Música
“Coisa Nossa”, um encontro de rios
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5 meses agoon

(Coisa Nossa | Foto por Elisa Maciel (@elisabdm)
Dupla formada por João Mantuano e RAYA estreia em álbum que celebra, em canções que vão do folk à marchinha carnavalesca, a abertura para o encontro e o enraizamento no solo brasileiro.
Ouça em todas as plataformas digitais.
Texto por Leonardo Lichote.
Coisa Nossa é o nome da dupla formada por João Mantuano e RAYA — e também de seu álbum de estreia, que eles lançam pelo selo Toca Discos no dia 6 de dezembro. A expressão carrega pelo menos dois sentidos, que refletem movimentos diversos: para dentro e para fora. Porque Coisa Nossa é intimidade fechada, o ambiente de troca entre dois artistas que permitiu o nascimento dessa safra de canções — no sofá de casa, violões em punho. Mas Coisa Nossa também se amplia na direção das fronteiras do Brasil e de sua imensidão, território pelo qual a dupla trafega ao longo das 11 faixas dos disco. Não só por apontarem para referências como Novos Baianos, Elomar e Caetano Veloso, mas pela forma brasileira como estabelecem diálogos com sonoridades de artistas como Simon & Garfunkel. O “nossa” é um só — mas nós somos dois, nós somos muitos.
A afinidade entre João e RAYA — nome artístico da compositora e cantora Paula Raia — se manifestou já no primeiro encontro, na casa dela. Eles já vinham conversando há um tempo virtualmente, numa aproximação estimulada por Felipe Rodarte — que viria a se tornar produtor do álbum ao lado de Constança Scofield e Álvaro Alencar — para que eles compusessem algo juntos para ser lançado como single. Quando enfim se sentaram cara a cara, saiu a primeira composição: “Diferentes semelhanças”, faixa 2 do álbum.
É simbólico que a primeira canção que escreveram juntos carregue no nome a contradição harmoniosa entre diferenças e similitudes. Afinal, é disso que em última instância se trata o encontro, e mais especificamente o encontro entre João e Raya . “Se você vir/ Tu vem devagarinho/ Que os nossos pés/ Vão se encontrar/ No meio do caminho” — eles cantam em “Cidade alta”, outra das canções do álbum.
João vinha de uma parceria com Chico Chico, com quem lançou um disco em 2021. Elogiado pela crítica, o álbum chegou a ter uma de suas canções indicada ao Grammy Latino. RAYA vinha compondo trilhas originais para espetáculos de dança — num deles, suas músicas ganharam a voz de Ney Matogrosso, que as lançará em breve pela Som Livre. Além disso, seu primeiro disco, “Tô”, ganhou as plataformas em 2022, com a participação de Julia Mestre — e de Juliana Linhares no show de lançamento. No mesmo ano, ela pôs na rua “Pontes”, um single feito também com Chico Chico e com Victor Ribeiro.
Devagarinho, João e RAYA se encontraram no meio do caminho. E decidiram abrir um caminho juntos. O que deveria ser uma reunião para um single começou a gerar canções, uma atrás da outra — hoje eles têm cerca de 40 parcerias.
Porém, “Coisa Nossa”, o disco, é fruto de outros encontros além do de João e RAYA. Em primeiro lugar, com a dupla de produtores Felipe e Constança, sócios no selo Toca Discos. Eles foram os primeiros a ouvir a leva inicial de canções e identificar que ali havia um disco e, mais do que isso, uma dupla, que com suas diferentes semelhanças construía uma identidade sólida. E que já nascia com nome, dado por Constança a partir dos dizeres que leu numa camiseta.
A roda de encontros se ampliou com a entrada do engenheiro de som Álvaro Alencar, terceiro elemento da produção. Ele ajudou a materializar a sonoridade do disco, ao mesmo tempo íntima e expansiva, minimalista e exuberante. Uma sonoridade que partiu da essência já presente naquele espaço íntimo da composição, ou seja, dos violões como base do conceito dos arranjos. Em especial, o violão de João, referência central para Marco Vasconcelos, que gravou o instrumento no disco — com alguns violões adicionais de Sergio Chiavazzolli.
