Ana Galdino, pioneira no setor, analisa o cenário atual e compartilha sua trajetória de 30 anos de sucesso
Há três décadas, uma jovem de origem simples, sem qualquer conhecimento prévio sobre o mercado de intercâmbio, embarcou em uma jornada que mudaria não apenas sua vida, mas também a de milhares de brasileiros em busca de oportunidades no exterior.
Hoje, Ana Galdino comanda a maior empresa de assessoria de vistos do Brasil, acumulando um impressionante histórico de mais de 300 mil aprovações para os principais destinos do mundo — incluindo mais de 100 mil vistos americanos ao longo de sua trajetória.
De um sonho à realidade
“Quando comecei, não sabia o que era um visto consular nem como funcionava um processo de imigração”, relembra Ana. “Meu primeiro emprego foi em um escritório especializado em reunião familiar. Em apenas seis meses, me tornei gerente, liderando uma equipe e lidando com processos consulares para diversos países, como França, México e Estados Unidos. A demanda por vistos americanos era altíssima, e, para mim, que sequer falava inglês, o desafio parecia ainda maior. Mas me adaptei, estudei e me apaixonei pelo propósito que estava à minha frente!”
O primeiro grande desafio de Ana veio quando atendeu uma cliente de 35 anos que sonhava em estudar na Austrália, mas acreditava que não se encaixava nos critérios para obtenção do visto. Com coragem e determinação, Ana decidiu apostar no caso. “Vamos explicar quem você é e tentar”, disse à cliente. Com uma carta bem elaborada e um pedido fundamentado, o visto foi concedido — um feito notável, já que, na época, os processos australianos eram analisados na Argentina e as aprovações eram raras.
Foto: Divulgação
A conquista rendeu uma surpresa inesperada. Pouco tempo depois, Ana foi convidada para uma reunião no consulado australiano. “Fui sem saber o motivo e, para minha surpresa, recebi um prêmio por ter aprovado o primeiro visto de estudante brasileiro acima dos 35 anos para a Austrália”, conta. “Voltei para o escritório com uma bandeirinha da Austrália e uma caneta como lembrança, sem imaginar que aquele momento marcaria o início de uma nova era.”
A partir dali, a Austrália se tornou um dos principais destinos de intercâmbio trabalhados pelo escritório. O tempo passou, Ana abriu sua própria empresa, formou-se em Direito e ampliou os serviços para além da assessoria consular, passando a atuar também no setor de intercâmbio educacional. “Por que não oferecer um serviço completo para quem busca qualificação no exterior?”, questiona.
Hoje, sua empresa, com sede na Avenida Paulista, no icônico Conjunto Nacional, expandiu operações para Montreal (Canadá), Brisbane (Austrália) e agora avança para consolidar sua presença na Flórida (EUA). Com milhares de vistos aprovados e um histórico de superação e inovação, tornou-se referência no mercado brasileiro.
Excelência no atendimento
Mais do que números, o diferencial da empresa sempre foi o compromisso com acolhimento, honestidade e transparência. A equipe, composta por profissionais com mais de 15 anos de casa, mantém um atendimento personalizado, garantindo estabilidade e excelência em meio às constantes mudanças das regulamentações internacionais.
Além de auxiliar diretamente os candidatos a vistos e intercâmbios, Ana também contribuiu para a expansão de dezenas de agências de intercâmbio, oferecendo treinamentos e suporte especializado. Seu impacto vai além da realização de sonhos individuais: sua atuação fortalece a migração familiar e o aprimoramento cultural de brasileiros em diversos países.
Cenário atual dos vistos para os EUA
Na primeira presidência de Donald Trump, a taxa de negativas de vistos para brasileiros atingiu um recorde de 18% em 2018. Com seu retorno à Casa Branca, a preocupação voltou a crescer entre aqueles que planejam viajar para os Estados Unidos.
Segundo Ana Galdino, mudanças nas políticas de imigração devem impactar a entrada de brasileiros no país. Embora detalhes específicos ainda não tenham sido divulgados, algumas diretrizes já foram sinalizadas:
Vistos de Trabalho e Green Cards
Profissionais qualificados: A administração Trump tende a priorizar imigrantes altamente qualificados, mas com critérios mais rígidos. O processo para vistos de trabalho, como os da categoria EB (Employment-Based), pode se tornar mais seletivo.
Transferência de executivos (L) e intercâmbio (J): Espera-se um aumento na fiscalização e exigências mais rigorosas para transferências de profissionais e programas de intercâmbio acadêmico. Empresas e instituições precisarão justificar de forma mais robusta a necessidade desses processos.
