um show. O convite se transformou em anos de companheirismo e trabalhos de repercussão internacional. “A Disco é uma família que amo demais. Foi uma verdadeira escola para mim”, afirma.
Identidade musical e reconhecimento
Ao longo de sua carreira, Bodão conquistou o respeito de músicos e ouvintes, especialmente no Rio de Janeiro, onde muitos o consideram uma referência como guitarrista. O reconhecimento, segundo ele, é consequência da autenticidade. “Carrego isso com tranquilidade porque não é um personagem criado. É quem eu sou. É bom demais quando você colabora positivamente para a vida de outras pessoas”, destaca.
Para Felipe, a identidade musical se constrói com amplitude. Seu segredo está em ouvir de tudo e ter um repertório vasto, capaz de dialogar com diferentes estilos e linguagens. “Música é música, e ponto. O essencial é tocar com paixão e humanidade”, defende, citando Jung: “Domine todas as técnicas, mas, ao tocar uma alma humana, seja apenas mais uma alma humana.”
Essa filosofia moldou sua trajetória e o ajudou a atravessar diferentes fases do mercado no Brasil. E agora, ele pretende buscar novos horizontes musicais e culturais.
Novos tempos, novos projetos
Felipe Bodão agora quer encarar uma nova fase em sua carreira. Ele pretende ter um novo tempo de aprendizado e expansão nos Estados Unidos. Apaixonado pela música norte-americana, especialmente o blues e o country, ele deseja mergulhar ainda mais nessas linguagens, absorvendo referências e contribuindo com sua bagagem construída no Brasil.
Além da performance como instrumentista, Bodão também dedica energia ao trabalho de produtor musical. Seu desejo é ajudar novos artistas a terem suas músicas registradas com qualidade, algo que ele próprio enfrentou como dificuldade no início da carreira. “Quero abrir portas para que mais pessoas tenham seus trabalhos gravados e reconhecidos”, reforça.
Conciliando carreira e ministério, Felipe Bodão continua liderando e ensinando, tanto musical quanto espiritualmente. Ele considera impossível separar essas duas áreas, pois ambas caminham juntas em sua trajetória.
Com uma carreira já marcada por passagens em turnês históricas, gravações de peso e experiências transformadoras, Felipe Bodão projeta o futuro com confiança e gratidão. Seu objetivo é ser reconhecido não apenas no Brasil, mas também em outros países, como um dos músicos mais respeitados de sua geração.
“Tudo o que faço é para a glória de Deus. Quero que minha história seja inspiração e que minha música continue tocando corações em qualquer lugar do mundo”, conclui o instrumentista.