Por fim, outro encontro que está na base da alma do álbum foi com Renato Cipriano, trazido para o “Coisa Nossa” por sugestão de Álvaro. Responsável pelo projeto acústico de diversos grandes estúdios, entre eles o Toca do Bandido, Cipriano pensa a música abarcando seu poder de cura — a partir do entendimento de frequências que têm efeitos menos ou mais saudáveis sobre nós. Uma curiosidade técnica que dá ideia da importância dessa dimensão para “Coisa Nossa” é o fato de todos os instrumentos do disco terem sido afinados em 432 Hz, uma frequência que, estudos defendem, atua mais em harmonia com a natureza, o corpo e a mente humana, em contraposição aos 440 Hz adotados como padrão universal.
O álbum foi naturalmente concebido, portanto, como respiro em meio ao ritmo frenético do mundo: da composição à engenharia sonora, dos arranjos aos músicos arregimentados (André Vasconcelos, Marco Vasconcelos, Marcos Suzano, Sergio Chiavazzolli e Renato Cipriano), passando pelas letras repletas de referências à natureza.
“Coisa Nossa”, a canção-título, abre o disco já expondo essas intenções contemplativas — e outras tantas já mencionadas aqui, como o desejo manifesto de brasilidade. O universo dos Novos Baianos de “Acabou chorare”, pós-João Gilberto, com união de bandolim e guitarra baiana, eletrificação coisa nossa. O coro que une as vozes de Luciane Dom ao trio Soul de Brasileiro (Gê Vieira, José Junior e Negra Silva) aquece ainda mais a gravação.
“Diferentes semelhanças” carrega um “sentimento Roberto Carlos”, como define João. O anúncio da contemplação solitária — mas luminosa — vem nos primeiros versos: “Olho pra cidade/ E vejo/ Corpos refletindo/ Tempo”. Já “Ouro” traz a engenharia pop das canções de Simon & Garfunkel — incluindo um “tchururu” que ecoa “Mrs. Robinson”. “Ninguém vale tanto brilho”, adverte a letra que trata das seduções comerciais da trajetória de um artista.
Cantada por João sozinho, “Arrebol” soa como folk americano, mas com pandeiro de pés fincados no solo brasileiro. Ao mesmo tempo, amplia seu território com o derbak, tambor árabe. Na sequência, é a vez de RAYA cantar sozinha, em “Rouxinol”. Lado a lado, soam como continuidade, canções-irmãs, que rimam em seus títulos e compartilham de um universo de rios e céus — aliás, há muitos rios pelos versos do disco, essa metáfora que guarda em si a ideia do fluxo e a vocação pelo desaguar. “É como se ela fosse o sol e eu a lua”, sintetiza poeticamente João, referindo-se ao par de músicas.
“Cidade alta” foi feita tendo Santa Teresa em mente, o Rio que se vê de lá. A certa altura, seu bandolim carrega uma melancolia de fado. Ao mesmo tempo, ela é atravessada por uma alegria tranquila. “Pra que certeza/ Se aqui/ É uma ladeira só”, perguntam os versos. “Love livre”, composta apenas por RAYA, é marcha de carnaval com puxada de ska, celebrando a liberdade de amar na festa. É pontuada por uma guitarra baiana que faz pensar na sonoridade de “Muitos carnavais”, álbum de Caetano Veloso.
“Mata escura” também fala de liberdade, mas num contexto mais amplo. “Talvez seja a canção que traga mais esperança”, diz RAYA. “É um colo feminino. Uma sensação de verdade pura”, define João. Delicada como seu título, “Pétala branca” é assinada apenas pelo compositor. Em menos de dois minutos, desenha com singeleza dedilhada a fragilidade do amor.
“Aqui eu permaneço” é afirmação de resistência, construída como resposta a “Vou-me embora”, canção de Paulo Diniz regravada por Zé Ibarra em 2023. O “aqui” a que se refere a letra é a América Latina, terra de trovadores de mil naturezas, do Pantanal aos Andes, de alguma forma evocados no arranjo. Por fim, “Se for cantar por amor”, parceria de João com Sal Pessoa, é mantra que amarra a alma de encontro que sustenta o disco: “Resistindo o amor/ Na alma do animal”.