Turismo e Vistos de Não-Imigrante
Turismo de nascimento: Houve tentativas de restringir a prática de estrangeiros viajarem aos EUA para que seus filhos nasçam em solo americano, garantindo cidadania automática. Algumas medidas foram barradas judicialmente, mas o tema continua em debate.
Vistos de Turismo (B1/B2): Até o momento, não há mudanças significativas na emissão de vistos de turismo para brasileiros, mas é fundamental acompanhar as atualizações oficiais, pois novas diretrizes podem ser implementadas a qualquer momento.
“A administração Trump adota uma postura mais restritiva em relação à imigração, priorizando a segurança nacional e a valorização da mão de obra americana”, explica Ana. “Isso pode tornar os processos de visto mais rigorosos, reduzindo concessões em algumas categorias.”
Para brasileiros que desejam entrar nos EUA, seja a turismo, estudo ou trabalho, a especialista recomenda acompanhamento constante das políticas vigentes e consulta a fontes oficiais, como o site da Embaixada dos EUA no Brasil.
“É essencial buscar orientação profissional para entender as melhores estratégias e se preparar adequadamente para a solicitação do visto”, aconselha. “Vale lembrar que, historicamente, o governo Obama foi o que mais realizou deportações, mas sem a repercussão midiática que vemos hoje.”
Apesar do cenário desafiador, Ana reforça que brasileiros que viajam legalmente para estudar ou passear não precisam temer. “O alvo das restrições são imigrantes ilegais, não turistas ou estudantes. Realizar o sonho de estudar ou viajar para os EUA continua sendo possível em 2025.”
Serviço:
Ana Galdino Assessoria 📍 Endereço: Av. Paulista, 2073, cj. 1102 – Horsa 1 – Conjunto Nacional – São Paulo – SP 📞 Telefone: (11) 4214-7545 / (11) 94709-9678 🌐 Site: www.anagaldino.com
No dinâmico universo da beleza, poucos profissionais conseguem equilibrar com tanta maestria a técnica rigorosa e a sensibilidade artística como Cássio Barreto. Com uma carreira consolidada o maquiador tornou-se uma referência para quem busca uma estética que une sofisticação, naturalidade e as tendências mais vanguardistas do mercado global.
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A Trajetória e a Identidade Visual
Cássio iniciou sua jornada movido pela fascinante capacidade da maquiagem de revelar a melhor versão de cada indivíduo. Ao longo dos anos, refinou sua assinatura: a busca pela pele perfeita, que prioriza o viço e a saúde em detrimento do excesso de produtos.
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Sua expertise não se limita apenas ao “beautifying”; Cássio é reconhecido por sua versatilidade, transitando com fluidez entre:
Editoriais de Moda: Onde sua criatividade ganha contornos conceituais.
Publicidade: Entregando precisão técnica para grandes marcas.
Social & Brides: Transformando momentos especiais em experiências de luxo personalizadas.
“Maquiagem, para mim, não é sobre mascarar, mas sobre pontuar a identidade. É um diálogo entre a luz, a sombra e a personalidade de quem está na minha cadeira”, afirma Cássio Barreto.
Salvador é um destino que encanta em qualquer época do ano, mas o inverno reserva experiências especialmente interessantes para quem quer conhecer a cidade com mais tranquilidade. Entre os meses de junho e setembro, a capital baiana apresenta temperaturas mais amenas, menos fluxo de turistas e uma programação cultural intensa.
Esse período é ideal para explorar a cidade com calma, aproveitar melhor os pontos turísticos e mergulhar na cultura local sem o calor intenso do verão. O inverno em Salvador não significa frio rigoroso, mas sim um clima agradável que convida a passeios ao ar livre e atividades culturais.
Aproveitar os pontos turísticos com clima mais agradável
Uma das maiores vantagens de visitar Salvador no inverno é o clima. As temperaturas costumam variar entre 22 °C e 27 °C, o que torna caminhadas e passeios muito mais confortáveis.
Hospedar-se em um hotel em Salvador bem localizado facilita o acesso aos principais pontos turísticos, permitindo explorar a cidade sem pressa e com menos desgaste físico.
O Pelourinho, por exemplo, ganha ainda mais charme nessa época. Caminhar pelas ruas de paralelepípedo, visitar igrejas históricas e museus se torna uma experiência mais agradável, já que o calor não é tão intenso. Elevador Lacerda, Mercado Modelo e Praça da Sé também entram facilmente no roteiro de quem visita a cidade durante o inverno.
Além disso, o Farol da Barra e o Farol de Itapuã ficam mais convidativos para longas caminhadas à beira-mar, aproveitando a brisa constante e o clima mais fresco.