FICHA TÉCNICA:
Produzido por Felipe Rodarte, Constança Scofield e Álvaro Alencar
Gravado no estúdio Toca do Bandido
Engenheiro de Gravação – Álvaro Alencar é Felipe Rodarte
Assistente de Gravação – Raphael Dieguez
Edições – Raoni Andrade
Engenheiro de Mixagem – Álvaro Alencar
Masterizado por Felipe Tichauer no Red Traxx em Miami
Coisa Nossa
RAYA – Voz
Mantuano – Voz
Marcos Suzano – Percussão
André Vasconcelos – Baixo
Marco Vasconcelos – Violão
Sergio Chiavazzolli – cavaquinho, guitarra baiana, bandolim
Backings – Gê Vieira, José Junior Negra Silva e Luciane Dom
Diferentes Semelhanças
RAYA – Voz
Mantuano – Voz
Marcos Suzano – Percussão
André Vasconcelos – Baixo
Marco Vasconcelos – Violão
Renato Cipriano – percussões étnicas (e
Sergio Chiavazzolli – bandolim
Ouro
RAYA – Voz
Mantuano – Voz
João Mantuano- Violão
Marcos Suzano – Percussão
André Vasconcelos – Baixo
Marco Vasconcelos – Violão
Sergio Chiavazzolli – violão de aço
Arrebol
Mantuano – Voz
Marcos Suzano – Percussão
André Vasconcelos – Baixo
Marco Vasconcelos – Violão
Sem participações adicionais. Apenas banda base e P&J
Rouxinol
RAYA – Voz
Marcos Suzano – Percussão
André Vasconcelos – Baixo
Marco Vasconcelos – Violão
Sergio Chiavazzolli – violão de aço
Renato Cipriano – cristais, orgão Shruti
Ilarindo Davidson – Bateria
Cidade Alta (Monte Alegre)
RAYA – Voz
Mantuano – Voz
Marcos Suzano – Percussão
André Vasconcelos – Baixo
Marco Vasconcelos – Violão
Renato Cipriano – cristais, Anima bells
Sergio Chiavazzolli – bandolim
Love Livre
RAYA – Voz
Mantuano – Voz
Marcos Suzano – Percussão
André Vasconcelos – Baixo
Marco Vasconcelos – Violão
Sergio Chiavazzolli – guitarra elétrica, guitarra baiana
Backings – Gê Vieira, José Junior, Negra Silva e Luciane Dom
Mata Escura
RAYA – Voz
Mantuano – Voz e violão solo
Marcos Suzano – Percussão
André Vasconcelos – Baixo
Marco Vasconcelos – Violão
Renato Cipriano – percussões étnicas, gongos, tubular bells, cristais, hand drum
Pétala Branca
RAYA – Voz
Mantuano – Voz
Marcos Suzano – Percussão
Marco Vasconcelos – Violão
Sergio Chiavazzolli – bandolim
Alvaro Alencar – efeitos e ambiencias
Aqui Eu Permaneço
RAYA – Voz
Mantuano – Voz e viola caipira
Marcos Suzano – Percussão
André Vasconcelos – Baixo
Marco Vasconcelos – Violão
Renato Cipriano – percussões étnicas
Se for cantar por amor
RAYA – Voz
Mantuano – Voz
Marcos Suzano – Percussão
André Vasconcelos – Baixo
Marco Vasconcelos – Violão
Alvaro Alencar – voz declamada
Backings – Gê Vieira, José Junior Negra Silva e Luciane Dom
Ouça em todas as plataformas digitais.
Sobre Coisa Nossa
Raya e Mantuano, dois talentos da nova MPB, encontraram-se pela primeira vez em 2022, apresentados por Felipe Rodarte, no mítico Estúdio Toca do Bandido e, de lá pra cá, compuseram diversas canções; as 11 primeiras integram o álbum em produção, intitulado “Coisa Nossa”, que terá lançamento pelo Selo Toca Discos.
“Coisa Nossa” são duas vozes e dois violões. “Mexemos e misturamos o caldeirão das nossas referências e experiências e saiu um negócio bem nosso”, conta Raya ao lado de Mantuano, com supervisão dos produtores Felipe Rodarte e Constança Scofield, ao longo dos muitos encontros na Toca do Bandido.
Tem folk, samba, bossa, afoxé, rock. A dupla sabe brincar de abrir caixas de gêneros musicais consagrados e fazer uma delicada e interessante fusão. Dirigir o abundante fluxo criativo dos dois em direção a algo muito novo e fresco.
“Coisa Nossa” é, além de tudo, um projeto carioca. Passeia pela cidade, com notas de Leme, Santa Tereza e Itanhangá, onde fica a Toca do Bandido e seus parceiros. Sua produção conta também com a participação do premiado engenheiro e produtor Álvaro Alencar.
A sonoridade de Raya e Mantuano pode ser definida como um lugar de calma e delicadeza em que muitas coisas acontecem. A dupla é a condutora deste trem brasileiro que parte para o interior, sempre olhando para o futuro, conectado com ‘coisas nossas’. É um trabalho sem um olhar ufanista sobre música brasileira, mas sim com ternura.
Links Coisa Nossa:
Links Toca do Bandido | Toca Discos:
Música
Júlia Rezende, destaque do novo pop nacional lança projeto intimista “Gira Sessions”
Published
1 hora agoon
23 de abril de 2025
A artista apresenta quatro faixas em uma live sessions com várias versões da sua personalidade.
Ouça aqui! | Ouça Júlia Rezende | Siga Júlia Rezende
A cantora Júlia Rezende, ex-participante do The Voice Brasil e ex-integrante da girlband Ravena, acaba de apresentar uma versão especial do projeto “Gira Sessions”, no canal Girassol do YouTube, com uma sequência de quatro faixas ao vivo que exploram diferentes fases emocionais com letras sinceras e performances cheias de personalidade, ironias, emoção e muito mais. Gravado em formato acústico na Girassol Music, o audiovisual tem direção de André Loureiro, que aposta em uma estética direta, sem filtros, para colocar Júlia no centro da cena – e com músicas escritas por ela e por parceiros da música.
Quatro moods, quatro vibes, quatro versões de Júlia
A sessão começa com “Eu”, faixa escrita por ela e Sabrina Lopes, que abre os trabalhos com uma energia de autocuidado. A artista canta sobre estar bem na própria companhia e não querer saber de mais ninguém no momento: “Essa música é um hino de autoconfiança e amor-próprio. A letra fala sobre estar bem sozinha, curtindo a própria companhia e cuidando da própria energia. A protagonista não está procurando um novo amor — prefere se preservar e seguir em paz com quem ela é.”
Depois vem “Lista Vip”, escrita também por ela e Sabrina, além de Lucas Nage e Jéf Souza, onde a ironia toma conta. Ela manda aquele “boa sorte” pro ex com uma pitada de acidez: “Um pop cheio de atitude e vingancinha emocional. A personagem deseja ‘boa sorte’ ao ex, mas com aquele toque de ironia: ela sabe que ele não vai encontrar ninguém melhor. A música mistura dor e poder, mostrando que ela saiu ferida, mas agora é ele quem vai sofrer.”
Na sequência, a faixa escrita por ela, Mariah, Dougie Ribeiro e Leo Rocatto, “Só de Imaginar” mistura desejo com um pouco de caos emocional — sabe aquele relacionamento que não dá certo, mas também não dá pra esquecer?! É essa a pegada que deixa a faixa ainda mais emotiva e com um toque sexy: “Aqui entra uma vibe sensual e emocional ao mesmo tempo. A letra mistura saudade, desejo e aquela relação intensa que vive entre idas e vindas. É sobre aquele amor que ninguém consegue esquecer — com química forte e confusão emocional.”
Fechando a session, “Fases”, escrita em parceria com Bia Torres, traz vulnerabilidade, mas sem perder a força. Júlia canta sobre dores do passado e como essas experiências moldaram quem ela é hoje.
“Essa é mais introspectiva e sincera. Fala sobre experiências passadas, cicatrizes e amores que não deram certo. A personagem se reconhece como imperfeita, mas aberta a amar de novo — ainda que com ressalvas. É uma letra que equilibra vulnerabilidade com força interior.”
As quatro faixas ganharam clipes no estilo live session, com voz ao vivo e instrumentação mais orgânica. A ambientação acústica reforça a entrega emocional das letras e mostra uma Júlia intensa, sem personagens, vivendo cada linha. “Gira Sessions” não é só um projeto visual — é um recorte emocional de várias versões da mesma mulher. Em cada faixa, Júlia se reinventa e segue girando. E a gente gira com ela.
Sobre Júlia Rezende
Júlia Rezende iniciou sua trajetória musical aos 9 anos, em Ipameri, no interior de Goiás. Aos 17, conquistou visibilidade nacional ao integrar o Ravena, grupo formado durante o reality X-Factor Brasil. Produzido por Rick Bonadio, o grupo alcançou o terceiro lugar na competição e lançou o EP autoral “Maravilhosa”, com destaque em programas como o Altas Horas, onde dividiram o palco com Mel C, das Spice Girls.