Curtir a programação cultural e artística
O inverno é uma das melhores épocas para quem gosta de cultura. Salvador mantém uma agenda intensa de eventos culturais, apresentações musicais, exposições e espetáculos teatrais.
Teatros como o Teatro Castro Alves, Teatro Vila Velha e espaços culturais espalhados pela cidade oferecem programações diversificadas, que vão de shows de música popular brasileira a peças contemporâneas.
Museus também são ótimas opções nessa época. O Museu de Arte Moderna da Bahia, o Museu Afro-Brasileiro e o Museu Carlos Costa Pinto permitem um mergulho profundo na história, na arte e nas raízes culturais da cidade, tudo isso sem filas ou grandes aglomerações.
Explorar a gastronomia baiana sem pressa
O inverno é perfeito para explorar a gastronomia de Salvador com mais calma. Restaurantes, bares e mercados tradicionais ficam menos cheios, permitindo uma experiência mais autêntica.
Pratos típicos como moqueca, bobó de camarão, acarajé e vatapá podem ser apreciados sem o desconforto do calor intenso. Além disso, cafés e bistrôs espalhados pelos bairros do Rio Vermelho, Santo Antônio Além do Carmo e Barra ganham destaque nessa estação.
Muitos estabelecimentos oferecem menus especiais ou pratos sazonais, o que torna a experiência gastronômica ainda mais interessante durante o inverno.
Conhecer praias mesmo fora da alta temporada
Embora o inverno possa ter alguns dias mais nublados ou com chuvas passageiras, as praias de Salvador continuam sendo uma ótima opção de passeio. A diferença é que elas ficam muito mais tranquilas.
Praias como Porto da Barra, Flamengo, Stella Maris e Itapuã permitem caminhadas longas, banhos de mar em dias ensolarados e momentos de descanso sem a superlotação típica do verão.
Além disso, o pôr do sol no Porto da Barra durante o inverno costuma ser um espetáculo à parte, com cores intensas e um clima mais ameno para apreciar a paisagem.
Fazer passeios históricos e religiosos
Salvador é uma das cidades mais ricas do Brasil em história e religiosidade. O inverno é ideal para visitar igrejas e conventos históricos, já que o clima facilita passeios mais longos.
A Igreja do Bonfim, a Igreja de São Francisco e a Catedral Basílica são paradas obrigatórias. Esses locais permitem conhecer mais sobre o sincretismo religioso e a formação cultural da cidade.
Além disso, caminhadas guiadas pelo Centro Histórico costumam ser mais agradáveis nessa época, com explicações detalhadas e mais tempo para apreciar cada detalhe arquitetônico.
Dicas práticas para aproveitar Salvador no inverno
Para aproveitar ao máximo a viagem, algumas estratégias ajudam a tornar a experiência ainda melhor:
Leve roupas leves, mas inclua uma jaqueta fina para o período da noite
Planeje passeios ao ar livre para os horários de menor chance de chuva
Aproveite a baixa temporada para encontrar melhores preços em passagens e hospedagem
Priorize passeios culturais e gastronômicos nos dias mais nublados
Escolha uma hospedagem bem localizada para otimizar os deslocamentos
Essas pequenas escolhas fazem toda a diferença para curtir a cidade com conforto e economia.
Salvador no inverno é uma excelente escolha
Viajar para Salvador no inverno é uma oportunidade de conhecer a cidade de forma mais tranquila, confortável e econômica. Com clima agradável, menos turistas e uma programação cultural rica, a experiência se torna ainda mais completa.
Seja para explorar a história, mergulhar na cultura, aproveitar a gastronomia ou simplesmente relaxar, o inverno mostra que Salvador vai muito além do verão. Com planejamento e boas escolhas, a viagem se transforma em uma experiência memorável em qualquer época do ano.
Com 20 anos de jornada na Fundação Pró-Rim, Pedro Guida enfrentou a distância entre o Tocantins e Santa Catarina para realizar um transplante e hoje celebra o ciclo de superação garantido pelo SUS
Acostumado a subir em postes e percorrer fazendas para iluminar o Tocantins, o ajudante de eletricista Pedro Nascimento Guida, hoje com 65 anos, nunca imaginou que sua maior “voltagem” de esperança viria de um voo rumo ao desconhecido. O homem que lidava com a eletricidade nas ruas viu sua própria energia minguar em 2005, quando uma canseira persistente e febres frequentes revelaram que seus rins haviam parado de funcionar.