Após o fim do Ravena em 2020, Júlia apostou na carreira solo. Sua participação na décima temporada do The Voice Brasil, nos times de Michel Teló e Lulu Santos, consolidou sua presença no cenário musical, levando-a às quartas de final da competição.
Agora, com uma carreira solo bem definida, Júlia aposta em um som que mescla autenticidade e inovação, sempre conectando suas vivências pessoais com influências globais. Recentemente, lançou “Aditivada”, uma faixa que combina as batidas envolventes do pop com a intensidade do phonk e trouxe a produção de Marco Lima – responsável por hits de Anitta, Léo Santana e Parangolé.
Música
Festival Sarará revela line-up completo com show especial de Arlindinho cantando Arlindo Cruz
Published
6 horas agoon
23 de abril de 2025
Com Liniker, BK’, O Kannalha, Lamparina e outros nomes, festival celebra a força da música brasileira no Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte
O Festival Sarará chega à sua 12ª edição com um line-up que reafirma o compromisso com a diversidade, a identidade e a celebração da cultura brasileira. No dia 24 de maio de 2025, o Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte, será palco de encontros únicos entre diferentes sons, ritmos e gerações. O evento que já tem Liniker e BK’ entre atrações, agora revela a programação completa, trazendo ainda mais potência para a experiência do público. Entre os destaques está o show inédito de Arlindinho cantando Arlindo Cruz, uma homenagem emocionante ao legado de um dos maiores nomes do samba. O festival reúne ainda: O Kannalha, Lamparina, Budah, TZ da Coronel, Febre 90, Iza Sabino e Afrekassia, Afrogroove, além das apresentações “Ritmos do Norte com Carol Blois”, “Baile Room convida Febem e MC Morena”, “Red Bull Dance Your Style” e o projeto “Vem Pra Roda” – que neste ano traz o Samba do Cacá, Três Preto, Samba do Quintal, Samba no Topo e Belka. Ainda há ingressos disponíveis, acesse aqui.
Com a bênção e o repertório de seu pai, Arlindinho sobe ao palco para reverberar sucessos que marcaram gerações e reafirmar a importância da herança do samba na construção da música popular brasileira. O artista prepara um show especial em homenagem ao mestre Arlindo Cruz, revisitando sucessos que marcaram gerações, com a emoção de quem carrega no sangue a batida do surdo e a poesia das rodas de samba. “Anunciar a programação completa dessa edição é celebrar e reafirmar a pluralidade que o Sarará carrega em sua essência. Reunimos artistas de diferentes territórios e sonoridades, criando pontes e experiências marcantes para o público. O show do Arlindinho cantando Arlindo Cruz, em especial, é um presente pra nossa história, pro seu pai e pra todos os amantes do samba”, destaca Carol de Amar, diretora artística e sócia idealizadora do festival.
Completam o line-up nomes como O Kannalha, um dos fenômenos do pagodão atual, a banda mineira Lamparina, que volta ao Sarará com seu pop tropical plural, e a cantora Budah, revelação da nova cena. A força do trap e do rap também marcam presença com TZ da Coronel e o coletivo Baile Room convidando Febem e MC Morena. O festival também apresenta a união da cena mineira com a paulista com o encontro entre Iza Sabino e Afrekassia, e mergulha nos ritmos da Amazônia com o projeto Ritmos do Norte, da cantora Carol Blois.
O público também vai curtir a mistura de estilos do coletivo instrumental Afrogroove, o resgate noventista do Febre 90 e, como já é tradição, um momento especial de celebração ao samba com o projeto Vem Pra Roda, que este ano reúne: Samba do Cacá, Três Preto, Samba do Quintal, Samba no Topo e Belka. Para fechar, o Festival Sarará ainda recebe o Red Bull Dance Your Style.
Confira o line-up completo aqui:
Liniker
BK’
O Kannalha
Lamparina
Arlindinho canta Arlindo Cruz
Budah
TZ da Coronel
Febre 90
Iza Sabino e Afrekassia
Ritmos do Norte com Carol Blois
Afrogroove
Baile Room convida Febem e MC Morena
Vem Pra Roda: Samba do Cacá, Três Preto, Samba da Jabu, Samba no Topo e Belka
SERVIÇO
Festival Sarará 2025
Data: 24 de maio de 2025
Horário: A partir do 12h
Local: Parque das Mangabeiras
Endereço: Avenida José do Patrocínio Pontes, 580 – Mangabeiras – Belo Horizonte/MG
Ingressos: http://shotgun.live/festivals/
Música
BETTER NOISE MUSIC anuncia com quatro novas bandas: SABATON, YELLOWCARD, IN THIS MOMENT e THE RASMUS
Published
6 horas agoon
23 de abril de 2025
Foto de SABATON
São Paulo, abril de 2025 – BETTER NOISE MUSIC, recém-saída de uma comemoração por seu quinto ano consecutivo como selo na 1ª colocação da Billboard e do Media Base em Active Rock Radio, está se fortalecendo ainda mais em 2025, anunciando com orgulho quatro novas bandas: SABATON, YELLOWCARD, IN THIS MOMENT e THE RASMUS.
Com identidades únicas já consolidadas no universo do rock, cada um desses novos atos está pronto para alcançar ainda mais sucesso nos EUA e no cenário global através da parceria com a BETTER NOISE MUSIC.
O selo é conhecido por seu desenvolvimento criativo de artistas, estratégias inovadoras de mídia cruzada e capacidade de construir histórias de sucesso internacional. Foi nomeado como o selo nº 1 da Billboard em Mainstream Rock Airplay e também como o Mainstream Rock Airplay Imprint nº 1 de 2024, após uma histórica sequência de cinco anos consecutivos no topo (2018–2022). Em 2023, Allen Kovac assumiu o cargo de Chairman, e nos últimos 2,5 anos a empresa vem sendo liderada por Dan Waite (CEO), Steve Kline (COO e presidente), Harris Masood (CFO) e Paul Cormack (GM).
SABATON é a banda de power metal nº 1 do mundo e um dos maiores nomes da Suécia, com 4 bilhões de streams apenas no Spotify. No dia 25 de abril, eles lançam o single e clipe “Templars”, primeira faixa de seu álbum de estreia pela Better Noise Music. Desde seu álbum de estreia em 2005, a banda já lançou 10 álbuns de estúdio (alguns certificados Ouro, Platina e até Quádrupla Platina), viu oito desses discos entrarem no Top 10 de paradas internacionais, sendo que seis chegaram ao Top 5.
“Estamos realmente empolgados em iniciar este novo capítulo com a Better Noise Music,” comenta Pär Sundström. “Depois de explorar diversos selos ao redor do mundo, encontramos na Better Noise o encaixe perfeito. Como selo independente, eles tradicionalmente não focam no nosso estilo de heavy metal, o que torna essa colaboração ainda mais empolgante. Estamos confiantes de que estão preparados para encarar o desafio de trabalhar com uma banda que traz um som único ao seu catálogo.”
“Estamos entusiasmados em dar as boas-vindas ao SABATON ao nosso time,” diz Lexie Viklund, Diretora de A&R do selo. “Sua música poderosa e narrativa marcante já conquistaram fãs no mundo todo, e estamos prontos para ampliar ainda mais sua presença nos EUA e continuar expandindo seu impacto global.”
THE RASMUS – uma parceria com a Playground Music – é o segundo maior nome da música na Finlândia e a banda de rock nº 1 do país, com certificações 6x platina e 8x ouro e recordes de vendas. Após os dois primeiros singles lançados com o selo – “Rest In Pieces” e “Creatures of Chaos” – eles lançam “Break These Chains” com participação de Niko Vilhelm, da banda Blind Channel, no dia 16 de maio. Todas essas faixas fazem parte do álbum Weirdo, que chega em 12 de setembro e será o 11º disco da carreira e o primeiro pela Better Noise Music. A banda já acumula impressionantes 829 milhões de streams globais em sua carreira. Em 2025, levarão seu show de palco inesquecível para o mundo todo com a turnê “Weirdo Tour”, incluindo datas com The Funeral Portrait nos EUA, começando em 18 de abril. Veja a foto de assinatura da The Rasmus pela Better Noise neste [Link] e mais informações abaixo.
“Trabalhar com a Better Noise tem sido excelente, pois compartilhamos a mesma mentalidade. O fato de focarem em carreiras de longo prazo, e não apenas em lançamentos pontuais, está perfeitamente alinhado com o que buscamos na Backbone Management. O comprometimento com A&R, o planejamento meticuloso e o cuidado com cada detalhe têm sido verdadeiramente impressionantes. Estou muito animado com esse relacionamento de longo prazo com a Better Noise e em levar a já bem-sucedida carreira do The Rasmus a novos patamares.” – Antti Eriksson – The Rasmus, Head de Management / Dono da Backbone Management
YELLOWCARD é uma das bandas mais influentes do rock alternativo dos anos 2000, está atualmente trabalhando em um novo álbum para 2025 com produção de Travis Barker. Será o primeiro álbum com material inédito desde 2016. Originários da Flórida, já venderam mais de 3 milhões de álbuns no mundo todo, ultrapassaram 1 bilhão de streams globais e fizeram turnês em seis continentes. Após oficialmente encerrarem as atividades em 2017, o YELLOWCARD se reuniu em 2022 para celebrar os 20 anos do Ocean Avenue e desde então iniciou uma nova fase criativa.
“Estamos muito empolgados em trabalhar com a Better Noise Music neste novo capítulo do Yellowcard. Depois de uma celebração incrível dos 20 anos do Ocean Avenue, somos extremamente gratos por termos parceiros que acreditam na banda tanto quanto nós. Essas são as músicas mais épicas que já gravamos, e não poderíamos ter encontrado um parceiro melhor para levá-las ao mundo!” – Kristen Worden Harris – Le Grand Music – manager do YELLOWCARD.
IN THIS MOMENT: Desde 2005, a banda indicada ao GRAMMY® e altamente influente vem cultivando uma base de fãs fiel sob o comando da mãe e vocalista Maria Brink, acompanhada do cofundador e guitarrista Chris Howorth, o baixista Travis Johnson, o guitarrista Randy Weitzel e o baterista Kent Diimmel. A banda está agora trabalhando em seu nono álbum — o primeiro pela Better Noise — com lançamento de faixas a partir de 2025. Até agora, além do álbum Blood (2012), certificado Ouro, a banda acumulou seis singles Ouro e Platina, e três álbuns consecutivos no Top 25 da Billboard 200: Black Widow (2014) e Ritual (2017). Entre turnês lotadas pelos EUA, o grupo já se apresentou em arenas ao lado do Disturbed e em diversos festivais como Lollapalooza e Sonic Temple. Mais informações abaixo.
Comentando sobre as novas contratações, o CEO da Better Noise, Dan Waite, afirmou:
“A Better Noise está genuinamente comprometida em usar seu conhecimento e expertise para levar cada banda a patamares comerciais mais altos. Temos recebido várias consultas de artistas consagrados, vindos de grandes gravadoras onde se sentem negligenciados, ou que desejam expandir sua carreira além do mercado local. Quando os artistas seguem nosso sistema — seja o Five Finger Death Punch, Mötley Crüe, Papa Roach, Nothing More, Dirty Heads, Bad Wolves, The Funeral Portrait ou From Ashes to New — juntos alcançamos os maiores sucessos de suas carreiras. É um sistema único, às vezes intimidador, mas quando veem os resultados, mergulham de cabeça. Aqueles que dizem desde o início que não querem seguir nosso método, optamos por não fazer negócios.”
Steve Kline declarou que a Better Noise está preparada para ajudar cada banda a crescer artisticamente e comercialmente em sua nova casa: “Estamos mais do que empolgados em receber Yellowcard, Sabaton, The Rasmus e In This Moment na família Better Noise. Essas bandas excepcionais mostram a diversidade e criatividade que definem nosso repertório de artistas de rock e alternativo. Cada uma delas tem histórico comprovado de sucesso global e uma abordagem única da música. Estamos prontos para levá-las ao próximo nível — e além.”
“Com os recursos obtidos através da venda de parte do nosso catálogo, continuamos crescendo, investindo tanto nos artistas já contratados quanto em novas apostas. Como empresa referência em desenvolvimento artístico, temos orgulho de ver o The Funeral Portrait seguir sua ascensão — atualmente no Top 10 da rádio rock com o segundo single, ‘Holy Water’, após o sucesso do single de estreia ‘Suffocate City’, que chegou ao #1.”
BETTER NOISE MUSIC online:
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Sobre a ForMusic:
Fundada no ano de 2016 por Nando Machado e Daniel Dystyler, a ForMusic é uma agência de marketing e promoção focada em projetos de música que conecta marcas, empresas, artistas e gravadoras de todo o mundo que querem ver o seu público crescer dentro do Brasil. Desde o início, ganhou destaque por trabalhar com as principais gravadoras e selos independentes do mercado, e hoje, representa artistas de nomes como Beggars Group, Domino Records, [PIAS], Nettwerk, Big Loud, entre muitas outras.
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