O choque do diagnóstico Na época, trabalhando em Palmas, Pedro desconhecia o que era a hemodiálise. O diagnóstico foi um impacto profundo; a rotina de subidas em postes e viagens a trabalho deu lugar às sessões de diálise, iniciadas no Hospital Geral de Palmas (HGP). “Para mim, foi um choque muito grande. Eu sabia que não podia trabalhar mais, que teria que viver em função daquilo”, relembra ele sobre o início do tratamento.
A jornada de Pedro com a Fundação Pró-Rim começou em solo tocantinense, logo após a descoberta da doença. O apoio da instituição foi o alicerce para que ele pudesse processar a nova realidade e vislumbrar um futuro além das máquinas.
Ponte para o Sul: o medo de voar e o desejo de viver A grande virada aconteceu em 2006, quando surgiu a oportunidade do transplante renal. A esperança ganhou um rosto familiar: seu irmão mais novo decidiu, em um gesto de amor puro, doar o rim. O destino para o procedimento era a matriz da Fundação Pró-Rim em Joinville, Santa Catarina.
Contudo, para alcançar o tratamento, Pedro precisou enfrentar um desafio que, para ele, era mais assustador que a mesa de cirurgia: o avião. “Meu medo maior era o avião, não era o transplante”, confessa entre risos. No dia da viagem, o nervosismo era nítido, mas ao ver a terra ficando pequena pela janela, ele entendeu que aquela conexão entre o Cerrado e o Sul era sua ponte para a vida.
Transplantes no Brasil A generosidade do irmão de Pedro insere-se em um cenário no qual o Brasil se consolida como o detentor do maior sistema público de transplantes do mundo, com cerca de 90% dos procedimentos financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
No caso do doador vivo, como o irmão de Pedro, a Lei nº 9.434/97 e o Decreto nº 9.175/17 determinam que o procedimento é permitido entre cônjuges ou parentes de até 4º grau — pais, filhos, irmãos, avós, tios e primos — desde que haja compatibilidade sanguínea e imunológica. O procedimento é seguro e planejado, permitindo que tanto o doador quanto o receptor mantenham uma vida saudável após a cirurgia, encurtando o tempo de espera e aumentando as chances de sucesso do transplante.
Segundo Leonardo Barberes, vice-diretor da Associação Brasileira de Centros de Diálise e Transplante (ABCDT), histórias como a de Pedro evidenciam a relevância do sistema público. “O transplante renal é uma das terapias que melhor traduzem a eficiência do SUS quando há integração entre equipes, legislação bem estruturada e centros capacitados. É um modelo que salva vidas, reduz custos a longo prazo e devolve dignidade ao paciente”, destaca.
Para doadores sem laço familiar, a legislação brasileira permanece rigorosa, exigindo autorização judicial prévia para garantir que o ato seja solidário, livre e de espontânea vontade, protegendo a integridade de todas as partes envolvidas.
Renascimento em Santa Catarina Durante os dois meses e quatro dias em que esteve sob os cuidados da unidade catarinense, Pedro se encantou com o acolhimento. “Lá é muito bom, gostei muito dos médicos, uma equipe nota dez”, afirma o eletricista, que mesmo sendo “friorento”, deu sorte de encontrar um clima agradável na região Sul.
O transplante foi um sucesso absoluto. O rim doado pelo irmão funcionou perfeitamente por 15 anos, um período que ele define como de total liberdade e gratidão, provando que a integração tecnológica entre as unidades da federação salva vidas.
O retorno à diálise e a gratidão ao SUS Há dois anos, com o fim do ciclo natural do órgão transplantado, Pedro retornou à hemodiálise na Pró-Rim de Palmas. Recentemente, ele se mudou de Paraíso do Tocantins para a capital para ficar mais próximo do tratamento e dos filhos. Mesmo de volta à máquina, seu sentimento é de vitória.
“A Pró-Rim para mim é uma coisa muito boa. Se não fosse ela, abaixo de Deus, a vida de quem tem esse problema seria muito curta. Eu não teria condição de pagar esse tratamento no particular”, destaca, reforçando o papel do SUS.
Instituição que transforma o cuidado A Fundação Pró-Rim é hoje uma das maiores referências em saúde renal no Brasil. Sendo uma instituição privada e sem fins lucrativos, ela sobrevive do profissionalismo de sua gestão e da solidariedade da sociedade. Com mais de 2.000 transplantes realizados e centenas de milhares de sessões de hemodiálise anuais — sendo 99% dos atendimentos pelo SUS — a Fundação oferece tecnologia de ponta e tratamento humanizado para quem mais precisa.
Como você pode ajudar? Para que histórias como a do Seu Pedro continuem a ser escritas, a Fundação Pró-Rim conta com a sua ajuda. Você pode contribuir para a manutenção dos tratamentos e para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes renais: